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	<title>Impact stories Archives - ICNOVA</title>
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	<description>INSTITUTO DE COMUNICAÇÃO DA NOVA</description>
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	<title>Impact stories Archives - ICNOVA</title>
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		<title>ICNOVA reforça cooperação académica em São Tomé e Príncipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 14:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O investigador integrado do ICNOVA Alexandre Duarte realizou recentemente uma visita académica à Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), onde desenvolveu diversas atividades de ensino, formação e cooperação institucional. Durante a visita, lecionou aulas a diferentes anos de estudo, orientou estudantes de mestrado, dinamizou workshops e participou em reuniões com docentes e responsáveis académicos....</p>
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<p>O investigador integrado do ICNOVA Alexandre Duarte realizou recentemente uma visita académica à Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), onde desenvolveu diversas atividades de ensino, formação e cooperação institucional.</p>



<p>Durante a visita, lecionou aulas a diferentes anos de estudo, orientou estudantes de mestrado, dinamizou workshops e participou em reuniões com docentes e responsáveis académicos. O programa incluiu ainda encontros com o Presidente do ISEC e com as antigas ministras Armanda Cunha Coelho e Natália Umbelina, centrados em oportunidades de colaboração e desenvolvimento do ensino superior em São Tomé e Príncipe.</p>



<p>A iniciativa promoveu a partilha de conhecimentos, metodologias pedagógicas e boas práticas, contribuindo para reforçar o diálogo académico e identificar novas possibilidades de cooperação futura.</p>



<p>O investigador destaca o acolhimento muito positivo por parte de estudantes, docentes e dirigentes da instituição, sublinhando o potencial das relações estabelecidas para futuros projetos de investigação e colaboração internacional.</p>



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		<item>
		<title>Ana Marta M. Flores participa do podcast “O Futuro do Futuro” do Jornal Expresso</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/ana-marta-m-flores-participa-do-podcast-o-futuro-do-futuro-do-jornal-expresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 13:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[iNOVA Media Lab]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste episódio, conduzido por Pedro Miguel Coelho, o jornalista conversa com Ana Marta M. Flores, investigadora no ICNOVA e coordenadora do iNOVA Media Lab, sobre o fenómeno viral do “Italian brainrot”, as novas tendências digitais e o papel dos memes na comunicação entre os jovens. Uma conversa essencial para entender como os as novas gerações...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p><br>Neste episódio, conduzido por Pedro Miguel Coelho, o jornalista conversa com Ana Marta M. Flores, investigadora no ICNOVA e coordenadora do iNOVA Media Lab,  sobre o fenómeno viral do “Italian brainrot”, as novas tendências digitais e o papel dos <em>memes</em> na comunicação entre os jovens.</p>



<p> Uma conversa essencial para entender como os as novas gerações estão a moldar a cultura online.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-18.15.03-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-1004620" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-18.15.03-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-18.15.03-300x300.jpeg 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-18.15.03-150x150.jpeg 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-18.15.03-768x768.jpeg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-25-at-18.15.03.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p> Oiça aqui: <a href="https://expresso.pt/podcasts/o-futuro-do-futuro/2025-06-03-ja-ha-batalhas-nas-escolas-para-ver-quem-sabe-mais-personagens-do-italian-brainrot-mas-afinal-o-que-e-isso-e-como-se-tornou-viral--f5bf42e2"> https://expresso.pt/podcasts/o-futuro-do-futuro/2025-06-03-ja-ha-batalhas-nas-escolas-para-ver-quem-sabe-mais-personagens-do-italian-brainrot-mas-afinal-o-que-e-isso-e-como-se-tornou-viral&#8211;f5bf42e2</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Recursos CriA.On criados com Líderes Digitais</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/recursos-cria-on-criados-com-lideres-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[Media and Journalism]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo digital é opaco, embora pareça transparente,&#160;e seja fácil&#160;e rápido de aceder. Para saber como funciona e como se relaciona com os nossos comportamentos, a&#160;plataforma CriA.On&#160;desenvolveu&#160;três recursos educativos que podem ser utilizados em contexto escolar ou em ambientes informais de aprendizagem, num processo criativo que envolveu o conhecimento e a experiência de jovens Líderes...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>O mundo digital é opaco, embora pareça transparente,&nbsp;e seja fácil&nbsp;e rápido de aceder. Para saber como funciona e como se relaciona com os nossos comportamentos, a&nbsp;<a href="https://criaon.fcsh.unl.pt/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">plataforma CriA.On</a>&nbsp;desenvolveu&nbsp;três recursos educativos que podem ser utilizados em contexto escolar ou em ambientes informais de aprendizagem, num processo criativo que envolveu o conhecimento e a experiência de jovens Líderes Digitais.&nbsp;</p>



<p>Dirigidos em especial a adolescentes, estes recursos&nbsp;incentivam não só a&nbsp;exploração autónoma e a reflexão pessoal &#8211; favorecem também, e em especial,&nbsp;a troca de ideias entre participantes, sejam mais novos ou mais velhos.</p>



<p>1.&nbsp;<strong>Glossário Digital&nbsp;</strong>éo ponto de partida.&nbsp; Funciona como dicionário de conceitos fundamentais do universo digital &#8211; por exemplo o que são&nbsp;<em>cookies</em>, o&nbsp;<em>autoplay</em>, o&nbsp;<em>scroll</em>&#8230; O Glossário serve como ferramenta de consulta e como suporte para atividades desenvolvidas nas duas Operações seguintes, promovendo um vocabulário comum e atualizado.&nbsp;</p>



<p>2.&nbsp;<strong>Os Dados Estão Lançados</strong>&nbsp;propõe uma exploração crítica do fenómeno dos&nbsp;<strong>Big Data.&nbsp;</strong>Por exemplo, a partir da informação que aparece nos seus cartões ou recibos de compras acabadas de fazer, os participantes podem refletir sobre as formas como os dados são recolhidos, utilizados e interpretados, e sobre as implicações que daí decorrem.&nbsp;</p>



<p>3.&nbsp;<strong>Pegadas Digitais&nbsp;</strong>foca-se&nbsp;nas marcas que cada um de nós deixa no ambiente digital. Num ambiente onde tudo parece gratuito, desafia a pensar sobre a identidade digital que vamos fornecendo, para que servem e como funcionam os cookies, que desafios se colocam à nossa gestão do tempo online.</p>



<p>Cada um destes recursos compreende várias Missões e promove uma abordagem participativa e centrada no jovem.</p>



<p><strong>Uma construção em colaboração com jovens Líderes Digitais</strong></p>



<p>Tudo começou com uma dissertação de mestrado, de&nbsp;Ana Kubrusly, sobre a literacia dos Big Data, na Universidade Nova de Lisboa. Transformar esse conteúdo teórico em recursos educativos foi o desafio seguinte, realizado em conjunto com Tatiana Matos, também da plataforma CriA.On.&nbsp; Pouco a pouco, iam sendo pensadas as informações e as atividades centrais para mas ainda havia dúvidas sobre se a apresentação e a linguagem estavam adequadas a públicos juvenis.</p>



<p>Foi aqui que foi central o contributo de dez jovens do Programa Líderes Digitais.&nbsp;O contacto com&nbsp;jovens,&nbsp;de várias idades e escolas de vários pontos do país,&nbsp;foi dinamizado através da Direção Geral de Educação.</p>



<p>A exploração dos dois recursos &#8211;&nbsp;<strong>Os Dados estão Lançados</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Pegadas Digitais</strong>&nbsp;&#8211; com os seus colegas de escola foi o primeiro passo e antecedeu a apresentação das conclusões e comentários críticos deste grupo de Líderes Digitais. Partilhados em conjunto numa reunião por zoom com a equipa CriA.On, os seus contributos permitiram introduzir melhorias substantivas nos projetos iniciais, tornando-os mais interativos, visualmente mais atraentes e incentivando a mais procura de informação.&nbsp;Por exemplo,&nbsp;ambas&nbsp;possuem agora códigos QR e chamadas de atenção que encaminham os participantes para outras atividades e informações complementares.&nbsp;</p>



<p>Esta construção colaborativa com jovens continuará a ser uma marca na produção de futuros recursos gerados pela plataforma CriA.On.</p>



<p><strong>Operação &#8220;Glossário Digital&#8221;&nbsp;</strong>&#8211;&nbsp;<a href="https://criaon.fcsh.unl.pt/recurso/operacao-glossario-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://criaon.fcsh.unl.pt/recurso/operacao-glossario-digital/</a></p>



<p><strong>Operação &#8220;Os dados estão lançados&#8221;</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;<a href="https://criaon.fcsh.unl.pt/recurso/operacao-os-dados-estao-lancados/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://criaon.fcsh.unl.pt/recurso/operacao-os-dados-estao-lancados/</a></p>



<p><strong>Operação &#8220;Pegadas Digitais&#8221;</strong>&nbsp;&#8211;&nbsp;<a href="https://criaon.fcsh.unl.pt/recurso/operacao-pegadas-digitais/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">https://criaon.fcsh.unl.pt/recurso/operacao-pegadas-digitais/</a></p>



<p></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Videovigilância em Portugal: Novo projeto do ICNOVA, financiado pela FCT, estuda os impactos na privacidade e direitos dos cidadãos</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/entrevista-videovigilancia-em-portugal-novo-projeto-do-icnova-financiado-pela-fct-estuda-os-impactos-na-privacidade-e-direitos-dos-cidadaos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 12:49:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[iNOVA Media Lab]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto Exploratório &#8220;Videovigilância, Dados e Privacidade no Espaço Público em Portugal&#8221; (Vigi_Portugal), liderado pelo investigador Paulo Victor Melo (ICNOVA), recebeu 49 mil euros de financiamento da FCT e será acolhido pelo Instituto de Comunicação da NOVA. O projeto pretende explorar, numa perspetiva interdisciplinar, a videovigilância dos espaços públicos em Portugal, partindo da compreensão de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<h6 class="wp-block-heading has-text-align-left">O Projeto Exploratório <strong>&#8220;Videovigilância, Dados e Privacidade no Espaço Público em Portugal&#8221;</strong> (Vigi_Portugal), liderado pelo investigador Paulo Victor Melo (ICNOVA), recebeu <strong>49 mil euros de financiamento da FCT</strong> e será acolhido pelo Instituto de Comunicação da NOVA.</h6>



<p class="has-text-align-left">O projeto pretende explorar, numa perspetiva interdisciplinar, a videovigilância dos espaços públicos em Portugal, partindo da compreensão de que a tecnovigilância articula questões de mediações comunicacionais, relações de poder, interesses estatais e de grandes corporações tecnológicas, bem como direitos de cidadania. Nesta entrevista ao ICNOVA, o investigador fala em pormenor sobre o projeto, os seus objetivos e os resultados esperados.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="1003989" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/PVM-Entrevista-1-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1003989" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/PVM-Entrevista-1-819x1024.png 819w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/PVM-Entrevista-1-240x300.png 240w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/PVM-Entrevista-1-768x960.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/PVM-Entrevista-1.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="1003982" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/2-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1003982" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/2-819x1024.png 819w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/2-240x300.png 240w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/2-768x960.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/03/2.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
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<p><strong>ICNOVA:  Para começar nossa conversa poderia nos dizer o título do projeto? E em qual o contexto o projeto foi criado?</strong></p>



<p><strong>Paulo Victor Melo: </strong>O projeto chama-se “Videovigilância Dados e Privacidade no Espaço Público em Portugal” e foi aprovado no âmbito do concurso de projetos exploratórios em todos os domínios científicos da FCT, Fundação para a Ciência e Tecnologia. E a motivação principal foi dar continuidade e aprofundar uma pesquisa que eu já tenho realizado desde 2022 sobre a questão da tecnovigilância nos espaços públicos no Brasil e em Portugal. Então, aquilo que eu já encontrei, em termos de resultados, e em termos de análises, sobretudo no caso da videovigilância em Lisboa, queremos alargar isto para o conjunto do país.</p>



<p><strong>ICNOVA:  Então, a ideia é expandir de um âmbito municipal para um âmbito nacional?</strong></p>



<p><strong>PVM:</strong> Exatamente.</p>



<p><strong>ICNOVA:  E quais foram os resultados que conseguiram alcançar nessa primeira etapa da investigação?</strong></p>



<p><strong>PVM:</strong> Então, o projeto base para este que foi aprovado pela FCT, ele se focalizou no Sistema de vídeovigilância do Bairro Alto, que foi o primeiro sistema de Lisboa, não o primeiro do país, mas o primeiro da capital, que completou recentemente 10 anos de funcionamento. E a principal conclusão que chegamos é que as motivações para a instalação do sistema de videovigilância no Bairro Alto não são confirmadas por dados estatísticos que evidenciam a necessidade do uso do sistema. Uma questão que me parece importante dizer é que o uso de câmeras de videovigilância, e isso está em vários pareceres da Comissão Nacional de Proteção de Dados, ele por si só, já representa uma série de desafios em relação ao direito à privacidade. Algo, inclusive, está salvaguardado na Constituição Portuguesa, que é o direito que cada um de nós tem ao anonimato no espaço público. Nós temos o direito de circular pelos espaços públicos sem sermos identificados.</p>



<p><strong>ICNOVA: A videovigilância não fere também o regime de proteção de dados da União Europeia (RGPD)?</strong></p>



<p><strong>PVM:</strong> São duas coisas diferentes. Na verdade, o regime de proteção de dados, ele se sustenta neste direito primeiro, que é o direito ao anonimato. As pessoas podem andar livremente sem serem identificadas. Qual é a grande questão? É que as câmaras &#8211;&nbsp; e este é o discurso que sustenta inclusive a sua instalação &#8211; elas têm como fim o combate à criminalidade. Só que quando as câmeras são ativadas, elas registram imagens de todas as pessoas que por elas passam. Isto contraria um princípio constitucional que é o direito ao anonimato. As pessoas estão sendo registradas no espaço público mesmo sem ter incorrido em nenhum crime.</p>



<p><strong>&nbsp;</strong>Então, a Comissão Nacional de Proteção de Dados, em todos os seus pareceres, diz sempre que para se utilizar deste expediente, deste instrumento da videovigilância, é preciso ter uma argumentação, uma fundamentação muito sólida que deixe explícito que esse direito ao anonimato, ele já vai ser violado, mas ele justifica-se colocá-lo em discussão para a proteção de bens e de pessoas. Só que para isso é preciso ter dados estatísticos, é preciso que esses dados estatísticos não sejam, por exemplo, sobre uma cidade ou sobre um conselho, mas os dados sejam sobre a área circunscrita em que as câmeras vão estar localizadas, porque você pode ter um índice de criminalidade alto num conselho, mas as câmeras estarem em outro local, uma zona onde não decorre o problema&#8230;</p>



<p>A União Europeia têm legislações bastante firmes no sentido de preservar esse direito. Isto é ainda mais desafiador porque não há dados estatísticos, não apenas sobre a relação entre vídeovigilância e diminuição da criminalidade, mas não há dados tornados públicos e não há esclarecimento à população sobre quem gere essas informações, para onde essas informações vão? Por quanto tempo elas ficam preservadas? O que acontece se, por exemplo, o Ministério Público fizer a solicitação de uma imagem para um processo judicial? </p>



<p> Só para dar um exemplo: no Bairro Alto há as placas informando que há sistema de vídeovigilância está circunscrito àquela zona. Isto é obrigatório pela legislação portuguesa. Só que se nós formos observar aquelas placas, o trecho da lei que está ali citado é o trecho da lei número 1 de 2005, que foi a primeira lei de videovigilância de Portugal. Só que essa lei não existe mais. A lei em vigor é a lei 95 de 2021, então isto não foi atualizado. A lei nº 1 de 2005 autoriza captar e gravar imagens, já a lei de 2021,- por uma alteração que aconteceu 2012 e foi confirmada no 2021-  autoriza que as câmeras captem e gravem imagens, mas caso haja perigo e necessidade, elas também podem captar o  som. Então aquelas câmeras elas têm funcionalidades, ou melhor podem vir a ter funcionalidades, para captar também o seu som. Isto não estava na lei de 2005 nem está anunciado publicamente.<br><br><strong>ICNOVA: Além disso existe um direito à propriedade da sua imagem, que é direito inalienável: a  imagem e voz de uma pessoa não podem ser veiculados sem a sua devida autorização expressa.</strong></p>



<p>&nbsp;<strong>PVM:</strong> Pois, exatamente. Mas uma coisa é, digamos, que decorra uma manifestação no Bairro Alto e por ali passem mais de 500 pessoas ao mesmo tempo em frente à câmera, nesse caso você não consegue identificá-las individualmente. Outra situação é você estar numa esquina conversando com um amigo e uma câmera captar o seu som, e registar a sua conversa.&nbsp; Isto tem outra implicação em relação ao direito à confidencialidade, direito à propriedade de imagem, direito ao anonimato, etc. Então, voltando ao projeto, a ideia é analisar os dados dos apontamentos que já existem e coletamos sobre Bairro Alto e agora é alargar esta metodologia para o resto do país .</p>



<p>Uma questão extremamente importante que identificamos na pesquisa inicial no Bairro Alto &#8211;  é que é preciso, sobretudo, que os gestores públicos escutem as pessoas que vivem nas zonas em onde se pretende instalar essas câmeras. Em parceria com a Junta de Freguesia da Misericórdia foi feito um inquérito e entrevistas junto a moradores do Bairro Alto e a Associação de moradores e de comerciantes. E as duas associações relataram que a instalação das câmaras significou a redução do número de agentes policiais no território do Bairro Alto. Nos inquéritos confirmaram que a câmera é importante par segurança sim, verdade, mas a câmera sem os agentes policiais ela não tem muita efetividade. Se nós formos pensar a política de segurança interna de Portugal, a lei de  videovigilância é a primeira em 2005, mas em 2004 Portugal aprova o chamado “policiamento de proximidade”. E a videovigilância foi implementada como parte do policiamento de proximidade, isso é que acabou gerando uma gradual substituição dos agentes policiais pela câmera de vigilância.</p>



<p><strong>ICNOVA: Agora sobre o projeto atual exploratório do FCT, você conquistaram 50.000 euros em financiamento, não é?</strong></p>



<p><strong>PVM: </strong>Quase 50 mil euros, 49 693,39 €, com duração de 18 meses de execução, começa em fevereiro com duração até agosto de 2026. O projeto tem uma equipa, eu estou o como investigador principal e a equipa inclui a Professora Ana Viseu, também do ICNOVA, a Professora Catarina Froes, do Centro de Referência de Investigação em Antropologia (CRIA) e o Tarcízio Silvia, um pesquisador Brasileiro da Universidade Federal do ABC, no Brasil. </p>



<p><strong>ICNOVA: Então há um consórcio com o Brasil?</strong></p>



<p>Sim, porque o Brasil, ainda que existam muitas diferenças do ponto de vista legal — por exemplo, Portugal tem uma lei nacional sobre videovigilância, enquanto o Brasil não tem uma legislação única, permitindo que cada cidade e estado legisle como bem entender —, possui muitos estudos de referência sobre videovigilância. Temos também dois consultores no projeto: Joaquim Paulo Serra, da Universidade da Beira Interior, e Gema Caldon, de Espanha, ambos com estudos sobre ciência, tecnologia e sociedade, entre outros temas. O projeto prevê ainda algumas contratações, com a incorporação de novas pessoas na equipa, sendo abertos concursos para esse fim.</p>



<p><strong>ICNOVA: E como as estruturas do Instituto de Comunicação da NOVA irão auxiliar o projeto?</strong></p>



<p><strong>PVM:</strong> Iremos realizar reuniões híbridas e promover ações que acontecerão naturalmente aqui nas instalações do ICNOVA. Uma das propostas do projeto é a formalização de uma Rede Portuguesa de Estudos de Vigilância. Já estamos em contacto com professores da Universidade do Minho, da Universidade Autónoma de Lisboa, da UBI, do ISCTE e de outras instituições que também têm interesse no tema da vigilância. O projeto inicia em fevereiro e, em março, já teremos uma primeira reunião exploratória para pensarmos como será essa rede. O ICNOVA contribuirá sobretudo para a produção de conhecimento sobre este tema, que me parece cada vez mais relevante. Se pensarmos, por exemplo, que esta semana entrou em vigor na União Europeia o novo regulamento de inteligência artificial e que Portugal foi um dos países a defender o uso livre de inteligência artificial pelas forças de segurança, percebemos a importância da investigação na área. Desde 2 de fevereiro, Portugal está autorizado a utilizar tecnologias de inteligência artificial em nome da segurança nacional e foi um dos poucos países a defender esta posição.</p>



<p><strong>ICNOVA: Mas quais seriam as implicações disso na prática?</strong></p>



<p><strong>PVM:</strong> Acho que Portugal tem a possibilidade de se antecipar para evitar e coibir potenciais abusos decorrentes de uma banalização da vigilância . Parece-me uma oportunidade a ter em consideração, não é? Pois, o que aconteceu de 2021 para cá? Algo que eu e a Professora Ana Viseu nomeamos como “banalização da vigilância em Portugal” — ou seja, um aumento considerável do número de pedidos para a instalação de sistemas de videovigilância no país. Por exemplo, numa das entrevistas que realizámos com a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), a representante mencionou uma cidade que solicitou a instalação de videovigilância. Entre os supostos crimes que justificariam o pedido, estava, por exemplo, a venda de alimentos por ambulantes numa praia. Argumentava-se que naquela zona poderiam ser comercializados alimentos sem fiscalização sanitária, o que poderia representar um risco. É claro que esta é uma preocupação válida do ponto de vista sanitário, mas isso não configura um crime. Poderia ser tipificado como uma contravenção, mas não um crime que justificasse o uso da videovigilância, colocando em risco o direito constitucional ao anonimato.</p>



<p><strong>ICNOVA: E quais serão as novas cidades contempladas em Portugal?</strong></p>



<p> Já existem 10 cidades que tem o sistema de videovigilância em funcionamento: Coimbra, Amadora, Leiria, Olhão, Vila Franca de Xira, Portimão, Figueira da Foz, Porto, Santa Catarina (Lisboa), Bairro Alto (Lisboa) e Fátima (Santuário de Fátima). Há 5 que estão autorizados mas ainda não instalados: Estremoz, Faro, Albufeira, Funchal, Santarém.</p>



<p><strong>ICNOVA: E irão acompanhar as novas instalações dessas câmeras?</strong></p>



<p><strong>PVM: </strong>Nosso trabalho será nas cidades que já tem o sistema em funcionamento. E o que queremos fazer nessas 10 cidades? Primeiramente: a solicitação de informações às câmaras municipais sobre os contratos desses sistemas. Quais são as empresas que fornecem as câmeras? Como é que se deu isto por concurso público ou não? Quais os valores que as câmaras têm investido ano após ano. Quais são os dados que as câmaras municipais têm sobre a eficácia de sistemas? Vamos solicitar à polícia de segurança pública PSP ou a GNR &#8211; como é caso, por exemplo, do santuário de Nossa Senhora de Fátima que tem um sistema de videovigilância e na verdade quem opera é a GNR e não PSP. Que crimes o sistema de videovigilância contribuiu para coibir ou para encontrar os suspeitos e quais foram os resultados? Também iremos fazer entrevistas com associações de moradores, associações de comerciantes e juntas de freguesia dos territórios em que essas câmeras estão. E também realizar workshops sobre direito à privacidade e proteção de dados.</p>



<p><strong>ICNOVA: E quais são os outputs previstos?  </strong></p>



<p>Sim, o projeto vai ter um site, e a ideia é que este site já fique pronto já nos primeiros meses onde teremos já informações disponíveis. Teremos também uma conferência sobre o tema da Tecnovigilância com conferencistas internacionais e portugueses. Há publicações em revistas científicas nacionais e internacionais previstas. Outra ideia, como eu disse, é criar a Rede Portuguesa de Videovigilância. Também propomos um <em>policy paper</em> que é uma contribuição para a institucionalidade portuguesa sobre o que poderia ser feito ou o que pode ser feito em termos de videovigilância pensando a proteção de dados e direito de privacidade.</p>



<p><strong>ICNOVA: Muitos parabéns, boa continuação e imagino que terão bastante trabalho pela frente!</strong></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>PVM: </strong>Sim, é verdade, estamos animados, muito obrigada!<br></p>



<p class="has-text-align-right"><em>Entrevista realizada por Bárbara Bergamaschi Novaes, Gestora de Comunicação do ICNOVA, em fevereiro de 2025.<br></em></p>



<p class="has-text-align-right"></p>



<h6 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><span style="text-decoration: underline;">Saiba mais</span></strong></h6>



<figure class="wp-block-embed alignright is-type-wp-embed is-provider-icnova wp-block-embed-icnova"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="NWpl5pW8xg"><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/projetos/vigi_portugal-video-surveillance-data-and-privacy-in-public-space-in-portugal/">Vigi_Portugal &#8211;  Video-surveillance, Data, and Privacy in Public Space in Portugal</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Vigi_Portugal &#8211;  Video-surveillance, Data, and Privacy in Public Space in Portugal&#8221; &#8212; ICNOVA" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/projetos/vigi_portugal-video-surveillance-data-and-privacy-in-public-space-in-portugal/embed/#?secret=UyXez9sqXk#?secret=NWpl5pW8xg" data-secret="NWpl5pW8xg" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
</div></figure>



<p class="has-text-align-left"><strong>Nome do Projeto:</strong>&nbsp;Video-surveillance, Data, and Privacy in Public Space in Portugal</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Acrónimo:</strong>&nbsp;Vigi_Portugal</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Refª:</strong> 2023.12531.PEX </p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Investigador Principal:</strong>&nbsp;Paulo&nbsp;Victor&nbsp;Melo</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Financiamento atribuído:</strong> 49 693,39 €</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Equipa</strong><br>Paulo Victor Melo – Investigador Responsável (Universidade Nova de Lisboa,<br>Portugal)<br>Ana Viseu – Membro (Universidade Nova de Lisboa, Portugal)<br>Catarina Fróis – Membro (Centro em Rede de Investigação em Antropologia, Portugal)<br>Tarcízio Silva – Membro (Universidade Federal do ABC, Brasil)</p>



<p class="has-text-align-right"> <br></p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Como lidar e tirar partido das APPs?</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/como-lidar-e-tirar-partido-das-apps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 15:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[Research groups]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Media and Journalism]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar e tirar partido das APPs Como funcionam as aplicações digitais, como procurar assumir o seu controlo e como tirar partido de aplicações sobre o bem estar? Estes são novos recursos práticos disponibilizados na plataforma&#160;CriA.On&#160;– Crianças e Adolescentes Online: conhecer e capacitar. Na forma de três pequenos guias em linguagem acessível a crianças e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p><strong>Como lidar e tirar partido das APPs</strong></p>



<p>Como funcionam as aplicações digitais, como procurar assumir o seu controlo e como tirar partido de aplicações sobre o bem estar? Estes são novos recursos práticos disponibilizados na plataforma&nbsp;<a href="https://criaon.fcsh.unl.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CriA.On</a>&nbsp;– Crianças e Adolescentes Online: conhecer e capacitar.</p>



<p>Na forma de três pequenos guias em linguagem acessível a crianças e adolescentes, estes recursos resultam da adaptação de guias destinados a adultos e foram previamente testados com jovens.</p>



<p> Na sua base, está o estudo que Rita Sepúlveda, investigadora do Instituto de Comunicação da Nova (ICNOVA) realizou sobre a relação entre aplicações digitais e bem-estar. O grafismo é de Ana Marta Flores, também do ICNOVA. </p>



<p>Dirigida a famílias, educadores e outros profissionais que lidam com crianças e jovens e contendo recursos práticos que podem ser por eles usados, a rede CriA.On apresenta conteúdos em língua portuguesa e&nbsp;inclui também a apresentação de resultados de estudos, nacionais e internacionais.</p>



<p>Os guias foram elaborados no contexto do projeto WellApp desenvolvido no ICNOVA.</p>



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<p>Encontre os recursos na plataforma CriA.On aqui: <a href="https://criaon.fcsh.unl.pt/recursos/">https://criaon.fcsh.unl.pt/recursos/</a></p>



<p>Saiba mais sobre o projeto Wellapp aqui:<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-icnova wp-block-embed-icnova"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="z3incrWOjH"><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/projetos/wellapp/">WellApp</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;WellApp&#8221; &#8212; ICNOVA" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/projetos/wellapp/embed/#?secret=o48n6wFvcz#?secret=z3incrWOjH" data-secret="z3incrWOjH" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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		<title>Especialista do ICNOVA comenta as atualizações na política de supervisão da Meta para 2025</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/especialista-do-icnova-comenta-as-atualizacoes-na-politica-de-supervisao-da-meta-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 14:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[iNOVA Media Lab]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paulo Nuno Vicente investigador do ICNOVA e coordenador do iNOVA Media Lab, foi entrevistado pela Revista Sábado, no artigo “Discurso de ódio e fact-checking. O que muda no Facebook e Instagram?” da jornalista Sofia Parissi, que aborda as novas políticas de supervisão anunciadas pela Meta. A notícia destaca as mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg, CEO...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>Paulo Nuno Vicente investigador do ICNOVA e coordenador do iNOVA Media Lab, foi entrevistado pela Revista Sábado, no artigo “Discurso de ódio e fact-checking. O que muda no Facebook e Instagram?” da jornalista Sofia Parissi, que aborda as novas políticas de supervisão anunciadas pela Meta.</p>



<p>A notícia destaca as mudanças anunciadas por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, já implementadas nos EUA, incluindo uma controversa revisão do código de conduta que levanta questões sobre liberdade de expressão e discurso de ódio nas plataformas Facebook, Instagram e Threads. </p>



<p>O novo código na prática permite que os comentários de utilizadores de redes sociais defendam limitações no acesso a determinadas profissões com base na orientação sexual, e façam alegações de doença mental ou anormalidade com base no género ou orientação sexual.</p>



<p>Segundo Paulo Nuno Vicente, estas mudanças podem ter implicações profundas:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É culturalmente e socialmente perturbador assistirmos a este tipo de desresponsabilização sobre o tomar partido acerca do discurso de ódio. (&#8230;) Este ambiente de desresponsabilização irá facilitar também a disseminação deste discurso de ódio por contas e agentes de inteligência artificial.”</p>
</blockquote>



<p>O investigador também levanta questões sobre o timing da Meta às vésperas da posse do candidato eleito à presidência,  Donald Trump:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p> “Porquê agora? Porque provavelmente não havia um ambiente de favorecimento político a este tipo de iniciativas.”</p>
</blockquote>



<p>Leia a entrevista completa na Revista Sábado aqui: https://www.sabado.pt/vida/detalhe/discurso-de-odio-e-fact-checking-o-que-muda-no-facebook-e-instagram</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="1003477" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/01/ICNOVA-NOS-MEDIA-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1003477" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/01/ICNOVA-NOS-MEDIA-1-1024x1024.png 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/01/ICNOVA-NOS-MEDIA-1-300x300.png 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/01/ICNOVA-NOS-MEDIA-1-150x150.png 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/01/ICNOVA-NOS-MEDIA-1-768x768.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/01/ICNOVA-NOS-MEDIA-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Conheça a investigação de Carolina Ferreira Baptista  pontuada com nota máxima na Prova de Doutoramento</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/conheca-a-investigacao-de-carolina-ferreira-baptista-pontuada-com-nota-maxima-na-prova-de-doutoramento-no-icnova/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 15:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Culture Mediation and Arts]]></category>
		<category><![CDATA[Media and Journalism]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.icnova.fcsh.unl.pt/?p=1003336</guid>

					<description><![CDATA[<p>Carolina Ferreira Baptista concluiu a sua investigação em Ciências da Comunicação, na Universidade Nova de Lisboa, em Junho de 2024. Com um percurso dedicado à Cultura Contemporânea e à Linguagem, a investigadora dedicou-se ao estudo das práticas discursivas na anorexia nervosa, num projecto iniciado no final de 2020 e que culminou com a defesa pública...</p>
<p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/conheca-a-investigacao-de-carolina-ferreira-baptista-pontuada-com-nota-maxima-na-prova-de-doutoramento-no-icnova/">Conheça a investigação de Carolina Ferreira Baptista  pontuada com nota máxima na Prova de Doutoramento</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/">ICNOVA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>Carolina Ferreira Baptista concluiu a sua investigação em Ciências da Comunicação, na Universidade Nova de Lisboa, em Junho de 2024. Com um percurso dedicado à Cultura Contemporânea e à Linguagem, a investigadora dedicou-se ao estudo das práticas discursivas na anorexia nervosa, num projecto iniciado no final de 2020 e que culminou com a defesa pública da dissertação <em>Do Imperceptível: Uma Analítica da Comunicabilidade na Anorexia Nervosa</em>, sob orientação das professoras Maria Augusta Babo (ICNOVA) e Isabel do Carmo (FMUL).&nbsp;</p>



<p>A investigação moveu-se num único eixo: a instanciação do <em>movimento</em> – o movimento ágil do pensamento e da manutenção da actividade na construção subjectiva – enquanto ponto de partida e de chegada na anorexia nervosa. De acordo com o seu trabalho, a doença, distendendo-se para lá da concretude de um <em>eu</em>, encontra na subjectividade uma malha pulsional, propensa à reunião de elementos dispersos, contraditórios e, claro, alheios à consolidação de modelos clínicos, culturais e teóricos. A sua apresentação enquanto projecto de subjectivação revelou, antes de mais, o carácter imprescindível do movimento na sua consolidação. O sujeito <em>torna-se</em> anoréctico, não <em>é</em> anoréctico. É também por isso que a proposta de uma analítica da comunicabilidade anoréctica se revelou um exercício móvel e dinâmico, nunca esquecendo o gesto que orientou o estudo: a problematização.&nbsp;</p>



<p>Ao fixar a anorexia nos termos da subjectividade e da sua dimensão imperceptível, indagou-se a possibilidade de reunir os elementos contraditórios e opacos (comer e não comer, mover-se ou imobilizar-se, etc.), longe de uma síntese exaustiva do que poderá figurar na descrição comum da patologia. Contra a evidência do corpo emagrecido e da profusão sintomatológica, necessariamente ostensiva para o <em>Outro</em>, a auto-restrição surge como força motriz da anorexia nervosa – o labor necessário para se tornar anoréctico parte da sua capacidade para se conter.  Assim, a auto-restrição corresponde ao indicador pulsional do esquema subjectivo anoréctico &#8211; antes, durante e depois do corpo patológico.</p>



<p> Assim, na assunção do carácter transitório da subjectividade anoréctica, só o discurso enformou o que se pretendia com a aspiração à correspondência entre as teses defendidas e o objecto analisado. Para enquadrar a doença no dinamismo da subjectividade foi preciso atender às suas manifestações vivas, isto é, ao seu movimento. Por isso, foi no discurso que se encontrou uma via de acesso à comunicabilidade anoréctica &#8211; não fosse a boca o lugar onde <em>comida</em>, <em>fala</em> e <em>afecção </em>enformam o principar do <em>sujeito-anoréctico</em>.</p>



<p>As principais conclusões podem sintetizar-se nas formulações seguintes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>A subjectividade responde à natureza pulsional e contraditória da patologia, contra a rigidez dos modelos de auto-objectificação.</li>



<li>&nbsp;A auto-restrição é o principal marcador da subjectividade anoréctica.</li>



<li>Verifica-se uma correlação entre a subjectividade anoréctica e a matriz cultural contemporânea.</li>
</ol>



<p>A investigação ainda foi destaque em uma série de notícias nos media:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Expresso:&nbsp;<a href="https://multimedia.expresso.pt/anorexia/">Anorexia. O bicho pegajoso que teima em não sair</a></li>



<li>Podcast Geração Z &#8211; Rádio Renascença:&nbsp;<a href="https://omny.fm/shows/renascen-a-gera-o-z/antinatura-e-tamb-m-afeta-os-homens-como-que-se-vi">É “antinatura” e também afeta os homens. Como é que se vive com um distúrbio alimentar? &#8211; Renascença &#8211; Geração Z &#8211; Omny.fm</a></li>



<li>Artigo Rádio Renascença:&nbsp;<a href="https://rr.sapo.pt/especial/geracao-z/2024/10/31/e-antinatura-e-tambem-afeta-os-homens-como-e-que-se-vive-com-um-disturbio-alimentar/397713/">É “antinatura” e também afeta os homens. Como é que se vive com um distúrbio alimentar? &#8211; Renascença</a></li>



<li>Público:&nbsp;<a href="https://www.publico.pt/2022/06/02/p3/noticia/carolina-fala-pessoas-anorexia-entender-doenca-enfrentou-enfrenta-2008529">Carolina fala com pessoas com anorexia para entender a doença que enfrentou — e enfrenta | Saúde mental | PÚBLICO</a></li>
</ul>



<p>A tese está disponibilizada no repositório da UNL aqui: <a href="https://run.unl.pt/handle/10362/171921" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RUN: Do Imperceptível: Uma analítica da comunicabilidade na Anorexia Nervosa </a></p>



<p><strong>Biografia</strong></p>



<p>Carolina Ferreira Baptista é investigadora no ICNOVA e Responsável de Comunicação das Relações Internacionais e dos Assuntos Internos no INL &#8211; Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia. Foi Professora Assistente Convidada na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e continua a dedicar-se à investigação especializada em Comunicação e Linguagens. Oriunda de Lisboa, vive actualmente em Braga.</p>



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		<title>Prémios INN 2024 distinguem cinco projetos na área da inovação nos media</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/premios-inn-2024-distinguem-cinco-projetos-na-area-da-inovacao-nos-media/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 16:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Media and Journalism]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segunda edição reconheceu projetos em cinco categorias. O prémio respeitante a Soluções para a Sustentabilidade nos Media não foi atribuído. ASPEA &#8211; Associação Portuguesa de Educação Ambiental, Bantumen, Mensagem de Lisboa, Público e StreamofBooks&#160;foram os vencedores dos Prémios INN 2024, Prémios de Inovação nos Media concedidos anualmente pelo Obi.media &#8211; Observatório de Inovação nos Media,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p><strong>Segunda edição reconheceu projetos em cinco categorias. O prémio respeitante a Soluções para a Sustentabilidade nos Media não foi atribuído.</strong></p>



<p>ASPEA &#8211; Associação Portuguesa de Educação Ambiental, Bantumen, Mensagem de Lisboa, Público e StreamofBooks&nbsp;foram os vencedores dos Prémios INN 2024, Prémios de Inovação nos Media concedidos anualmente pelo Obi.media &#8211; Observatório de Inovação nos Media, estrutura da Universidade NOVA de Lisboa &#8211; NOVA FCSH.</p>



<p>Neste ano, os Prémios INN 2024 reconheceram trabalhos e projetos em cinco categorias: Narrativas Jornalísticas Inovadoras, Produtos e Projetos Jornalísticos, Envolvimento e/ou Capacitação dos Públicos, Equidade, Inclusão e Acessibilidade, e Uso dos Media Digitais em Contextos Artísticos, Culturais e Criativos. </p>



<p>O júri, constituído por <a href="https://www.instagram.com/antoniogranado/">@antoniogranado</a>, <a href="https://www.instagram.com/dora.santos.silva/">@dora.santos.silva</a>, Miguel Crespo, <a href="https://www.instagram.com/rijpm/">@rijpm</a> e <a href="https://www.instagram.com/verapenedamaast/">@verapenedamaast</a>, decidiu não atribuir prémio na categoria Soluções para a Sustentabilidade dos Media e restante SCC, pelo número diminuto de candidatos e respetiva qualidade. &#8220;Isto diz-nos que, na verdade, o financiamento dos media e do restante setor cultural e criativo, continua a ser o grande desafio desta área e não existem soluções, mesmo a um nível micro, que consigam ser escaláveis ou ter real impacto&#8221;, justificou Dora Santos-Silva, coordenadora do Obi.media e membro do júri.</p>



<p>Vencedores dos Prémios INN 2024 por categoria:</p>



<p>Narrativas Jornalísticas Inovadoras:&nbsp;Portugueses ciganos &#8211; uma história com cinco séculos, da autoria de Ana Cristina Pereira (texto), José Alves e Francisco Lopes (infografia), jornalistas do <a href="https://www.instagram.com/publico.pt/">@publico.pt</a></p>



<p>Produtos e Projetos Jornalísticos:&nbsp;Projeto Narrativas, da autoria de <a href="https://www.instagram.com/mensagem.lisboa/">@mensagem.lisboa</a></p>



<p>Envolvimento e/ou Capacitação dos Públicos:&nbsp;XQ.EUJOY, co-coordenado pela&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/aspea_ong/">@aspea_ong</a></p>



<p>Equidade, Inclusão e Acessibilidade: projeto&nbsp;Bantumen &#8211; A Cultura Negra da Lusofonia, <a href="https://www.instagram.com/bantu_men/">@bantu_men</a></p>



<p>Uso dos Media Digitais em Contextos Artísticos, Culturais e Criativos:<a href="https://streamofbooks.com"> StreamofBooks,</a> coordenador por Paperview.net</p>



<p>Parabéns a todos os vencedores!</p>



<p>Texto: Divulgação Obi.Media e <a href="https://www.fcsh.unl.pt/premios-inn-2024-distinguem-cinco-projetos-na-area-da-inovacao-nos-media/">NOVA FCSH.</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1005" data-id="1002444" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-16-as-17.23.21-1024x1005.jpg" alt="" class="wp-image-1002444" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-16-as-17.23.21-1024x1005.jpg 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-16-as-17.23.21-300x294.jpg 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-16-as-17.23.21-768x754.jpg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-16-as-17.23.21-1536x1507.jpg 1536w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/09/Captura-de-Tela-2024-09-16-as-17.23.21.jpg 1832w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Screenshot</figcaption></figure>
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		<title>Literacia mediática ajuda a combater a desinformação</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/literacia-mediatica-ajuda-a-combater-a-desinformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 09:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Media & Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Media and Journalism]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contrariar o ceticismo sobre toda a informação online é uma das recomendações do projeto OMEDIALITERACY, onde o ICNOVA participou. Para isso é preciso ser capaz de distinguir as fontes de informação fiáveis das que não o são. E isso faz parte da literacia mediática. Para contrariar a desinformação que afeta pessoas, organizações e a própria...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<h6 class="wp-block-heading"><strong>Contrariar o ceticismo sobre toda a informação online é uma das recomendações do projeto OMEDIALITERACY, onde o ICNOVA participou. Para isso é preciso ser capaz de distinguir as fontes de informação fiáveis das que não o são. E isso faz parte da literacia mediática.</strong></h6>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href=" https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Decisores-de-Politicas-Publicas-Literacia-mediatica-1.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" width="733" height="1024" data-id="999811" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.26-733x1024.png" alt="" class="wp-image-999811" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.26-733x1024.png 733w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.26-215x300.png 215w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.26-768x1073.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.26-1099x1536.png 1099w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.26-1465x2048.png 1465w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.26.png 1574w" sizes="(max-width: 733px) 100vw, 733px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Educadores-Literacia-mediatica-1.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" width="744" height="1024" data-id="999810" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.38-744x1024.png" alt="" class="wp-image-999810" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.38-744x1024.png 744w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.38-218x300.png 218w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.38-768x1057.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.38-1116x1536.png 1116w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.38-1488x2048.png 1488w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.38.png 1568w" sizes="(max-width: 744px) 100vw, 744px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Jornalistas-Literacia-mediatica-1.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" width="741" height="1024" data-id="999809" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.13-741x1024.png" alt="" class="wp-image-999809" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.13-741x1024.png 741w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.13-217x300.png 217w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.13-768x1062.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.13-1111x1536.png 1111w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.13-1481x2048.png 1481w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-16-as-12.00.13.png 1584w" sizes="(max-width: 741px) 100vw, 741px" /></a></figure>
</figure>



<p>Para contrariar a desinformação que afeta pessoas, organizações e a própria sociedade, são necessários mais programas consistentes de literacia mediática, aponta o projeto OMEDIALITERACY, financiado pelo programa EMIF e a Fundação Gulbenkian.</p>



<p>Um dos seus objetivos foi identificar o impacto de ações de literacia mediática, a partir de estudos já realizados. E alguns resultados desses estudos constituem “um alerta”, aponta Cristina Ponte, coordenadora da equipa portuguesa. Por exemplo, apenas uma em cinco ações de literacia mediática avalia os seus efeitos a longo prazo e quase metade das ações colocam os seus destinatários numa posição passiva de exposição à mensagem.</p>



<p>Outros resultados destes estudos sobre impactos de ações de literacia mediática permitiram ao projeto OMEDIALITERACY identificar características que contribuem para a eficácia dessas ações. As atividades devem ser curtas, adequadas a diferentes públicos, simples e repetidas com frequência, e decorrer em horários convenientes. Devem promover sobretudo as competências de seleção, como verificar a fonte de um artigo, a sua veracidade, a intenção persuasiva do título ou o meio de divulgação que é usado.</p>



<p>Por sua vez, a avaliação dos efeitos destas intervenções deve ir além do rigor da apreciação e considerar os efeitos psicológicos implicados, como conhecimento, crenças, atitudes, intenções e comportamentos dos participantes, destacam as conclusões destes estudos.</p>



<p>Liderado pela Universidade Autónoma de Barcelona, o consórcio do projeto OMEDIALITERACY envolveu a Universidade de Viena, a Universidade Livre de Amsterdão e a Universidade NOVA de Lisboa analisou também políticas e iniciativas internacionais, europeias e dos países envolvidos.</p>



<p>Destinadas a vários públicos, como jornalistas, educadores e decisores de políticas públicas, foram produzidas infografias com as sínteses dos resultados do projeto nas várias línguas dos países participantes.</p>



<p><strong>Literacia Mediática para Combater a Desinformação &#8211; Notas para jornalistas</strong><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Jornalistas-Literacia-mediatica-1.pdf">. Consultar aqui.</a>  </p>



<p><strong>Literacia Mediática para Combater a Desinformação &#8211; Notas para Decisores de Políticas Públicas</strong>. <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Decisores-de-Politicas-Publicas-Literacia-mediatica-1.pdf">Consultar aqui.</a></p>



<p><strong>Literacia Mediática para Combater a Desinformação &#8211; Notas para Educadores</strong>. <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/04/Educadores-Literacia-mediatica-1.pdf">Consultar aqui.</a></p>



<p></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Mais informações poderão ser encontradas no website do projeto: <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/projetos/omedia-literacy/">aqui</a>.</strong></p>
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		<title>Estudo do Council of Europe, com participação do ICNOVA, revela que a maioria dos países da U.E não possui políticas específicas para a IA na educação</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/grupo-de-especialistas-do-conselho-da-europa-council-of-europe-publica-estudo-com-participacao-de-investigador-do-icnova/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bárbara B. Novaes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 19:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impact stories]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[iNOVA Media Lab]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paulo Nuno Vicente, investigador do ICNOVA e coordenador do iNOVA Media Lab, integrou o Grupo de Especialistas do Conselho da Europa (Council of Europe) em Inteligência Artificial e Educação. Em setembro-outubro de 2022 o Grupo, composto por especialistas de diversos países da U.E, analisou o impacto da Inteligência Artificial (IA) nos direitos humanos, na democracia...</p>
<p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/grupo-de-especialistas-do-conselho-da-europa-council-of-europe-publica-estudo-com-participacao-de-investigador-do-icnova/">Estudo do Council of Europe, com participação do ICNOVA, revela que a maioria dos países da U.E não possui políticas específicas para a IA na educação</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/">ICNOVA</a>.</p>
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<p> </p>



<p><a href="https://www.facebook.com/pnvicente?__cft__[0]=AZX2yRv5EdcRv3qA-1p5oGQTwDXuKwokSlc4-kdw3B6pnpejcYWeEuhg9UK8GZLBtWCFl1rws11RTAy7IXGNEuQZ7_M-s_yqD6MlTh3tswWd0gsTuLjOeIBlfILx0yhd5H4QTrx0EDkkvCYUDuM9MdNuHaTmO6WFMH7Mn8sLIFpPhDpZG8KzfcCtgk-Rzfk0u72pgc7VOMlliaYBAQvzrVjj&amp;__tn__=-]K-R">Paulo Nuno Vicente</a>, investigador do ICNOVA e coordenador do <a href="https://www.facebook.com/inovamedialab?__cft__[0]=AZX2yRv5EdcRv3qA-1p5oGQTwDXuKwokSlc4-kdw3B6pnpejcYWeEuhg9UK8GZLBtWCFl1rws11RTAy7IXGNEuQZ7_M-s_yqD6MlTh3tswWd0gsTuLjOeIBlfILx0yhd5H4QTrx0EDkkvCYUDuM9MdNuHaTmO6WFMH7Mn8sLIFpPhDpZG8KzfcCtgk-Rzfk0u72pgc7VOMlliaYBAQvzrVjj&amp;__tn__=-]K-R">iNOVA Media Lab</a>, integrou o Grupo de Especialistas do Conselho da Europa (<a href="https://www.facebook.com/councilofeurope?__cft__[0]=AZW-lzXcq99z6IZaMgJSoruV9qLIRMwMxMISwLd5gG63_5Oo0UsSv9R9M6a3SzVhpx-g67ec2Rba0gkyt1Bc4nUOgwYL1n8upvnLsBWvaQ-TjburuIghe7iITB-cT1k3SfA&amp;__tn__=-]K*F" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Council of Europe</a>) em Inteligência Artificial e Educação.</p>



<p>Em setembro-outubro de 2022 o Grupo, composto por especialistas de diversos países da U.E,  analisou o impacto da Inteligência Artificial (IA) nos direitos humanos, na democracia e no estado de direito.  </p>



<p>O grupo  conduziu uma pesquisa para entender melhor as relações entre IA e educação, bem como as estratégias existentes sobre o assunto, e como parte dos recursos desenvolvidos foi publicada a infografia &#8220;O Estado da Inteligência Artificial e a Educação na Europa&#8221;.</p>



<p>Os resultados revelam que a maioria dos países membros não possui políticas específicas para a IA na educação. O estudo destaca a necessidade urgente de políticas e estratégias dedicadas à IA na educação para garantir o respeito aos  valores do Conselho da Europa. Afirma-se que é crucial que os Estados membros desenvolvam competências para usar a IA de forma responsável e compreender suas implicações na vida cotidiana.</p>



<p>Além disso, enfatizou-se a importância do envolvimento ativo de stakeholders tais como educadores, pais e alunos, na elaboração dessas políticas, uma vez que são diretamente afetadas por elas.</p>



<p>Embora os resultados apontem para um interesse crescente na integração da IA na educação, concluiu-se que é necessário um esforço coletivo para garantir que as políticas estejam alinhadas com um uso ético e responsável da tecnologia.<br><br> A publicação na integra está disponível gratuitamente na ligação abaixo, em inglês:</p>



<p><a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/03/The-State-of-Artificial-Intelligence-in-Education-infographic.pdf">https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2024/03/The-State-of-Artificial-Intelligence-in-Education-infographic.pdf</a></p>



<p>Esse e outros recursos podem ser consultados gratuitamente aqui: <a href="https://www.coe.int/en/web/education/artificial-intelligence-and-education">https://www.coe.int/en/web/education/artificial-intelligence-and-education</a></p>
</div><!-- .vgblk-rw-wrapper --><p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/grupo-de-especialistas-do-conselho-da-europa-council-of-europe-publica-estudo-com-participacao-de-investigador-do-icnova/">Estudo do Council of Europe, com participação do ICNOVA, revela que a maioria dos países da U.E não possui políticas específicas para a IA na educação</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/">ICNOVA</a>.</p>
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