Dança, narrativa e cinema: a experiência de Pas de Quoi, por Paulo Filipe Monteiro

Abrimos desta vez o seminário permanente à apresentação de um work in progress na linha do screendance: uma primeira montagem da curta metragem Pas de Quoi, 15’, realização de Paulo Filipe Monteiro, coreografia de Amélia Bentes. Filmada já em 2020, está em fase final de montagem da imagem, faltando ainda a montagem sonora, a música e a correcção de cor. Assim, a meio do processo, serão mais que bem-vindas as reacções, comentários, sugestões. No final, experimentaremos sobrepor diferentes músicas sobre os movimentos, como Pina Bausch fazia.

PAULO FILIPE MONTEIRO

Coordenador do grupo Performance & Cognição do ICNOVA. Professor Catedrático da Universidade Nova de Lisboa: fundador e  Coordenador do Mestrado em Artes Cénicas; coordenador da variante de Comunicação e Artes do Mestrado e Doutoramento em Ciências da Comunicação. Foi professor convidado em várias Universidades da Europa e Brasil. Recebeu o Prémio Joaquim de Carvalho para o livro Drama e Comunicação (posteriormente editado no Brasil pela Annablume) e o Prémio Revelação da Crítica de Teatro.

Fez a dramaturgia e encenação de 16 espectáculos. Como actor, participou ainda em várias peças, em 11 longas-metragens portuguesas e estrangeiras e em 40 telefilmes e séries de televisão. Escreveu 8 longas-metragens. Escreveu a peça de teatro Área de Risco, estreada em 1999 na Fundação Gulbenkian. Tem feito dramaturgia para espectáculos de dança. Realizou o filme de 25 minutos Amor Cego; e estreou em 2017 a sua primeira longa-metragem, Zeus, que obteve 12 prémios nacionais e internacionais.

2020-03-30T11:20:48+00:00