Os investigadores integrados Pedro Coelho e Marisa Torres da Silva, assim como o doutorando Filipe Teles, do grupo Media e Jornalismo, são formadores num programa de formação inédito, que envolve professores e investigadores da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH), estudantes que concluíram o 1º ciclo em Ciências da Comunicação na mesma instituição e jornalistas de diversos órgãos de comunicação social. Esta iniciativa tem a coordenação de Pedro Coelho e integra o Programa sobre Desinformação da NOVA FCSH. 

A decorrer entre 7 de setembro e 26 de outubro, no Cenjor – Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas, a formação Jornalismo e Desordens Informativas (45 horas) materializa uma aliança estratégica entre a academia e o jornalismo, visando dotar jornalistas e futuros jornalistas de ferramentas de descodificação e de proteção face às desordens informativas atuais.

Numa perspetiva multidisciplinar, e através da partilha de conhecimento científico e da análise de estudos recentes, o programa capacita os participantes para compreender fenómenos políticos contemporâneos, detetar estratégias de desinformação populista e mitigar o discurso de ódio online. Focada na ecologia mediática atual, a formação cruza a reflexão crítica com competências práticas, abordando desde o enquadramento legal e a proteção de jornalistas até ao uso de ferramentas digitais de fact-checking e ao impacto da Inteligência Artificial, apostando no papel da reportagem e do jornalismo de investigação.
Esta iniciativa tem como formadores Ana Filipa Joaquim (IPRI / NOVA FCSH), Filipe Teles (ICNOVA / NOVA FCSH), Guilherme Pinto (NOVA FCSH), Íris Confortini (NOVA FCSH), João Cancela (IPRI / NOVA FCSH), João Pinhal (NOVA FCSH), Marco Lisi (IPRI / NOVA FCSH), Marisa Torres da Silva (ICNOVA / NOVA FCSH), Micael Pereira (Expresso / ICIJ), Miguel Ramalho (Bellingcat), Pedro Coelho (ICNOVA / NOVA FCSH / SIC), Rita Luís (IHC / NOVA FCSH) e Rita Murtinho (RTP).
A formação tem uma taxa de inscrição de 20 euros (isenção para desempregados), mas é de frequência gratuita.
Para mais informação:
https://www.cenjor.pt/Jornalismo-Desordens-Informativas/
https://www.cenjor.pt/calendario/#