MPM 2020 – Media Pluralism Monitor – Monitoring Risks for Media Pluralism in EU Member States2019-03-27T11:00:44+00:00

MPM 2020 – Media Pluralism Monitor – Monitoring Risks for Media Pluralism in EU Member States  

CMPF – Centre for Media Pluralism and Media Freedom. European University Institute (Florence).
http://monitor.cmpf.eui.eu/
Coordenação da equipa portuguesa: Francisco Rui Cádima
Financiamento: Comissão Europeia

Investigação de uma equipa do DCC/FCSH para o projecto europeu MPM 2016 – Media Pluralism Monitor – Monitoring Risks for Media Pluralism in EU Member States do CMPF – Centre for Media Pluralism and Media Freedom. http://monitor.cmpf.eui.eu/European University Institute (Florence).

Equipa: Francisco Rui Cádima, Carla Baptista, Marisa Torres da Silva, Luís Oliveira Martins

Grupo de Consultores: Adelino Gomes, Alberto Arons de Carvalho, Estrela Serrano., João Palmeiro, João Paulo Faustino, Miguel Poiares Maduro, Nuno Conde, Paula Cordeiro

Palavras-chave: Media, Pluralismo, Liberdade de Expressão, Inclusão, Europa, Portugal

MPM 2015: http://monitor.cmpf.eui.eu/mpm2015/results/
Relatório de Portugal 2015: http://monitor.cmpf.eui.eu/mpm2015/results/portugal/

Sumário:

The European Commission, with an open tender, awarded a grant to the Centre for Media Pluralism and Media Freedom (CMPF) to conduct the first European-wide monitor of risks for media pluralism: the Media Pluralism Monitor 2016 (MPM2016). The Centre, acting independently from the Commission and Member States, will implement the tool, which it developed through the two pilot test implementations in 2014 and 2015. The two pilots have already shown that no EU member state is today free from risks for media pluralism.

The MPM2016 project will implement a final version of the measuring tool and will assess risks for media pluralism in EU28 and two candidate countries.

“After two years of testing, the MPM2016 will show its potential as a policy tool. It will provide a clear and comparable snapshot of the situation of media pluralism and media freedom in all EU Member States”, the Director of the CMPF, Pier Luigi Parcu, said.

Results of the first pilot test implementation (MPM2014) are available here.
The results of the second pilot test implementation conducted in 2015 are published as well on the MPM website.

  • PLURALISMO DOS MÉDIA NA EUROPA E EM PORTUGAL esteve em debate na ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA em dezembro de 2017

“Pluralismo dos Média na Europa e em Portugal” foi o tema do colóquio internacional que decorreu na Assembleia da República, a 5 de dezembro de 2017, no Auditório António de Almeida Santos.

O objetivo do colóquio consistiu em fazer a apresentação do Media Pluralism Monitor 2016, coordenado a nível europeu por Pier Luigi Parcu, do CMPF – Instituto Europeu de Florença. O caso português foi apresentado por uma equipa da NOVA FCSH, coordenada por Francisco Rui Cádima.

O evento contou com as presenças de José Manuel Pureza, Vice-Presidente da Assembleia da República, da Deputada Edite Estrela, Presidente da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, da professora Elda Brogi, Coordenadora Científica do Media Pluralism Monitor (MPM), do Centre for Media Pluralism and Media Freedom (CMPF/EUI), e ainda de Carla Baptista, Marisa Torres da Silva e Luís Oliveira Martins (equipa do MPM em Portugal). Estiveram também presentes representantes dos Grupos Parlamentares e convidados das empresas, do regulador e especialistas.

Tratou-se de uma iniciativa organizada pela Assembleia da República em parceria com o Centre for Media Pluralism and Media Freedom (CMPF), do Instituto Europeu de Florença, e com o Centro de Investigação em Comunicação, Informação e Cultura – CIC.Digital NOVA FCSH, unidade de investigação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Mais info sobre o MPM 2016:

http://cmpf.eui.eu/media-pluralism-monitor/mpm-2016-results/
http://cadmus.eui.eu/bitstream/handle/1814/46808/Cover_Portugal_O.pdf?sequence=2&isAllowed=y
http://cadmus.eui.eu/bitstream/handle/1814/46808/Portugal_EN.pdf?sequence=1

Documentos associados ao evento:
 Programa do Colóquio [formato PDF]
 Convite [formato PDF]
 Nota Biográfica – Carla Baptista [formato PDF]
 Nota Biográfica – Francisco Rui Cádima [formato PDF]
 Nota Biográfica – Marisa Torres da Silva [formato PDF]
 Nota Biográfica – Elda Brogi [formato PDF]
 Nota Biográfica – Luís Oliveira Martins [formato PDF]
 Registo fotográfico [formato PDF]
  • MPM 2017: riscos para o pluralismo dos media e segurança dos jornalistas estão a aumentar em toda a Europa

Os relatórios do Media Pluralism Monitor de 2017, abrangendo 31 países europeus (UE 28 e três países candidatos: a Antiga República Jugoslava da Macedónia, Sérvia e Turquia) já estão disponíveis.

O relatório sobre Portugal foi desenvolvido por uma equipa constituída por Francisco Rui Cádima, Carla Baptista, Luís Oliveira Martins e Marisa Torres da Silva (NOVA FCSH e ICNOVA – Instituto de Comunicação da NOVA).

Veja aqui o relatório sobre Portugal: 

http://cmpf.eui.eu/wp-content/uploads/2018/11/Portugal_MPM2017_country-report.pdf

Veja aqui os relatórios dos vários países europeus:

http://cmpf.eui.eu/media-pluralism-monitor/mpm-2017/

Os resultados mostram uma estagnação geral e a deterioração em todas as quatro áreas principais abrangidas pelo MPM: proteção básica, pluralidade de mercado, independência política e inclusão social. O MPM 2017 também confirmou os resultados das quatro vagas anteriores de monitorização mostrando que nenhum país analisado está livre de riscos para o pluralismo dos media.

Destaques dos resultados:

  • Jornalistas e outros atores dos media enfrentam uma série de ameaças e ataques (físicos e digitais) em vários países europeus.
  • As condições de trabalho dos jornalistas estão a deteriorar-se, expondo os jornalistas a pressões externas inaceitáveis na sua actividade na maioria dos países analisados.
  • A proteção dos “whistleblowers” ainda é fraca em toda a Europa.
  • A concentração de propriedade dos media continua a ser um dos riscos mais significativos para o pluralismo dos media e é vista como uma barreira à diversidade da informação e de pontos de vista.
  • As empresas noticiosas continuam vulneráveis a interferências políticas, especialmente quando as condições económicas são instáveis.
  • A falta de independência política dos meios de comunicação de serviço público, especialmente na Europa Central e Oriental, continua a ser motivo de preocupação.
  • A falta de igualdade de género nas funções de gestão e de criação de conteúdo nas organizações de media europeias representa um dos riscos registadas pelo MPM.
  • Pouco ou nenhum progresso foi registado em relação à literacia mediática em toda a UE.