Demasiado velho para o digital2019-11-15T22:49:37+00:00

DEMASIADO VELHO PARA O DIGITAL? ENVELHECIMENTO ATIVO E OS USOS DAS TIC POR PESSOAS MAIS VELHAS NO BRASIL E EM PORTUGAL

Celiana Azevedo (Coord.)
Collection: Livros ICNOVA
Year of edition: 2019
ISBN: 978-972-9347-32-0 (Digital)
ISBN: 978-972-9347-31-3 (Impresso)

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Índice

Introdução

PARTE I – REFERENCIAL TEÓRICO E CONTEXTUALIZAÇÃO

CAPÍTULO 1 – TEORIAS LIGADAS AO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO E A RELAÇÃO COM AS TIC
Introdução
1.1 – O curso de vida e o conceito de envelhecimento ativo
1.2 – O conceito de geração na perspectiva da gerontecnologia
1.3 – Entre a teoria da atividade e a teoria do desengajamento
1.3.1 – Envelhecimento ativo, a atividade e a produtividade na terceira idade
1.4 – Selecionar, otimizar e compensar
1.5 – Teoria da Inovação do envelhecimento bem-sucedido e os desafios para os mais velhos
1.5.1 – Tecnologia positiva: o uso das TIC como uma forma de inovação
Considerações Finais

CAPÍTULO 2 – ESTUDOS QUE ARTICULAM TEMÁTICAS SOBRE OS IDOSOS, O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO E AS TIC  Introdução
2.1 – As tecnologias moldam e são moldadas por sociedades cada vez mais envelhecidas
2.2 – Qualidade de vida no processo de envelhecimento e inclusão social através das tecnologias
2.3 – Relações intergeracionais mediadas pelas tecnologias
2.4 – Tecnologias: um domínio complexo a ser adquirido?
2.5 – Digitalização progressiva da geração mais velha e a importância das características sociodemográficas
Considerações finais

CAPÍTULO 3 – CONTEXTOS DO ESTUDO: AS POLÍTICAS DE INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL E EM PORTUGAL COM REFERÊNCIA À POPULAÇÃO IDOSA
Introdução
3.1 – A relação entre a exclusão social e digital
3.1.1 – Inclusão Social
3.1.2 – Inclusão digital
3.2 – Políticas de inclusão digital
3.2.1 – Políticas de inclusão digital em Portugal: a União Europeia e os idosos
3.2.2 – Inclusão digital no Brasil: telecentro, lanhouse e o celular
3.3 – Serviços do Governo a partir de plataformas digitais: e-governance e o cidadão idoso
3.3.1 – Governo eletrônico no Brasil e em Portugal
Considerações finais

PARTE II – ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS, ANÁLISES E RESULTADOS

CAPÍTULO 4 – METODOLOGIA PARA ESTUDO SOBRE A RELAÇÃO DE IDOSOS COM AS TECNOLOGIAS NO BRASIL E EM PORTUGAL
Introdução
4.1 – Pergunta de pesquisa
4.2 – Abordagem metodológica qualitativa: iluminar o geral ao focar no particular
4.3 – Brasil e Portugal: uma pesquisa, dois campos
4.3.1 – Instituições participantes
4.3.2 – Preparação para a pesquisa de campo
4.4 – Características da amostragem
4.5 – No terreno: observação não participante, entrevistas individuais e grupos de foco
4.5.1 – Observação não participante
4.5.2 – Grupos de Foco
4.5.3 – Entrevistas
4.6 – Interpretação dos dados e considerações finais

CAPÍTULO 5 – ANÁLISE DE DADOS: PESSOAS MAIS VELHAS E SUAS RELAÇÕES COM AS TECNOLOGIAS EM AMBIENTE FAMILIAR E EM OUTROS CONTEXTOS SOCIAIS
Introdução
5.1 – Posse das TIC e percepções individuais
5.2 – As relações familiares: apoio instrumental e social na velhice
5.3 – Os benefícios tecnológicos podem não ocorrer
5.4 – O uso das TIC e aspectos geracionais
5.5 – As relações de amizade
5.6 – Aposentadoria e tempo livre
5.7 – O idadismo e o velho visto como o “outro”
5.8 – Experiências de marginalização e isolamento social: a viuvez e a depressão

CONCLUSÕES
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS