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	<title>Patrícia Contreiras_ICNOVA, Author at ICNOVA</title>
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	<description>INSTITUTO DE COMUNICAÇÃO DA NOVA</description>
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	<title>Patrícia Contreiras_ICNOVA, Author at ICNOVA</title>
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	<item>
		<title>Jaime Lourenço cocoordena livro Literacia(s) &#038; Cidadania(s)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 12:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jaime Lourenço, investigador ICNOVA, e Paula Lopes (LabCom) são os coordenadores do recém-lançado livro&#160;Literacia(s) &#38; Cidadania(s). A obra pretende ser, segundo o Prólogo dos coordenadores, “um contributo para pensarmos (e repensarmos) clássicas e emergentes literacias, novas formas de olhar a cidadania, os valores, as atitudes, a vida”. Além das funções de cocoordenação, Jaime Lourenço assina...</p>
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<p>Jaime Lourenço, investigador ICNOVA, e Paula Lopes (LabCom) são os coordenadores do recém-lançado livro&nbsp;<em>Literacia(s) &amp; Cidadania(s)</em>. A obra pretende ser, segundo o Prólogo dos coordenadores, “um contributo para pensarmos (e repensarmos) clássicas e emergentes literacias, novas formas de olhar a cidadania, os valores, as atitudes, a vida”.</p>



<p>Além das funções de cocoordenação, Jaime Lourenço assina também o capítulo do livro “Pela libertação do homem: o jornalismo cultural enquanto promotor da consciência cultural e da cidadania”. Maria do Carmo Piçarra, também investigadora ICNOVA, é autora do capítulo “Ler imagens em movimento: educar para e pelo cinema”.</p>



<p>Os dois capítulos constam da Parte I da obra, que reúne contributos de vários autores sobre múltiplas literacias e questões associadas à cidadania. A Parte II é dedicada a entrevistas, enquanto a Parte III inclui estudos desenvolvidos no âmbito do Mestrado em Comunicação Aplicada da Universidade Autónoma de Lisboa.</p>



<p>O livro dá início à nova coleção “Livros NIP-C@M”, resultado de um protocolo estabelecido entre o núcleo de investigação do departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa – instituição na qual ambos os coordenadores são professores – e a editora Livros Horizonte (LH).</p>



<p>O livro está disponível na <strong><a href="https://www.livroshorizonte.pt/produto/literacias-cidadanias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">editora LH</a></strong> e noutras livrarias habituais.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2023/05/literacia2-600x910-1.jpg" alt="" class="wp-image-34021" width="300" height="455"/></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Rita Monteiro Mourão lança livro Entre vozes e Silêncios: a Avaliação 360º e a Comunicação Organizacional</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/rita-monteiro-mourao-lanca-livro-entre-vozes-e-silencios-a-avaliacao-360o-e-a-comunicacao-organizacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 12:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Estratégica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rita Monteiro Mourão, investigadora ICNOVA e docente na ESCS-IPL e Universidade Europeia, vai lançar o livro&#160;Entre Vozes e Silêncios: a Avaliação 360º e a Comunicação Organizacional. A sessão, agendada para dia 24 de maio, conta com apresentação de Inês Sousa (ISCTE) e Sandra Miranda (ESCS). QUARTA-FEIRA, 24 DE MAIO16H00 Serviços da Presidência – IPL&#160;Estrada de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>Rita Monteiro Mourão, investigadora ICNOVA e docente na ESCS-IPL e Universidade Europeia, vai lançar o livro&nbsp;<em>Entre Vozes e Silêncios: a Avaliação 360º e a Comunicação Organizacional</em>. A sessão, agendada para dia 24 de maio, conta com apresentação de Inês Sousa (ISCTE) e Sandra Miranda (ESCS).</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>QUARTA-FEIRA, 24 DE MAIO</strong><br><strong>16H00</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviços da Presidência – IPL&nbsp;</strong><br><em><strong>Estrada de Benfica, 529, Lisboa</strong></em></p>



<p>O livro surge da tese de doutoramento da investigadora e incide na avaliação 360º em contexto de comunicação organizacional, uma metodologia avaliativa que inclui a autoavaliação e a avaliação de colegas e chefias diretas (por alternativa ou complemento à avaliação tradicional “top-down”, em que a chefia avalia os colaboradores). A obra permite compreender melhor esta metodologia e o seu impacto na comunicação entre atores organizacionais.</p>



<p>A publicação insere-se na coleção Caminhos do Conhecimento, sob chancela da Imprensa Politécnico de Lisboa, cujo objetivo é promover trabalhos de investigação de docentes e alunos da instituição.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2023/05/convite_lancamento_livro_entre-vozes-e-silencios_Rita-Mourao-1-1024x537.png" alt="" class="wp-image-34044"/></figure>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Paulo Nuno Vicente: “A proliferação algorítmica não pode dispensar uma apropriação cívica”</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/paulo-nuno-vicente-a-proliferacao-algoritmica-nao-pode-dispensar-uma-apropriacao-civica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 12:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sistemas de Inteligência Artificial (I.A.) fazem já parte do dia a dia – da governança à saúde, da educação à produção cultural, da economia ao trabalho –, mas saberemos o suficiente sobre a proliferação algorítmica em que vivemos? Contribuir para a literacia sobre I.A. é, precisamente, o objetivo do&#160;livro&#160;Os Algoritmos e Nós, da autoria...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>Os sistemas de Inteligência Artificial (I.A.) fazem já parte do dia a dia – da governança à saúde, da educação à produção cultural, da economia ao trabalho –, mas saberemos o suficiente sobre a proliferação algorítmica em que vivemos?</p>



<p>Contribuir para a literacia sobre I.A. é, precisamente, o objetivo do<a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/2023/05/09/lancamento-do-livro-os-algoritmos-e-nos-de-paulo-nuno-vicente-28-mai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;livro&nbsp;<strong><em>Os Algoritmos e Nós</em></strong></a>, da autoria de Paulo Nuno Vicente, investigador ICNOVA e coordenador do iNOVA Media Lab. No ensaio, publicado em maio de 2023 pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, o investigador analisa o tema complexo da I.A. e da proliferação algorítmica, combinando a perspetiva matemática e computacional com a análise social. De forma acessível, o livro procura tanto explicar os conceitos envolvidos neste tema, como apoiar um debate informado e participado na construção social da tecnologia.</p>



<p>Em entrevista exclusiva, Paulo Nuno Vicente explora as principais mensagens do livro e a falta de conhecimento generalizado sobre I.A, mas também as implicações da era do algoritmo para a investigação : “para media nativamente digitais e computacionais, necessitamos (também) de métodos nativamente digitais e computacionais”, defende.</p>



<p><strong>Quais são as mensagens principais deste ensaio?</strong></p>



<p>A obra parte de duas premissas essenciais. A primeira: vivemos na era da legitimação social dos algoritmos enquanto modo de conhecimento, fonte de autoridade e forma de poder. A segunda: essa legitimação tem vindo a ser construída por via da prática, pela adoção pública e privada de sistemas de Inteligência Artificial na vida social – na justiça, na saúde, no trabalho, na educação, na produção cultural, na economia, na finança… – sem que exista um debate cívico alargado sobre riscos, oportunidades, limites. Esse debate necessita ser ancorado na evidência científica e na documentação social dos seus efeitos – e não imaginando ou projetando um futurismo utópico ou distópico. O fenómeno que designo no livro como uma “proliferação algorítmica” procura designar essa progressiva complementaridade e/ou substituição do nosso atributo humano de juízo individual ou colegial por processos computacionais de natureza preditiva em dimensões estruturais da vida cívica. Para um futuro democrático, justo, inclusivo, sustentável, a proliferação algorítmica não pode dispensar uma apropriação cívica. Trata-se, fundamentalmente, de um contributo para a consolidação de uma literacia sobre a Inteligência Artificial. </p>



<p><strong>Na era dos algoritmos, há ainda um desconhecimento generalizado sobre o que é um algoritmo e o seu impacto nos vários domínios? Se sim, que riscos pode ter esse desconhecimento para cidadãos e sociedade, no geral?&nbsp;</strong></p>



<p><strong><em>Os Algoritmos e Nós</em></strong>&nbsp;procura desocultar uma temática complexa e interdisciplinar – a da Inteligência Artificial – partindo de uma perspetiva social, cultural e cívica. Sendo uma das denominadas “megatendências” tecnológicas da denominada Quarta Revolução Industrial, frequentemente associada a um potencial disruptivo, é diariamente encerrada numa tensão simplista entre a utopia e a distopia, através do discurso dos media, do&nbsp;<em>marketing&nbsp;</em>das empresas tecnológicas globais, da narrativa da ficção científica. Não identifico em Portugal aquilo que se possa descrever como um debate público informado, aberto, acessível e livre de “irreversibilidades” sobre a sua adoção na vida social. O termo “algoritmo” e a expressão “inteligência artificial” são hoje atalhos convenientes para processos muito distintos; frequentemente, acabam diluídos e perturbam um entendimento claro sobre nuances verdadeiramente fundamentais. Em síntese, o grande risco é o da chamada “dupla ignorância”: o não sabermos o que não sabemos sobre estes sistemas e a razão por que são adotados. Existem questões críticas decorrentes da dataficação da vida social, da automatização, da opacidade, da falta de explicabilidade de alguns destes sistemas. Por outro lado, existem questões prementes e muito pouco discutidas em torno da dependência de infraestruturas e consumos energéticos colossais, do trabalho humano “invisível”, a chamada “economia do biscate” e a emergência daquilo a que chamo “novos velhos meios de predição”, associados a formas emergentes de precariedade e de degradação de proteções sociais no contexto laboral de uma economia globalizada.</p>



<p><strong>A popularização de ferramentas em que os sistemas de I.A. estão mais em evidência, como o Chat GPT ou os algoritmos de recomendação nos serviços de streaming, tem servido para aumentar o conhecimento do cidadão comum sobre esta matéria? Ou o discurso lúdico acaba por absorver outras dimensões importantes?</strong></p>



<p>A razão de ser deste livro tem muito que ver com essa pergunta. Estejamos mais ou menos conscientes, convivemos diariamente com sistemas de I.A. e vivemos mergulhados em referências popularizadas: entre&nbsp;<em>Blade Runner</em>&nbsp;e<em>&nbsp;</em>o<em>&nbsp;Exterminador Implacável.</em>&nbsp;Isso torna-nos, por inerência, mais preparados para compreender, discutir e participar na construção social da tecnologia? Infelizmente, não. Arrisco até dizer que, se existisse uma compreensão clara sobre o funcionamento algorítmico de várias das plataformas que povoam a nossa vida, assistiríamos a uma menor taxa de adoção ou de utilização. Contudo, enquanto humanos, as nossas forças são simultaneamente as nossas fraquezas: queremos estar onde os nossos mais próximos e queridos estão; somos seres para quem a ligação emocional não tem um papel secundário como tantas vezes se pensou ou se pensa. O “social” em “plataforma social” é a chave. O papel da investigação e da Universidade é (também) ser parte da criação desta consciência e participação cívicas. A pergunta refere um “cidadão comum”. Contudo, é minha perceção de que uma porção muito significativa do que tradicionalmente se designa como “a elite” – política, económica, intelectual… – não conhece o suficiente sobre I.A. para poder decidir, para regular com clarividência e livre de modismos e de pressões externas. A própria Universidade foi exemplo disso, em várias regiões do globo, durante os confinamentos gerados pela pandemia de Covid-19, com a rápida adoção dos denominados&nbsp;<em>proctoring systems</em>. É um pouco como se costuma dizer: quando temos na mão um martelo, tudo se assemelha a um prego. Esse é também um dos riscos atuais na adoção de sistemas de I.A.: tratar a vida social, fundamentalmente, como sendo composta por problemas de gestão e de processamento de informação, em que o computador ou, mais especificamente, o algoritmo ocupa a vez de martelo.</p>



<p><strong>Refere, no livro, o conceito de algocracia. De que se trata? E o que deve ser acautelado quando os algoritmos são aplicados na governança e na regulação?</strong></p>



<p>O conceito de&nbsp;<em>algocracia</em>&nbsp;pretende designar o processo de governo ou de administração do poder com recurso a algoritmos. As práticas algocráticas estão documentadas em diferentes áreas da vida social e em diferentes regiões. No livro, apresento e discuto casos em que sistemas algorítmicos substituem professores na avaliação de exames de fim de ciclos de estudo, suprem funções tradicionalmente atribuídas a funcionários de autoridades tributárias, de serviços de imigração, advogados, polícias, gestores empresariais, etc. É preciso tornar claro que, em sistemas democráticos, têm sido os representantes eleitos a adotar estes sistemas na administração, mais ou menos conscientes dos seus potenciais efeitos, mas sobretudo focados em ganhos de eficiência ou otimização. A quantificação, o número e, logicamente, o algoritmo seduz pela sua aparente objetividade e neutralidade. Um algoritmo, sem acesso a conjuntos de dados estruturados, resume-se a uma fórmula desligada da matéria-prima que irá processar. A regulação por poderes públicos, como por exemplo o&nbsp;<em>IA Act</em>&nbsp;em elaboração na União Europeia, necessita de articular a relação entre algoritmos e dados. Transparência, auditoria e prestação de contas (<em>accountability</em>) são valores essenciais.</p>



<p><strong>Quais os maiores desafios que se colocam à investigação em contextos digitais perante sistemas de I.A.? Que abordagens poderão ser seguidas para conseguir estudar uma “black box” aparentemente opaca a terceiros?</strong></p>



<p>Essa é a questão central que a área de estudos em Media Digitais deve querer abraçar e endereçar. Somos hoje confrontados com uma rarefação dos métodos de investigação em sistemas sociotécnicos altamente complexos, hiperespecializados e fugazes. Estou consciente de que muitos colegas investigadores persistem crentes no (ou resignados ao) potencial dos métodos fundacionais das ciências sociais e humanas: a entrevista, o questionário, a observação participante, o grupo focal, a etnografia, entre outros. Concordo que estas nossas abordagens nos permitem aceder a determinados níveis dos fenómenos; para simplificar, digamos que permitem aceder aos níveis exteriores da “predisposição para”, do “relato sobre”, da “ação com ou junto de”. São níveis essenciais, contudo, insuficientes, a meu ver, se procuramos compreender de modo mais integral a relação pessoa-máquina e a agência do não-humano. Resumindo: para media nativamente digitais e computacionais, necessitamos (também) de métodos nativamente digitais e computacionais. É um pouco como escreveu o antropólogo Clifford Geertz: “os antropólogos não estudam aldeias, estudam&nbsp;<em>em&nbsp;</em>aldeias”. Adaptando, direi que os investigadores de media digitais – como os sistemas de I.A – necessitam de estudar&nbsp;<em>media</em>&nbsp;e&nbsp;<em>em media</em>, isto é,&nbsp;<em>estudar sobre</em>, mas também&nbsp;<em>estudar em</em>&nbsp;<em>e com,&nbsp;</em>a partir do interior da sua materialidade, porque esta possui um potencial de informação anatómica (passe a metáfora) essencial. Com certeza, isso requer não apenas a tão reiterada interdisciplinaridade, mas fundamentalmente um perfil de investigador híbrido: com um pé nas ciências sociais e humanas e outro nas ciências da computação e da informação. Falamos há, pelo menos, duas décadas na&nbsp;<em>convergência</em>&nbsp;dos media, talvez não realizando que essa convergência somos nós.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2023/05/500x.jpg" alt="" class="wp-image-34069" width="417" height="635" title="500x"/></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Jorge Martins Rosa em missão de ensino na Geórgia (mobilidade Erasmus+)</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/jorge-martins-rosa-em-missao-de-ensino-na-georgia-mobilidade-erasmus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 12:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jorge Martins Rosa, investigador ICNOVA (grupo Cultura, Mediação e Artes), dará três aulas-conferência na Ilia State University, em Tbilisi, Geórgia, ao abrigo de uma bolsa de mobilidade Erasmus+ (UNL), com acolhimento pelo departamento de Estudos Políticos da School of Arts and Sciences. As atividades decorrem entre 5 e 9 de junho. As aulas-conferências previstas, que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>Jorge Martins Rosa, investigador ICNOVA (grupo Cultura, Mediação e Artes), dará três aulas-conferência na Ilia State University, em Tbilisi, Geórgia, ao abrigo de uma bolsa de mobilidade Erasmus+ (UNL), com acolhimento pelo departamento de Estudos Políticos da School of Arts and Sciences. As atividades decorrem entre 5 e 9 de junho.</p>



<p>As aulas-conferências previstas, que apresentam os resultados do projeto de investigação PINBook PT: Redes de Participação Política no Facebook Portugal, são as seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>What Happened in the Portuguese 2019 Elections? An Analysis through</em><em>&nbsp;the Lens of Facebook</em></li>



<li><em>Lukewarm Climate Changes: Portuguese Parties’ Discourse about</em><em>&nbsp;Environmental Issues on Facebook</em></li>



<li><em>&#8220;Whoever Talks like that is not a Stutterer”: Identifying</em><em>&nbsp;Incivility and Hate Speech on Livre’s Facebook Comments</em></li>
</ul>



<p>De recordar que o projeto&nbsp;<strong><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/redes-de-participacao-politica-no-facebook-em-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PINBook PT</a></strong>, coordenado por Jorge Martins Rosa, pretendeu caracterizar as atividades comunicacionais de atores políticos não oficiais no Facebook.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>WellApp: Conheça o projeto ICNOVA que junta bem-estar e aplicações digitais</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wellapp-conheca-o-projeto-icnova-que-junta-bem-estar-e-aplicacoes-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 11:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[iNOVA Media Lab]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença de conteúdos e serviços de bem-estar tem-se multiplicado no ecossistema das aplicações digitais. Desde os chamados “influencers” – que dinamizam contas de Instagram dedicadas a estilos de vida saudáveis, fitness, alimentação ou bem-estar mental, por exemplo – até à presença de um vasto portfólio de aplicações para download nas lojas de apps. Perante...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p>A presença de conteúdos e serviços de bem-estar tem-se multiplicado no ecossistema das aplicações digitais. Desde os chamados “influencers” – que dinamizam contas de Instagram dedicadas a estilos de vida saudáveis, fitness, alimentação ou bem-estar mental, por exemplo – até à presença de um vasto portfólio de aplicações para download nas lojas de apps.</p>



<p>Perante este cenário nos espaços digitais, o bem-estar assume-se, definitivamente, como tendência. Mas será a gestão deste bem-estar amplificada ou moldada pela crescente oferta e adoção de aplicações móveis? Esta é a pergunta de base do&nbsp;<strong>projeto WellApp</strong>, financiado pelo ICNOVA (ICNOVA/UIDB/004/2022/ WellApp), e que tem como responsáveis as investigadoras&nbsp;<a href="https://www.cienciavitae.pt/portal/5119-64B0-5125" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rita Sepúlveda</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.cienciavitae.pt/portal/1A12-B875-A161" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ana Marta Flores</a>&nbsp;(ICNOVA / iNOVA Media Lab).</p>
</div>
</div>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<p><strong><em>WellApp – Wellness amplified or appified? Wellness management trending in everyday life digital platforms</em>&nbsp;</strong>explora e desafia a tendência sociocultural dos significados de bem-estar, autocuidado e equilíbrio na vida contemporânea que emergem em espaços digitais mediados por aplicações. O projeto baseia-se em estudos de plataformas e recorre a uma metodologia mista para analisar dinâmicas e práticas, tanto na rede social Instagram, como na oferta das lojas de aplicações móveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Bem-estar: uma importância crescente</strong></h2>



<p>“É inevitável a importância que o bem-estar tem assumido na vida das pessoas”, começa por destacar Rita Sepúlveda, enquanto adianta que o tema vai mais além do que a combinação entre saúde física e saúde mental, integrando questões como “relações laborais e sociais, o lazer, a atividade física, a alimentação e o descanso”. Complexo e de importância evidente, o bem-estar tem “visível crescimento nas práticas quotidianas e nos estudos de tendências”, afirma.</p>



<p></p>



<p>A promoção da saúde e do bem-estar é, a propósito, uma das prioridades das Nações Unidas, reforçadas pelo Objetivo 3 de Desenvolvimento Sustentável: Saúde de Qualidade. Resta a dúvida se a multiplicação da oferta de serviços relacionados com bem-estar nas aplicações digitais contribui – ou não – para esse objetivo.</p>



<p>“O bem-estar e as apps podem parecer opostos, tendo em conta as investigações que indicam que algumas plataformas digitais podem ser prejudiciais para o bem-estar”, lembra Ana Marta Flores. A investigadora realça, contudo, que foi este “aparente paradoxo” que gerou o interesse por perceber melhor “como é que o bem-estar é retratado no Instagram” e por “mapear a oferta das lojas de aplicações móveis digitais em termos de bem-estar”, que são os dois pilares de investigação do projeto WellApp.</p>



<p>Ambas as investigadoras trazem para o projeto um histórico de pesquisa em aplicações e métodos digitais, ao longo das suas carreiras. Ainda assim, como explicam, é a primeira vez que coordenam juntas um projeto de investigação, naquela que é uma oportunidade de explorar e desafiar experiências.</p>



<p>Como acrescenta Ana Marta Flores, este é também um projeto que “pela sua abordagem, área de estudo e metodologia utilizadas, vai também ao encontro de áreas temáticas já exploradas no&nbsp;<a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/inova-media-lab/">iNOVA Media Lab</a>, grupo de que fazemos parte, e ao encontro do posicionamento do ICNOVA”.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>WellApp: Um projeto, dois estudos diferenciados</strong></h2>



<p>Com início em março de 2023, o projeto WellApp terá a duração de um ano. Ainda assim, as investigadoras esperam que este seja apenas um ponto de partida para outros projetos e atividades que possam explorar o tema do bem-estar no contexto das aplicações digitais.</p>



<p>As duas vertentes (Instagram e lojas de aplicações) dividem o projeto em dois estudos distintos:&nbsp;<strong><em>#instawellness: mediated communication of wellness representation on Instagram</em></strong>&nbsp;e&nbsp;<strong><em>Framing of wellness: responses from digital stores</em></strong>. Cada um destes dará origem a uma publicação científica.</p>



<p>Em ambos os estudos, o objetivo é combinar “o recurso a metodologias digitais, permitindo contextualizar os dados de acordo com as especificidades do meio – Instagram e lojas de aplicações digitais – e à análise temática, permitindo identificar padrões e tendências, identificando quais os domínios do bem-estar e como são representados”, explica Rita Sepúlveda.</p>



<p>O final do projeto será marcado por uma conferência de encerramento, palco para apresentar os resultados do WellApp, mas também para promover a partilha de conhecimento de outros investigadores sobre a temática do bem-estar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright is-resized"><img decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2023/05/wellapp.png" alt="" class="wp-image-34155" width="515" height="441" title="wellapp"/></figure></div>


<p>Em paralelo, serão criados recursos gratuitos, em formato tutorial (“como fazer”), para educadores, assim como pequenos vídeos online para o público em geral sobre temas relacionados com o bem-estar e as plataformas digitais. “Mitos e verdades sobre apps de bem-estar”, “Como usar apps em segurança” ou “Recomendações de práticas” são alguns dos tópicos para vídeos já apontados pelas investigadoras.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong><em>#instawellness</em>: Porquê estudar o bem-estar no Instagram?</strong></h2>



<p>O Instagram é o foco de um dos estudos a ser desenvolvido no projeto. Para as coordenadoras do WellApp, há diversos motivos que suscitam o interesse nesta aplicação como meio onde representações associadas ao bem-estar são construídas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>A popularidade da plataforma (mensalmente, mil milhões de utilizadores ativos interagem socialmente no Instagram);</li>



<li>A possibilidade de uma partilha de informação mais rápida e com maior alcance (a amigos, familiares ou conhecidos) do que a interação presencial;</li>



<li>A diversidade de formatos para dar visibilidade ao bem-estar: imagens ou vídeos, mas também&nbsp;<em>hashtags</em>&nbsp;específicos;</li>



<li>A natureza visual móvel e a cultura única do Instagram como camada de informação adicional para a comunicação do bem-estar;</li>



<li>A influência que cada utilizador do Instagram pode ter em termos da imagem que querem apresentar aos seus seguidores (curadoria de conteúdo).</li>
</ol>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2023/05/gabrielle-henderson-bmUa09zy2ZQ-unsplash-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-34100"/></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Lojas de apps digitais: que aplicações existem? E para quem?</strong></h2>



<p>Quanto à outra vertente de estudo – as lojas de aplicações digitais –, o que está em causa?</p>



<p>“As lojas são&nbsp;<em>gatekeepers</em>&nbsp;no que diz respeito à distribuição de aplicações móveis, pelo que é importante perceber o que é que estas nos indicam como serviços quando pesquisamos por ‘bem-estar’”, aponta Rita Sepúlveda. O projeto permitirá, por isso, perceber que aplicações são estas que as lojas apresentam e classificar a oferta em função das várias dimensões do bem-estar.</p>



<p>Tal como realça a investigadora, “a análise exploratória indicou-nos que vamos encontrar aplicações numa ótica de bem-estar físico – apps de fitness – e de bem-estar mental – apps de meditação –, mas que mais irá surgir?”. Estreitando o foco, serão depois analisadas detalhadamente as aplicações com maior número de utilizadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>O ecossistema WellApp: investigadores, estudantes, utilizadores, cuidadores e empresas</strong></h2>



<p>As investigadoras convidam estudantes, investigadores e demais interessados a juntarem-se ao WellApp e a pensar sobre o tema do bem-estar e aplicações móveis.</p>



<p>O projeto está aberto a estudantes que queiram colaborar como parte da equipa, tendo interesse nos tópicos abordados e/ou na produção de peças de comunicação (vídeos, infográficos, folhetos, …) em formatos inovadores.</p>



<p>São também bem-vindos contributos de investigadores que desejem aprofundar áreas específicas nas temáticas do projeto ou combinar as suas abordagens de investigação com as que são adotadas no WellApp. “Não limitamos esses contributos à área da comunicação. Se investigadores, por exemplo, das áreas da psicologia ou cuidados de saúde se quiserem unir, será uma grande mais-valia na ótica da interdisciplinaridade”, referem Rita Sepúlveda e Ana Marta Flores.</p>



<p>As responsáveis do projeto têm também interesse em ouvir a experiência de cuidadores de saúde, de utilizadores e de ex-utilizadores de aplicações móveis relacionadas com o bem-estar, assim como as próprias empresas ou pessoas individuais que tenham desenvolvido este tipo de aplicações.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/>



<p>Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no <a href="https://inovamedialab.fcsh.unl.pt/projects/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website iNOVA Media Lab</a> ou através do contacto direto com as investigadoras:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/WellApp_RS_AMF-768x1024-2.jpeg" alt="" class="wp-image-995596" width="428" height="571" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/WellApp_RS_AMF-768x1024-2.jpeg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/WellApp_RS_AMF-768x1024-2-225x300.jpeg 225w" sizes="(max-width: 428px) 100vw, 428px" /><figcaption class="wp-element-caption">Rita Sepúlveda | rsepulveda@fcsh.unl.pt<br>Ana Marta M. Flores | amflores@fcsh.unl.pt</figcaption></figure></div></div>
</div>
</div><!-- .vgblk-rw-wrapper --><p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wellapp-conheca-o-projeto-icnova-que-junta-bem-estar-e-aplicacoes-digitais/">WellApp: Conheça o projeto ICNOVA que junta bem-estar e aplicações digitais</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt">ICNOVA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sandra Camacho: O novo ciclo das Conversas Foto-Fílmicas trabalha “limitações tecnológicas como gatilhos criativos” na fotografia</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/sandra-camacho-o-novo-ciclo-das-conversas-foto-filmicas-trabalha-limitacoes-tecnologicas-como-gatilhos-criativos-na-fotografia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 10:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Mediação e Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de três anos de ausência, as Conversas Foto-Fílmicas regressaram em 2023 para um novo ciclo,&#160;Photo Limits. A iniciativa nascida no EVAM – Observatório em Estudos Visuais e Arqueologia dos Media (grupo Cultura, Mediação e Artes do ICNOVA) é agora organizada pela investigadora Sandra Camacho, em estreita relação com o projeto pós-doutoral que está a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>Depois de três anos de ausência, as Conversas Foto-Fílmicas regressaram em 2023 para um novo ciclo,&nbsp;<em>Photo Limits</em>. A iniciativa nascida no EVAM – Observatório em Estudos Visuais e Arqueologia dos Media (grupo Cultura, Mediação e Artes do ICNOVA) é agora organizada pela investigadora Sandra Camacho, em estreita relação com o projeto pós-doutoral que está a desenvolver no ICNOVA.</p>



<p>Depois de duas sessões já realizadas, em fevereiro e maio,&nbsp;<strong><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/2023/06/14/conversas-foto-filmicas-com-susana-paiva-27-jun/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a terceira “Conversa” está marcada para dia 27 de junho</a></strong>, às 18h, no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, com a artista Susana Paiva.</p>



<p><img decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/38/2023/06/albumina_Sandra-Camacho-823x1024.jpg" alt="" style="width: 1px;">Em entrevista exclusiva, Sandra Camacho aborda as especificidades do novo ciclo&nbsp;<em>Photo Limits</em>, o contributo dos artistas convidados para estas “Conversas” e de que forma é que os temas se relacionam com o seu projeto de Pós-Doutoramento.</p>



<figure class="wp-block-image alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/albumina_Sandra-Camacho-823x1024-1.jpg" alt="" class="wp-image-995581" width="542" height="674" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/albumina_Sandra-Camacho-823x1024-1.jpg 823w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/albumina_Sandra-Camacho-823x1024-1-241x300.jpg 241w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/albumina_Sandra-Camacho-823x1024-1-768x956.jpg 768w" sizes="(max-width: 542px) 100vw, 542px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Sandra Camacho&nbsp;</strong><em>(retrato em albumina)</em></figcaption></figure>



<p><strong>As Conversas Foto-Fílmicas surgiram em 2018 para incentivar diálogos entre artistas, investigadores e público em geral. Este ano, regressaram para um novo ciclo,&nbsp;<em>Photo Limits</em>, com três sessões. O que se manteve e o que mudou nas “Conversas”?</strong></p>



<p>Exatamente, as Conversas Foto-Fílmicas originalmente foram estabelecidas pelo&nbsp;<a href="https://observatorioevam.wixsite.com/evam">EVAM</a>, com a Maura Grimaldi, Isabel Stein e Filippo De Tomasi, entre outros. Dinamizaram-se bastante conversas até 2020, altura da pandemia, depois pararam e não voltaram a ser retomadas. Quando cheguei agora ao ICNOVA, para o Pós-Doutoramento, o meu projeto já incluía um ciclo de três conversas com parâmetros semelhantes ao das Conversas Foto-Fílmicas, pelo que retomar a iniciativa fez todo o sentido. Temos, no entanto, diferenças. Desde já nos conteúdos abordados: o ciclo anterior era mais aberto a questões de cinema, enquanto no&nbsp;<em>Photo Limits</em>&nbsp;não vamos para a imagem em movimento, é só mesmo fotografia, que é o âmbito do meu projeto. Portanto, estamos a trabalhar com artistas que trabalham sobretudo a fotografia como médium principal.</p>



<p><strong>Em que tipo de perspetivas?</strong></p>



<p>Uma vez que o ciclo&nbsp;<em>Photo Limits</em>&nbsp;se insere no meu projeto de Pós-Doutoramento –&nbsp;<em>Explorações Artísticas de Limitações Tecnológicas na Fotografia Portuguesa do séc. XXI</em>&nbsp;–, as questões abordadas convergem. O projeto estuda questões de limitações tecnológicas como gatilhos criativos para artistas. Portanto, os artistas presentes são convidados nesse âmbito: têm trabalhado, na sua obra, a expansão de certas limitações. Já tivemos como convidados Carla Cabanas e Tito Mouraz. Na próxima conversa, no dia 27, será Susana Paiva.</p>



<p><strong>De que forma é que estes artistas têm explorado as limitações tecnológicas?</strong></p>



<p>A Carla Cabanas, que esteve presente na conversa de fevereiro, trabalha muito as questões de memória e de arquivo e, na parte técnica, explora muito a plasticidade e maleabilidade do suporte. Ou seja, como é que o suporte fotográfico pode ser expandido, amplificado… Isso vai desde subverter determinados suportes – temos, por exemplo, caixas de luz que, em vez de serem viradas para o espetador, são viradas para a parede – até questões como apresentar uma fotografia que, em vez de ser plana, é modelada de tal forma que fica contorcida e impede a visibilidade. A nossa segunda conversa, em maio, foi com Tito Mouraz, um artista do Porto, que trabalha com meios analógicos, explorando as questões de obsolescência.</p>



<p><strong>Também em termos de suporte?</strong></p>



<p>O Tito Mouraz trabalha com materiais que deixaram de ser produzidos em 2012 e, portanto, os que restam já se estão a deteriorar. Trata-se de filme Polaroid, mas que se separa. A potencialidade é que, se não separarmos logo a parte positiva e a parte negativa, o negativo fica com os químicos e pode ser feita uma transferência para papel. Podemos também sobrepor camadas. Isto é muito interessante também porque subverte a ideia de que a fotografia é reprodutível. Estamos a criar um objeto único. O Tito Mouraz tem um projeto muito interessante a este nível, dos mais recentes, que é o “Mergulho”, feito nos Açores.</p>



<p><strong>E agora, para esta terceira conversa do ciclo, temos a artista Susana Paiva…</strong></p>



<p>Sim, que tem trabalhado muito com processos fotográficos experimentais e, sobretudo, &nbsp;quimigramas. Aqui a questão da gestualidade, da imprevisibilidade do processo, cria uma ligação a outras artes, como a performance e a pintura.</p>



<p><strong>Outra diferença neste ciclo das Conversas Foto-Fílmicas é que, em vez de termos um investigador convidado a cada sessão, é a própria Sandra que assegura sempre esse papel. Que vantagens traz essa presença em todo o ciclo?</strong></p>



<p>Para o meu projeto de Pós-Doutoramento traz imensos benefícios, uma vez que me permite acompanhar o processo todo. Por outro lado, também é interessante porque se pode sempre fazer ligações de uma conversa para a anterior ou para a próxima. Posso estabelecer relações e imaginar temas para conversas futuras. Interessa-me muito a parte material da fotografia, de como é que as coisas funcionam e o que pode ser interessante explorar.</p>



<p><strong>Muda o tema, muda o formato, com a mesma investigadora em todas as sessões, mas o local das “Conversas” permanece: o Arquivo Municipal de Lisboa. É importante, para a iniciativa, manter esta ligação à cidade?</strong></p>



<p>Interessa sair do espaço universitário, também para chegar a outros públicos. Aproveitámos o protocolo com o Arquivo Municipal de Lisboa que existia anteriormente e, como havia esta continuidade com o projeto inicial, decidimos retomar o mesmo espaço. Só com uma diferença: no anterior ciclo, o local era alternado de acordo com o tema – fotografia ou cinema – entre o Arquivo Fotográfico e a Videoteca. Neste caso, como é só imagem fotográfica, estamos só no Arquivo Fotográfico.</p>



<p><strong>Que públicos têm assistido e participado nestas sessões?</strong></p>



<p>Temos tido bastante público – que esperamos ampliar depois em contexto digital. As conversas foram gravadas e serão depois disponibilizadas num website para o efeito. Nas sessões presenciais, contámos com investigadores do ICNOVA e de outros centros e instituições, interessados no tema. Mas também temos público interessado especificamente naquele artista que convidámos. No ciclo anterior das Conversas Foto-Fílmicas, como existiram bastante sessões, já havia um público estabelecido. No caso do&nbsp;<em>Photo Limits</em>, tivemos quase de começar de raiz. Mas é interessante como a conversa acaba por ser muito ampla e alargar-se com as questões do público. No caso da Carla Cabanas, por exemplo, falou-se muito do tema que ela trabalha, a família e as fotografias de álbuns de família, e da carga emocional que estas imagens têm. As pessoas consideraram muito interessante como a artista trabalha a questão do apagamento – riscar, tirar pedaços, pintar por cima… –, numa dualidade que é ao mesmo tempo destruição, mas também conservação. Ou seja, as conversas começam na parte material, nos limites tecnológicos subvertidos, mas depois ganham uma vida própria. E isso também é muito positivo.</p>



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		<title>Novo livro sobre comunicação em ambientes híbridos de trabalho com coedição de Alexandre Duarte</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/novo-livro-sobre-comunicacao-em-ambientes-hibridos-de-trabalho-com-coedicao-de-alexandre-duarte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 17:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Book]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alexandre Duarte, investigador ICNOVA (grupo de Comunicação Estratégica), coedita o livro&#160;Perspectives on workplace communication and well-being in hybrid work environments, com Patrícia Dias (CECC), Teresa Ruão e José Gabriel (CECS). O livro aborda os temas da comunicação e bem-estar em organizações com ambientes híbridos de trabalho (presencial e remoto). A obra explora o impacto da...</p>
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<p>Alexandre Duarte, investigador ICNOVA (grupo de Comunicação Estratégica), coedita o livro&nbsp;<em>Perspectives on workplace communication and well-being in hybrid work environments</em>, com Patrícia Dias (CECC), Teresa Ruão e José Gabriel (CECS).</p>



<p>O livro aborda os temas da comunicação e bem-estar em organizações com ambientes híbridos de trabalho (presencial e remoto). A obra explora o impacto da pandemia de COVID-19 na comunicação interna das organizações e avalia as consequências, nomeadamente no bem-estar das equipas.</p>



<p>Além da edição, Alexandre Duarte assina, com Patrícia Dias, o capítulo “Digital Wellbeing in the Workplace Environment: Definition, Dimensions, Strategies, and Best Practices”.</p>



<p><em>Perspectives on workplace communication and well-being in hybrid work environments&nbsp;</em>está disponível para compra no&nbsp;<strong><a href="https://www.igi-global.com/book/perspectives-workplace-communication-well-being/307139" target="_blank" rel="noreferrer noopener">website da editora IGI Global</a></strong>.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Perspectives-on-Workplace-Communication.jpg" alt="" class="wp-image-995560" width="238" height="308" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Perspectives-on-Workplace-Communication.jpg 386w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Perspectives-on-Workplace-Communication-232x300.jpg 232w" sizes="(max-width: 238px) 100vw, 238px" /></figure>
</div><!-- .vgblk-rw-wrapper --><p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/novo-livro-sobre-comunicacao-em-ambientes-hibridos-de-trabalho-com-coedicao-de-alexandre-duarte/">Novo livro sobre comunicação em ambientes híbridos de trabalho com coedição de Alexandre Duarte</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt">ICNOVA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Media Pluralism Monitor 2022: Portugal com risco médio na inclusão social</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/media-pluralism-monitor-2022-portugal-com-risco-medio-na-inclusao-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 11:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal apresentou em 2021&#160;uma situação estável nas áreas da independência política, mas apresenta um risco médio relativamente à pluralidade dos mercados e à inclusão social. Estas são algumas conclusões do&#160;relatório português&#160;desenvolvido por Francisco Rui Cádima, Carla Baptista e Marisa Torres da Silva, e Patrícia Abreu, no âmbito do&#160;Media Pluralism Monitor 2022&#160;divulgado hoje, 4 de julho.</p>
<p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/media-pluralism-monitor-2022-portugal-com-risco-medio-na-inclusao-social/">Media Pluralism Monitor 2022: Portugal com risco médio na inclusão social</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt">ICNOVA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>Portugal apresentou em 2021&nbsp;uma situação estável nas áreas da independência política, mas apresenta um risco médio relativamente à pluralidade dos mercados e à inclusão social. Estas são algumas conclusões do&nbsp;<strong><a href="https://cadmus.eui.eu/bitstream/handle/1814/74701/CMPF_MPM2021_final-report_QM-09-22-307-EN-N.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório português</a></strong>&nbsp;desenvolvido por Francisco Rui Cádima, Carla Baptista e Marisa Torres da Silva, e Patrícia Abreu, no âmbito do&nbsp;<a href="https://cmpf.eui.eu/mpm2022-results/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Media Pluralism Monitor 2022</strong></a>&nbsp;divulgado hoje, 4 de julho.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/MONITORING-MEDIA-2022-809x1024.png" alt="" class="wp-image-995817" width="365" height="462" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/MONITORING-MEDIA-2022-809x1024.png 809w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/MONITORING-MEDIA-2022-237x300.png 237w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/MONITORING-MEDIA-2022-768x972.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/MONITORING-MEDIA-2022.png 1166w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo número da Revista Media &#038; Jornalismo (n.º 42) já disponível</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/novo-numero-da-revista-media-jornalismo-n-o-42-ja-disponivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 12:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;edição n.º 42 da Revista&#160;Media &#38; Jornalismo&#160;está já disponível, em&#160;acesso aberto, dedicada ao tema “Comunicação &#38; Mudança Social – novos rumos na investigação e na prática”. A&#160;Media &#38; Jornalismo&#160;é uma publicação ICNOVA. Este número é coordenado por Thomas Tufte (Loughborough University – Institute for Media and Creative Industries), Ana Margarida Barreto (NOVA FCSH – ICNOVA)...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>A&nbsp;<strong><a href="https://doi.org/10.14195/2183-5462_42" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edição n.º 42 da Revista&nbsp;<em>Media &amp; Jornalismo</em></a></strong>&nbsp;está já disponível, em&nbsp;<strong>acesso aberto</strong>, dedicada ao tema “Comunicação &amp; Mudança Social – novos rumos na investigação e na prática”. A&nbsp;<em>Media &amp; Jornalismo&nbsp;</em>é uma publicação ICNOVA.</p>



<p>Este número é coordenado por Thomas Tufte (Loughborough University – Institute for Media and Creative Industries), Ana Margarida Barreto (NOVA FCSH – ICNOVA) e Nuno Correia de Brito (Universidade Autónoma – ICNOVA).</p>



<p>Os artigos que compõem esta edição trazem à discussão uma amplitude de novos rumos na pesquisa e prática em torno do uso estratégico da comunicação para alcançar a mudança social. Especificamente, o que permeia esta edição da revista são contribuições que lidam com a exploração do papel da comunicação na sociedade, tanto como parte integrante dos processos de mudança social, na qual a comunicação é processo; como uma prática social e uma ferramenta, aplicada pelas comunidades; ou como ferramenta utilizada em projetos de desenvolvimento internacional. Geograficamente, as contribuições abrangem estudos de caso de Portugal, América Latina e África Austral.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Captura-de-ecra-2023-06-05-as-16.32.42-800x1155-1-709x1024.png" alt="" class="wp-image-995565" width="377" height="545" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Captura-de-ecra-2023-06-05-as-16.32.42-800x1155-1-709x1024.png 709w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Captura-de-ecra-2023-06-05-as-16.32.42-800x1155-1-208x300.png 208w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Captura-de-ecra-2023-06-05-as-16.32.42-800x1155-1-768x1109.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/Captura-de-ecra-2023-06-05-as-16.32.42-800x1155-1.png 800w" sizes="(max-width: 377px) 100vw, 377px" /></figure>
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		<title>Media, Populism and Corruption é o novo livro da Coleção ICNOVA</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/media-populism-and-corruption-e-o-novo-livro-da-colecao-icnova/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Patrícia Contreiras_ICNOVA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 17:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro&#160;Media, Populism and Corruption, da Coleção ICNOVA, acaba de ser publicado. A publicação (ENG, formato online) é organizada pelas investigadoras Isabel Ferin Cunha, Liziane Guazina, Ana Cabrera e Carla Martins. Disponível em acesso aberto em:&#160;https://doi.org/10.34619/pxe6-rjvn A publicação surge na sequência do seminário internacional “Media, Populism and Corruption”, organizado pelo ICNOVA em novembro de 2022...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>O livro&nbsp;<em>Media, Populism and Corruption</em>, da Coleção ICNOVA, acaba de ser publicado. A publicação (ENG, formato online) é organizada pelas investigadoras Isabel Ferin Cunha, Liziane Guazina, Ana Cabrera e Carla Martins.</p>



<p>Disponível em acesso aberto em:&nbsp;<strong><a href="https://doi.org/10.34619/pxe6-rjvn" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://doi.org/10.34619/pxe6-rjvn</a></strong></p>



<p>A publicação surge na sequência do seminário internacional “Media, Populism and Corruption”, organizado pelo ICNOVA em novembro de 2022 e integrado nas atividades do Observatório do Populismo do Século XXI.</p>



<p>Quatro aspetos fundamentais podem ser vistos ao longo do livro, guiando a organização do mesmo: a discussão teórico-conceptual sobre a relação entre Media e Populismo; a análise da centralidade de atores políticos populistas: a cumplicidade entre corporações/proprietários/operadores e os profissionais dos media com a expansão do populismo; e a relação entre o populismo e questões de identidade de género.</p>



<p>Os 11 capítulos de&nbsp;<em>Media, Populism and Corruption</em>, tanto teóricos como empíricos, abordam o fenómeno populista no Brasil, Espanha, Estados Unidos da América e Portugal.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/cover_issue_16_pt_PT-724x1024-1.jpg" alt="" class="wp-image-995569" width="400" height="566" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/cover_issue_16_pt_PT-724x1024-1.jpg 724w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2023/07/cover_issue_16_pt_PT-724x1024-1-212x300.jpg 212w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure>
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