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	<title>Eventos Archives - ICNOVA</title>
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	<description>INSTITUTO DE COMUNICAÇÃO DA NOVA</description>
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	<title>Eventos Archives - ICNOVA</title>
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	<item>
		<title>Conferência Internacional Dramaturgias da Performance</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/conferencia-internacional-dramaturgias-performance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 13:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calls ICNOVA]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(English version below) 2 a 5 de dezembro de 2026, CAN NOVA FCSH/ MNACChamada para trabalhos &#124; Submissões até 15 de julho de 2026 O Grupo Performance &#38; Cognição do Instituto de Comunicação da NOVA, Universidade NOVA de Lisboa (ICNOVA-NOVA FCSH), em parceria com o Centro de Estudos Interdisciplinares, Faculdade de Letras da Universidade de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p><em>(English version below)</em></p>



<p><strong>2 a 5 de dezembro de 2026, CAN NOVA FCSH/ MNAC<br>Chamada para trabalhos | Submissões até 15 de julho de 2026</strong></p>



<p>O Grupo Performance &amp; Cognição do Instituto de Comunicação da NOVA, Universidade NOVA de Lisboa (ICNOVA-NOVA FCSH), em parceria com o Centro de Estudos Interdisciplinares, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC-CEIS20) promovem a Conferência Internacional <em>Dramaturgias da Performance.</em></p>



<p>A Conferência Internacional <em>Dramaturgias da Performance</em> surge dez anos após o <em>Simpósio Performance Arte Portuguesa: 2 ciclos para um arquivo,</em> que teve lugar no CCB, em Lisboa. Nesta última década,&nbsp; a performance arte ganhou reconhecimento histórico em contextos periféricos, tornando-se um operador central da cultura contemporânea a nível internacional — facto&nbsp; que tem sido descrito como a “era da performance” por autores como McKenzie (2001), Lepecki (2016) e&nbsp; Sennett (2025). Esta centralidade tem-se expandido, inscrevendo uma relação entre procedimentos de criação rastreáveis na arte da performance e dinâmicas do sentido geradas na relação dramatúrgica com diversos contextos disciplinares ou temáticos.&nbsp;</p>



<p>Pensámos as dramaturgias da performance a partir da barra oblíqua, <strong>/</strong>. Esta barra serve-nos como símbolo para sublinhar as extensões e, ao mesmo tempo, hibridizações das áreas que a performance tem abarcado. O sentido oblíquo serve também para dar conta das ambiguidades intrínsecas às dramaturgias da performance.&nbsp;</p>



<p>O que são ou o que podem ser as dramaturgias da performance? Como são construídas estas dramaturgias nas diversas áreas que convocam a palavra performance? Que diferenças e semelhanças apresentam? O termo dramaturgia é o mais adequado para todas as criações performáticas?</p>



<p>Perguntar “o que é a dramaturgia?” é uma questão que se apresenta cada vez mais frequente e é também de resposta cada vez mais escorregadia e imprecisa, num tempo em que o termo tem ganho cada vez maior <em>appeal.</em></p>



<p>Como nos dizem Anne Hamilton e Water Chon no seu livro <em>Dramaturgy: The basics </em>(Routledge 2023), na contemporaneidade, mais do que um texto ou mesmo uma prática, a dramaturgia é uma actividade ampla que “permite uma abordagem subjetiva de um tema e a sua análise numa perspectiva de 360º”. Dizem ainda estes autores que “o que está no coração da dramaturgia é o próprio coração”, permitindo-nos colocar questões importantes como “o que importa e por quê?” E “o que significa ser humano?” Por isso, mais do que uma ciência, a dramaturgia ou o papel dos dramaturgistas apresenta-se como uma sensibilidade criativa, especulativa e catalítica e ao mesmo tempo investigativa, laboratorial e problematizadora. Como referem ainda Georgelou, Protopapa e Theodoridou em<em> </em><em>The Practice of Dramaturgy Working on Actions in Performance </em>(Valiz 2016), com ou sem dramaturgos, a dramaturgia “envolve todos os que participam na concepção de um processo artístico”.</p>



<p>Por isso, a base da dramaturgia é questionar, muitas vezes em conjunto, assumir o papel do dramaturgista ignorante frente a um problema ou problemática, como salienta Bojana Cvejić em <em>The Ignorant Dramaturg </em>(Sarma 2010), e de forma colaborativa e participada fazer perguntas que impliquem e se relacionem com o mundo contemporâneo, assumindo, nas suas palavras, “incerteza”, “risco” e “ousadia”.&nbsp;</p>



<p>Esse processo implica hoje não só dinâmicas de entrelaçamento, tessitura e interconexão entre diferentes culturas, técnicas e meios, como referem Fischer-Lichte, Weiler e Jost em <em>Dramaturgies of Interweaving, Engaging Audiences in an Entangled World </em>(Routledge 2022),<em> </em>como implica conceitos como cidadania, democracia radical e agonística, posicionamento, responsabilidade, entre outros. No cruzamento com todos os&nbsp; sentidos conflituais e oblíquos, a performance inscreve-se entre vida e arte, enquanto Ágora, na contínua re-escrita performativa do corpo-arquivo-mundo.</p>



<p>A Conferência será um lugar de encontro entre oradores convidados (Keynote speakers), Workshops, Performances e Comunicações ou Conferências-Performances de diferentes vetores oblíquos das Dramaturgias da Performance.&nbsp;</p>



<p>O dia 2/12 será dedicado apenas a Workshops, alguns dos quais serão distribuídos pelos dias da Conferência de 3- 5/12. <strong>Em breve apresentaremos o programa dos workshops para inscrição complementar.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Chamada de propostas</h2>



<p>Convidamos investigadores e artistas a apresentar propostas de comunicação, conferência-performance, performances ou outros formatos (dentro da logística possível de conferência e dentro de um limite temporal de 15 minutos), em português ou inglês. Serão explorados nesta conferência, entre outros, os seguintes territórios conceptuais a partir dessa barra oblíqua:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Performance / Real e Ficção</li>



<li>Performance / Arquivos e Repertório</li>



<li>Performance / História</li>



<li>Performance / Reenactment</li>



<li>Performance / Ecologia</li>



<li>Performance / Tecnologia</li>



<li>Performance / Quotidiano</li>



<li>Performance / Participação</li>



<li>Performance / Fotografia</li>



<li>Performance / Vídeo</li>



<li>Performance / Política</li>



<li>Performance / Ritual</li>



<li>Performance / Metaperformatividade</li>



<li>Performance / Público</li>



<li>Performance / Som</li>



<li>Performance / Intimidade</li>



<li>Performance / Género</li>



<li>Performance / Cognição</li>



<li>Performance / Literatura e Narrativas</li>



<li>Performance / Coreografia</li>
</ul>



<p>Submissão de propostas: <a href="https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt">https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt</a></p>



<p><em>&#8212;- (English Version)</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Dramaturgies of Performance International Conference </em></strong><strong><em>/</em></strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="553" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-1024x553.jpeg" alt="" class="wp-image-1006721" style="width:1260px;height:auto" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-1024x553.jpeg 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-300x162.jpeg 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-768x415.jpeg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-1536x829.jpeg 1536w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-2048x1105.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Screenshot</figcaption></figure>



<p><strong>D</strong></p>



<p>The Dramaturgies of Performance International Conference takes place ten&nbsp;years after the Portuguese Performance Art Symposium: 2 cycles for an archive, held at the CCB in Lisbon. Over the past decade, a period in which performance art has gained historical recognition within peripheral contexts, performance has emerged as a central operator of contemporary international culture — a phenomenon described as the “age of performance” by authors such as McKenzie (2001), Lepecki (2016), and Sennett (2025). This centrality has expanded, establishing a relationship between traceable creative procedures in performance art and the dynamics of meaning generated through dramaturgical relations with diverse disciplinary or thematic contexts.</p>



<p>We think of performance dramaturgies as starting from the forward slash, /. This oblique bar serves as a symbol to emphasise the extensions and, at the same time, hybridisations of the areas that performance has encompassed. The oblique meaning also serves to account for the ambiguities intrinsic to performance dramaturgies.</p>



<p>What are, or what could be, performance dramaturgies? How are these dramaturgies constructed across the various fields that invoke the word &#8220;performance&#8221;? What differences and similarities do they exhibit across these areas? Is the term “dramaturgy” the most appropriate for all performative creations? Enquiring into the nature of dramaturgy is an increasingly frequent endeavour, yet the answer remains ever more elusive and imprecise at a time when the term has gained significant “appeal”. As Anne Hamilton and Walter Chon observe in Dramaturgy: The Basics (Routledge, 2023), in the contemporary era, rather than being merely a text or even a practice, dramaturgy is an activity that “allows for a subjective investment in a theme and its consideration across a 360º axis”. These authors further state that “what lies at the heart of dramaturgy is the heart itself”, allowing us to pose vital questions such as “what matters and why?” and “what does it mean to be human?” Therefore, rather than a science, dramaturgy — or the role of the dramaturg — presents itself as a creative, speculative, and catalytic sensibility; it is simultaneously investigative, laboratory-based, and problematising. As Georgelou, Protopapa, and Theodoridou suggest in The Practice of Dramaturgy: Working on Actions in Performance (Valiz, 2016), whether “with dramaturgs” or “without dramaturgs”, it involves all those who participate in the conception of an artistic process. Consequently, the foundation of dramaturgy lies in questioning, often collectively. It involves adopting the role of the “ignorant dramaturg” when faced with a problem or issue, as highlighted by Bojana Cvejić in The Ignorant Dramaturg (Sarma, 2010), and through collaborative and participatory means, asking questions that engage with the contemporary world, embracing what she terms “uncertainty”, “risk”, and “daring”.</p>



<p>Today, this process implies not only dynamics of interweaving, texture, and interconnection between different cultures, techniques, and media — as noted by Fischer-Lichte, Weiler, and Jost in Dramaturgies of Interweaving: Engaging Audiences in an Entangled World (Routledge, 2022) — but also concepts such as citizenship, radical and agonistic democracy, positioning, and responsibility. In their intersection with performance and its conflicting, oblique meanings, these concepts are re-inscribed between life and art as an Agora, within the continuous performative rewriting of the body-archive-world.</p>



<p>The International Conference on Dramaturgies of Performance is organised by the Performance &amp; Cognition Group of the Institute of Communication at NOVA University of Lisbon (ICNOVA-FCSH-UNL), in partnership with the Centre for Interdisciplinary Studies, Faculty of Arts, University of Coimbra (FLUC-CEIS20).</p>



<p>The Conference will be a meeting place for Keynotes, Workshops, Performances, and Communications, or Conference-Performances, from different oblique vectors of Performance Dramaturgy. December 2nd will be dedicated solely to workshops, with some workshops spread across the conference days from December 3rd to 5th.&nbsp;<strong>We will publish the workshop programme shortly to allow for further registration.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">CALL FOR PROPOSALS</h3>



<p>We invite researchers and artists to submit proposals for papers, lecture-performances, performances, or other formats (within the logistical constraints of the conference and limited to 15 minutes), in Portuguese or English. Drawing on the concept of the forward slash, this conference will explore, among others, the following conceptual territories:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Performance / Reality and Fiction</li>



<li>Performance / Archives and Repertoire</li>



<li>Performance / History</li>



<li>Performance / Reenactment</li>



<li>Performance / Ecology</li>



<li>Performance / Technology</li>



<li>Performance / Everyday Life</li>



<li>Performance / Participation</li>



<li>Performance / Photography</li>



<li>Performance / Video</li>



<li>Performance / Politics</li>



<li>Performance / Ritual</li>



<li>Performance / Metaperformativity</li>



<li>Performance / Audience</li>



<li>Performance / Sound</li>



<li>Performance / Intimacy</li>



<li>Performance / Gender</li>



<li>Performance / Cognition</li>



<li>Performance / Literature and Narratives</li>



<li>Performance / Choreography</li>
</ul>



<p>Proposal submission: <a href="https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt/">https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt/</a></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>David Scott participa em conferência e seminário com apoio do ICNOVA</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/david-scott-conferencia-seminario-icnova/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O antropólogo e professor David Scott, da Columbia University, estará em Lisboa para participar em duas iniciativas dedicadas ao pensamento pós-colonial, à crítica cultural e às práticas de mediação artística. No dia 19 de maio, David Scott apresenta a conferência “Restaurar o Futuro”, na Culturgest, propondo uma reflexão sobre memória, reparação, história moral e futuros...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>O antropólogo e professor David Scott, da Columbia University, estará em Lisboa para participar em duas iniciativas dedicadas ao pensamento pós-colonial, à crítica cultural e às práticas de mediação artística.</p>



<p>No dia <strong>19 de maio</strong>, David Scott apresenta a conferência <em>“<a href="https://www.culturgest.pt/pt/programacao/restaurar-o-futuro-david-scott/">Restaurar o Futuro</a>”</em>, na Culturgest, propondo uma reflexão sobre memória, reparação, história moral e futuros pós-coloniais. A intervenção dialoga com temas centrais da sua obra recente, incluindo o livro <em>Irreparable Evil: An Essay in Moral and Reparatory History</em> (2024).</p>



<p>Já entre os dias <strong>20 e 25 de maio</strong>, o investigador dá o seminário <em>“Through the Prism of Stuart Hall’s Life”</em>, integrado no Doutoramento em Estudos Artísticos – Arte e Mediação, com o apoio do ICNOVA. A partir do percurso intelectual de Stuart Hall, a iniciativa abordará questões ligadas à cultura, identidade, diáspora, mediação e crítica pós-colonial, num cruzamento entre teoria social, estudos culturais e práticas artísticas contemporâneas. Para mais informações, contacte a investigadora Inês Barreiros: inesbarreiros@fcsh.unl.pt</p>



<p>David Scott é autor de sete livros fundamentais no campo dos estudos pós-coloniais e da teoria crítica, entre os quais <em>Refashioning Futures: Criticism after Postcoloniality</em> (1999), <em>Conscripts of Modernity</em> (2004), <em>Omens of Adversity</em> (2014) e <em>Stuart Hall’s Voice</em> (2017). Ao longo da sua carreira, lecionou e apresentou conferências em diversas instituições internacionais, incluindo a Sorbonne, a University of the Western Cape e a University of Potsdam.</p>



<p>É também fundador e editor da revista Small Axe, uma das principais publicações dedicadas às Caraíbas e à diáspora africana, bem como diretor do projeto homónimo, que tem desenvolvido exposições e iniciativas curatoriais em torno da arte contemporânea, das visualidades queer e do modernismo caribenho.</p>



<p>Fonte da fotografia de destaque: ideasimagination.columbia.edu</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Interact Offline assinala 25 anos da revista com encontro na NOVA FCSH</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/intract-offline-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:27:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Interact promove, no próximo dia 28 de abril, às 18h00, o evento Interact Offline, um encontro que assinala os 25 anos da publicação e propõe uma reflexão em torno do seu número 40, dedicado ao tema “Regeneração: Arte, Ecologia e Pós-Colonialismo”. A iniciativa terá lugar no Auditório B2 (Torre B) da NOVA FCSH...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>A revista <a href="https://revistainteract.pt/category/40/">Interact</a> promove, no próximo dia 28 de abril, às 18h00, o evento <em>Interact Offline</em>, um encontro que assinala os 25 anos da publicação e propõe uma reflexão em torno do seu número 40, dedicado ao tema <strong>“Regeneração: Arte, Ecologia e Pós-Colonialismo”</strong>.</p>



<p>A iniciativa terá lugar no Auditório B2 (Torre B) da NOVA FCSH e reúne artistas e investigadores num momento de partilha e debate que marca também a transição simbólica dos conteúdos da revista do formato online para o espaço presencial.</p>



<p>O número é editado por João Pedro Soares e Fábio Silva, e estará no centro de uma conversa alargada com a participação de André Vaz, Francisca Dores, Laila Nuñez, Falcão Nhaga, Marta Lança e Maíra Zenun.</p>



<p>O programa inclui ainda a exibição das curtas-metragens <em>Linhas de Bordadura</em> (2026), de Francisca Dores, e <em>Mistida</em> (2022), de Falcão Nhaga, ampliando o diálogo entre práticas artísticas e reflexão crítica sobre questões ecológicas e pós-coloniais.</p>



<p>Organizado pela <em>Interact</em> — revista do ICNOVA —, o evento integra-se numa estratégia de abertura e experimentação que visa reforçar o encontro entre investigação, criação artística e debate público.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="767" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/interact-offline-25-anos-767x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-1006493" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/interact-offline-25-anos-767x1024.jpeg 767w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/interact-offline-25-anos-225x300.jpeg 225w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/interact-offline-25-anos-768x1025.jpeg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/interact-offline-25-anos.jpeg 959w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>IV Conferência Internacional Counter-Image</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/iv-conferencia-internacional-counter-image/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 15:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calls ICNOVA]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(English version below) Como falar com(o) a terra? Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do umbral “Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de casa…”Ursula K. Le Guin, Ela...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1006486" class="elementor elementor-1006486" data-elementor-post-type="post">
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									<p><em><strong>(English version below)</strong></em></p><h2 class="wp-block-heading">Como falar com(o) a terra? Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do umbral</h2><p class="has-text-align-right">“Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de casa…”<br />Ursula K. Le Guin, Ela Tira-lhes os Nomes, 1985/2025 [trad. Liliana Coutinho]</p><p class="has-text-align-left">A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial- capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos 2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler 2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda) não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo estão a ser substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário), de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025), iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da terra). Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança” em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação (Krenak 2022).</p><p>“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre” sinaliza um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo, entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica: uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada), ela é também resistência, cosmopercepção e ritual.</p><p>A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto), mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para desnomear que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes de sínteses impossíveis.</p><p>Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter- Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a “desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem, reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que dialoguem com os seguintes eixos temáticos:</p><h2 class="wp-block-heading">1. Conhecimentos Situados</h2><p>Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre pesquisa e experiência vivida.</p><ul class="wp-block-list"><li>Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir</li><li>Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul</li><li>Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans</li><li>“Ecologias exílicas” (Marder 2023)</li><li>Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas</li><li>O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)</li><li>“Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias</li><li>Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie</li><li>Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas</li><li>Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder 2020)</li></ul><h2 class="wp-block-heading">2. Métodos para Desnomear</h2><p>Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que erodam o olhar extrativista e especista.</p><ul class="wp-block-list"><li>Desnomear como método filosófico-estético</li><li>Poéticas do silêncio e escuta profunda</li><li>Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui 2015)</li><li>Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e animais</li><li>Geo-estéticas (Coelho &amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019), incluindo</li><li>vulcânicas e das ervas ditas daninhas</li><li>Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes &amp; Garcia-Antón 2026)</li><li>Narrativas de relacionalidade e métodos multiespécie</li><li>Contracolonizar (Nêgo Bispo 2015)</li><li>Arte como laboratório de pensamento (e não como representação)</li><li>Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e anti-especistas</li></ul><h2 class="wp-block-heading">3. Visões do Umbral</h2><p>Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e alianças.</p><ul class="wp-block-list"><li>Epistemologias do umbral</li><li>“Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades submersas</li><li>Ecologia popular</li><li>Agência não-humana e a redistribuição do sensível</li><li>“Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing 2015)</li><li>“Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da beira-mar</li><li>Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa 2010)</li><li>Visões “ch’ixi” (Cusicanqui 2015)</li><li>“Alianças afetivas” (Krenak 2022)</li><li>“Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez 2024)</li></ul><h2 class="wp-block-heading">+DATAS IMPORTANTES</h2><p><strong>25 de maio | envio de propostas</strong></p><p><strong>30 de junho | notificação de aceitação</strong></p><p><strong>18-20 de novembro | conferência</strong></p><h3 class="wp-block-heading">Formatos de submissão:</h3><ol class="wp-block-list"><li>Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300 palavras</li><li>Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300 palavras</li><li>Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória descritiva até 300 palavras</li></ol><p>O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma biografia breve (até 100 palavras) para:</p><p>counterimageconference@fcsh.unl.pt</p><h2 class="wp-block-heading">Oradores principais:</h2><p>Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina)</p><p>Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia, Brasil)</p><h2 class="wp-block-heading">Organização:</h2><p>Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Liliana Coutinho (IHC, NOVA FCSH)</p><p>Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Sílvia Leiria Viegas (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><h2 class="wp-block-heading">Comité Científico:</h2><p>Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Cristiana Bastos (Instituto de Ciências Sociais)</p><p>Filippo Di Tomasi (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Isabel Stein (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Leila Lehnen (Brown University)</p><p>Luís Trindade (IHC, NOVA FCSH)</p><p>Margarida Brito Alves (IHA, NOVA FCSH)</p><p>Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>María Gloria Robalino (Washington University St. Louis)</p><p>Maria Teresa Cruz (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Marita Sturken (New York University)</p><p>Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Patrícia Martins Marcos (University of Oklahoma)</p><p>Patrícia Martinho Ferreira (Brown University)</p><p>Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Rui Gomes Coelho (Durham University)</p><p>Susanne Knittel (ICON, Utrecht University)</p><h2 class="wp-block-heading">Organização institucional:</h2><p>ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p>CIAC, Universidade do Algarve</p><p>Coordenação do CIAC:</p><p>Bruno Mendes da Silva</p><p>Mirian Tavares</p><h2 class="wp-block-heading">Comissão de Comunicação e Logística do CIAC:</h2><p>João Paulo dos Reis e Cunha (Gestão)</p><p>Juan Manuel Escribano Loza</p><p>Cobertura Fotográfica e Audiovisual:</p><p>João Paulo dos Reis e Cunha</p><h2 class="wp-block-heading">Desenho gráfico:</h2><p>Maura Grimaldi</p><h2 class="wp-block-heading">Apoio institucional:</h2><p>IHC, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p>ICON-Institute for Cultural Inquiry, Utrecht University</p><p><em>Este evento é financiado por fundos nacionais através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, no âmbito dos projetos: ICNOVA UID/5021/2025 (DOI:10.54499/UID/05021/2025) CIAC UID/04019/2025 (DOI:10.54499/UID/04019/2025) e UID/PRR/04019/2025 (DOI:10.54499/UID/PRR/04019/2025) IHC UID/04209/2025 (DOI: 10.54499/UID/04209/2025) e LA/P/0132/2020 (DOI: 10.54499/LA/P/0132/2020)</em></p><p><img decoding="async" class="wp-image-1006487 size-large aligncenter" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-724x1024.png" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-724x1024.png 724w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-212x300.png 212w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-768x1086.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT.png 905w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><p><em><strong>&#8212;&#8211; English Version</strong></em></p><h2 class="wp-block-heading">How to speak with(in) the earth? Situated knowledges, unnaming methods, and visions from the threshold</h2><p class="has-text-align-right"><em>I could not chatter away as I used to do, taking it all for granted. My words now must be as slow, as new, as single, as tentative as the steps I took going down the path away from the house…</em></p><p class="has-text-align-right">Ursula K. Le Guin, “She Unnames Them,” <em>The New Yorker</em> (January 21, 1985)</p><p>The question “How to speak with(in) the earth?” is not a metaphor but a political, ontological, and epistemic imperative in the face of ecological collapse, the exhaustion of anthropocentric frameworks, and the representational models of the colonial-capitalist regime and its paradigm of territorial expansion and occupation—the plantation, whose logic of extraction, objectification, and extinction persists (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos 2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015; McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler 2008, 2016; Hartman 2007). The <em>Posts</em>—postcolonialism, postmodernism, posthumanism— we insist on using to make sense of a world yet to be overcome are being replaced by the prefix <em>Geo</em> (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp; Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). The “advent of the Geo,” Mary Louise Pratt (2025) points out, marks a shift in scale (from the global to the planetary), imaginary (from the political to the ecological), and temporality (from historical time to <em>deep time</em>—the geological). This shift implies questioning what we take for granted and adopting alternative ways of thinking and producing knowledge that Gabriela Milone and Franca Maccioni (2025) have described as “geo-logy” (the language of the earth) and “geo-graphy” (the writing of the earth). This also entails “speaking with the earth” rather than “about the earth” and in terms of “similarity” rather than “difference”—a “work of imagination” and “experimentation.” Emphasising subjectivation rather than objectification (Kopenawa 2010); prioritising fusion rather than occupation (Krenak 2022).</p><p>“How to speak with(in) the earth” is therefore inseparable from the question of how the earth has been constituted as object, resource, and image—a point addressed by Ursula K. Le Guin in <em>She Unnames Them</em> (1985). This short story explores the colonial impulse to name and identify, creating artificial boundaries, while at the same time urging us to find ways to speak with other creatures. Speaking “with” or “as” rather than “about” the earth signals an epistemological shift, requiring a rethinking of its naming, mediation, and representation. What if the earth were not the referent of discourse but its condition? What if the possibility of speaking with/as the earth opened a space between the individual and the multiple, between situated territory and planetary totality? This dialectic is methodological: a practice of “unnaming”—of eroding the semantics of objectification, extractivism, and extinction. If the earth has been mapped, renamed, and fenced in (and private property created), it is also resistance, cosmoperception, and ritual.</p><p>The 4th Counter-Image unpacks the earth not as theme but rather as onto-episteme. It focuses on <strong>situated knowledges</strong> rooted in territories, bodies, and relations that thrive within the cracks of colonialism and capital, rather than the universal, logocentric language that separates subject from object. It challenges the anthropocentric semantics of positivist science and its fictitious objectivity to instead promote <strong>unnaming methods</strong> that suspend colonial taxonomies, while enabling the soil, the fossil, the animal, the plant, the stone, the tree, the river, the mountain, the lichen, and the fungus to reveal their unique and interconnected existences. It rejects the pseudo scientific “view from nowhere,” favouring <strong>visions from the threeshold</strong>—those shaped from our grandmothers&#8217; porches or at dusk/dawn in dialectical, incandescent images of impossible syntheses.</p><p>Aiming to raise a host of questions rather than provide the answers, <strong>the 4th Counter-Image asks:</strong> what does it mean to think with/as the earth rather than about it? Is it possible to translate the language of the earth, animals, plants, and minerals? Is “unnaming” a philosophical-aesthetic method? How do threshold visions suspend extractive regimes of representation? What kind of artistic practices resist, reconfigure, or disrupt colonial regimes over the land? How to foster forms of belonging, care, and reparation towards a post-extractivist world? <strong>Anchored in Portugal’s Southern region of the Algarve, but broadening its connections to other territories, we invite</strong> <strong>researchers, artists, activists, and essayists</strong> to submit proposals engaging with the following thematic axes:</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Situated Knowledges</strong></h2><p>How and what does the earth remember? This thread welcomes works grounded in relational compositions and geo-subjectivities that challenge the “view from nowhere,” as well as uncertainty, failure, and contradiction, encouraging the connection between research and lived experience.</p><ul class="wp-block-list"><li>“Terricidio” (Millán 2024) and <em>buen vivir</em></li><li>Artisanal epistemologies (Farago et al. 2025) and epistemologies of the South</li><li>Decolonial, anti-extractivist, ecofeminist, queer, and trans ecologies</li><li>“Exilic ecologies” (Marder 2023)</li><li>Indigenous and Afro-diasporic cosmopolitics</li><li>The <em>baldio</em> and the <em>quilombo/quilombismo</em> (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)</li><li>“Insurgent Archivings” (Biehl 2022) and counter-cartographies</li><li>Environmental struggles, their mourning, and multispecies justice</li><li>Critique of Linnaean taxonomies and biopolitics</li><li>Environmental histories, landscape politics, and “pyropolitics” (Marder 2020)</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Unnaming Methods</strong></h2><p>If the act of naming is colonizing, how can unnaming promote relationality? This thread welcomes works on geo-semantics and methodological and pedagogical experiments that challenge extractivist and speciesist perspectives.</p><ul class="wp-block-list"><li>Unnaming as a philosophical-aesthetic method</li><li>Poetics of silence and deep listening</li><li>Walking as method and “seeing with the whole body” (Cusicanqui 2015)</li><li>Animal, mineral, and “fossil ontologies” (Castro 2023)</li><li>Geo-aesthetics (Coelho &amp; Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019), including volcanic and so-called weed aesthetics</li><li>“Liquid alliances” and aesthetics (Mendes &amp; Garcia-Antón 2026)</li><li>Narratives of relationality and multispecies methods</li><li>“Contracolonizar” (Nêgo Bispo 2015)</li><li>Art as a laboratory of thought (rather than representation)</li><li>Animist cinema and anti-extractivist and anti-speciesist visual assemblages</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Visions from the Threshold</strong></h2><p>How to inhabit the threshold and move between worlds? This thread welcomes forms that transcend the dualistic principles of the Plantationocene/Capitalocene–the geo-choreographies that broaden affinities and alliances.</p><ul class="wp-block-list"><li>Epistemologies of the threshold</li><li>“Dark ecology” (Morton 2016), deep time, and submerged temporalities</li><li>Grassroots ecology</li><li>Non-human agency and the redistribution of the sensible</li><li>“Ruins of the Plantationocene/Capitalocene” (Tsing 2015).</li><li>“Interstitial zones” (Gomez-Barris 2017) and riverside and seaside knowledges</li><li>Dialectical images (Benjamin 1940) and “image-skins” (Kopenawa 2010)</li><li>“Ch’ixi” visions (Cusicanqui 2015)</li><li>“Affective alliances” (Krenak 2022)</li><li>“Florestania” (Krenak 2022) and “struggling with the forest” (Milanez 2024)</li></ul><p>The 4th International Counter-Image Conference will take place on <strong>November 18, 19, and 20 at the University of Algarve</strong> (Faro, Portugal). <strong>Abstracts are due May 25</strong>. Notification by June 30.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Submission formats:</strong></h3><p>1. Papers (theoretical or empirical research): 300-word abstract</p><p>2. Artistic interventions (performances, poetry readings): 300-word description</p><p>3. Discussion circles, workshops, listening walks, affective cartographies: 300-word description.</p><p>These should be submitted with a short bio (100 words) to:  <a href="mailto:counterimageconference@fcsh.unl.pt">counterimageconference@fcsh.unl.pt</a>.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Keynote speakers:</strong></h2><p>Gabriela Milone and Franca Maccioni (National University of Córdoba, Argentina)</p><p>Felipe Milanez (Federal University of Bahia, Brazil)</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Organization Committee:</strong></h2><p>Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, University of Algarve)</p><p>Liliana Coutinho (IHC, NOVA FCSH)</p><p>Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Sílvia Viegas (CIAC, University of Algarve)</p><p>Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle 3 / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Scientific Committee:</strong></h2><p>Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Cristiana Bastos (Instituto de Ciências Sociais)</p><p>Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Leila Lehnen (Brown University)</p><p>Margarida Brito Alves (IHA, NOVA FCSH)</p><p>Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Maria Teresa Cruz (NOVA FCSH)</p><p>Marita Sturken (New York University)</p><p>Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Patrícia Martinho Ferreira (Brown University)</p><p>Patrícia Martins Marcos (University of Oklahoma)</p><p>Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Rui Gomes Coelho (Durham University)</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Institutional organization:</strong></h2><p>ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p>CIAC, Universidade do Algarve</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Coordination CIAC:</strong></h2><p>Bruno Mendes da Silva</p><p>Mirian Tavares</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Communication and Logistics Commission CIAC:</strong></h2><p>João Paulo dos Reis e Cunha (Management)</p><p>Juan Manuel Escribano Loza</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Photographic and audiovisual coverage:</strong></h2><p>João Paulo dos Reis e Cunha</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Institutional Support:</strong></h2><p>IHC, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1006597 size-large" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-724x1024.png" alt="Cartaz do Counter-Image 2026 em Inglês." width="724" height="1024" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-724x1024.png 724w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-212x300.png 212w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-768x1086.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN.png 905w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><figure class="wp-block-image size-large"></figure>								</div>
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		<p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/iv-conferencia-internacional-counter-image/">IV Conferência Internacional Counter-Image</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt">ICNOVA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>III Jornadas de Ativismo Corporativo chegam a Barcelona</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/iii-jornadas-ativismo-corporativo-chegam-barcelona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calls ICNOVA]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois das edições realizadas na Covilhã, na Universidade da Beira Interior, e em Lisboa, na NOVA FCSH, a 3.ª edição das Jornadas de Ativismo Corporativo realiza-se a 11 de junho de 2026, em Barcelona, na Universitat de Barcelona. Organizado em parceria entre o LabCom e o ICNOVA (contando com a participação do investigador Alexandre Duarte...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois das edições realizadas na Covilhã, na Universidade da Beira Interior, e em Lisboa, na NOVA FCSH, a 3.ª edição das Jornadas de Ativismo Corporativo realiza-se a 11 de junho de 2026, em Barcelona, na Universitat de Barcelona.</p>



<p>Organizado em parceria entre o LabCom e o ICNOVA (contando com a participação do investigador Alexandre Duarte na organização), o encontro ibérico terá formato híbrido (online, das 11h00 às 14h00, e presencial, das 15h00 às 20h00), reunindo académicos e profissionais em torno do tema <strong>“Empresas perante a policrise: marketing, governação e comunicação estratégica em transformação”</strong>.</p>



<p>Num contexto marcado por crise climática, tensões geopolíticas, polarização ideológica e crescente escrutínio público, as jornadas propõem uma reflexão aprofundada sobre o papel das organizações na esfera pública. Entre as questões centrais destacam-se o lugar do silêncio estratégico como forma de posicionamento, a distinção entre ativismo corporativo autêntico e oportunista, e os desafios de construção de legitimidade e coerência entre discurso e prática organizacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eixos Temáticos</h2>



<p>O programa estrutura-se em quatro eixos temáticos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ativismo corporativo e policrise</strong>, analisando transformações recentes do fenómeno;</li>



<li><strong>Marketing, consumidor e cultura política</strong>, com foco na autenticidade e na relação marca-consumidor;</li>



<li><strong>Governação e coerência organizacional</strong>, explorando a integração do ativismo nas estruturas internas;</li>



<li><strong>Comunicação estratégica e legitimidade</strong>, abordando práticas como <em>corporate social advocacy</em> e relações cívicas.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Call for Proposals</h2>



<p>Para além do painel académico, que aceita propostas teóricas, empíricas e críticas, esta edição introduz um <strong>painel profissional</strong>, dedicado à apresentação de casos práticos de ativismo corporativo, incluindo campanhas, estratégias de posicionamento sociopolítico ou gestão do silêncio organizacional.</p>



<p>As propostas de comunicação encontram-se abertas até <strong>30 de abril de 2026</strong>, devendo incluir um resumo entre 700 e 900 palavras. A participação é gratuita e aberta a investigadores, profissionais e estudantes, em regime presencial ou online.</p>



<p>Estas jornadas afirmam-se como um espaço interdisciplinar de debate sobre comunicação estratégica, marketing e governação, em articulação com a agenda internacional de investigação sobre ativismo corporativo, num momento em que as empresas são crescentemente chamadas a posicionar-se perante desafios sociais e políticos complexos.</p>



<p>Saiba mais aqui: <a href="http://gaudere.net/activismo-pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gaudere.net/activismo-pt</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2.png" alt="" class="wp-image-1006384" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2.png 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2-300x300.png 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2-150x150.png 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Webinar sobre software Idea Puzzle para investigação académica</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/webinar-software-idea-puzzle/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 17:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Student Resources]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 15 de abril, pelas 18h00, realiza-se um webinar dedicado ao software Idea Puzzle, destinado principalmente a estudantes de doutoramento e investigadores da Universidade Nova de Lisboa, podendo também participar estudantes de mestrado e docentes. O evento será ministrado por Ricardo Morais e decorrerá online, com registo obrigatório. A participação inclui emissão de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No próximo dia 15 de abril, pelas 18h00, realiza-se um webinar dedicado ao <a href="https://www.ideapuzzle.com/en/idea-puzzle-software_214.html">software</a> <strong>Idea Puzzle</strong>, destinado principalmente a estudantes de doutoramento e investigadores da Universidade Nova de Lisboa, podendo também participar estudantes de mestrado e docentes. O evento será ministrado por <strong>Ricardo Morais</strong> e decorrerá online, com registo obrigatório. A participação inclui emissão de certificado de presença.</p>



<p>O software Idea Puzzle é uma ferramenta de apoio à tomada de decisões que permite aos doutorandos e investigadores melhorar a coerência de propostas de investigação, artigos ou teses, considerando a Filosofia da Ciência. Além disso, auxilia na identificação de pontos fortes e fracos de projetos de investigação em qualquer área do conhecimento.</p>



<p><strong>Inscrição e acesso:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Registo necessário no <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=ZXEus-oUfUu5KvBRH_ptJ_vzrcJnEGpNiQTH9tR5IwlUOUdLNFlBWFJFRVkzRjRNNVFYUk1LNksyTi4u&amp;route=shorturl">link do webinar</a>.</li>



<li>Até 31 de outubro, quem se inscrever com e-mail institucional (<em>unl.pt</em> ou <em>novasbe.pt</em>) terá acesso gratuito ao software e poderá concorrer ao <strong>Prémio Idea Puzzle de 1000€</strong>, destinado ao projeto de investigação mais coerente desenvolvido na plataforma.</li>
</ul>



<p><strong>Objetivos do webinar:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reconhecer a relação entre epistemologia, metodologia, ontologia e axiologia.</li>



<li>Alinhar de forma coerente teoria, método, dados, retórica e autoria de um projeto de investigação usando o Idea Puzzle.</li>



<li>Avaliar forças e fraquezas de um projeto de investigação.</li>
</ul>



<p><strong>Programa:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Habilidades cognitivas na investigação: pensamento abstrato, crítico, sistémico, integrativo e subtrativo.</li>



<li>Dilemas filosóficos: influência da teoria, incomensurabilidade paradigmática, subdeterminação empírica, relevância e parcimônia.</li>



<li>Decisões teóricas: palavras-chave, correntes de pensamento, lacuna de investigação, questão ou hipótese, estado da arte.</li>



<li>Decisões metodológicas: postura filosófica, estratégia de investigação, recolha e análise de dados, critérios de qualidade.</li>



<li>Decisões empíricas: unidade e nível de análise, natureza, origem e amostra de dados.</li>



<li>Decisões retóricas: pathos, logos e ethos.</li>



<li>Decisões de autoria: sabedoria, confiança e gestão do tempo.</li>
</ol>



<p>O webinar é uma oportunidade para desenvolver competências cognitivas avançadas em pesquisa, alinhadas com o <strong>European Competence Framework for Researchers</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/idea-puzzle-software-webinar-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1006380" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/idea-puzzle-software-webinar-1024x1024.png 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/idea-puzzle-software-webinar-300x300.png 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/idea-puzzle-software-webinar-150x150.png 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/idea-puzzle-software-webinar-768x768.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/idea-puzzle-software-webinar.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Comunicação “Enquadramentos morais da ‘liberdade’ no discurso político&#8221;</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/comunicacao-enquadramentos-morais-da-liberdade-no-discurso-politico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 17:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da 3.ª edição das Jornadas de Pesquisa “Reconfiguração Política a partir da Mediação Digital”, será apresentada a comunicação “Enquadramentos morais da ‘liberdade’ no discurso político: uma análise dos contextos digital e presencial nas eleições municipais de 2024, Vila Velha, Brasil”, por André Vianna Nascimento. O trabalho propõe uma análise do uso da categoria...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No âmbito da 3.ª edição das Jornadas de Pesquisa “Reconfiguração Política a partir da Mediação Digital”, será apresentada a comunicação <strong>“Enquadramentos morais da ‘liberdade’ no discurso político: uma análise dos contextos digital e presencial nas eleições municipais de 2024, Vila Velha, Brasil”</strong>, por André Vianna Nascimento.</p>



<p>O trabalho propõe uma análise do uso da categoria moral “liberdade” nos discursos de candidatos a vereador do Partido Liberal (PL), durante o período eleitoral de 2024, no município de Vila Velha (ES), Brasil. Partindo da hipótese de que as dinâmicas discursivas no ambiente digital prolongam práticas observadas no contexto presencial, a investigação cruza dados provenientes de redes sociais — nomeadamente Instagram e WhatsApp — com observação de campo em eventos políticos, como comícios, reuniões partidárias e passeatas.</p>



<p>No plano empírico, foram analisadas 2.674 publicações, recolhidas entre 16 de agosto e 6 de outubro de 2024, com recurso às ferramentas Zeeschuimer e 4CAT. Através de uma abordagem de análise de discurso, o estudo evidencia como a noção de “liberdade” é articulada a outros marcadores morais — como patriotismo, fé, verdade e oposição à “mentira” — funcionando como eixo organizador de enquadramentos que mobilizam emoções políticas, como medo, orgulho e desprezo.</p>



<p>Os resultados apontam para uma continuidade entre os repertórios discursivos nos contextos digital e presencial, ainda que com variações na intensidade e nos modos de articulação. A investigação sublinha ainda como a moralização da política, ancorada na categoria “liberdade”, contribui para a intensificação de dinâmicas de polarização e para a consolidação de formas de mobilização associadas ao populismo de direita contemporâneo.</p>



<p><strong>Sobre o orador</strong><br>André Vianna Nascimento é professor substituto de Metodologia da Pesquisa na FACELI e doutorando em Sociologia na Universidade Federal Fluminense (UFF), onde integra o Laboratório de Sociologia Digital. Encontra-se atualmente em estágio doutoral no ICNOVA – Instituto de Comunicação da NOVA, na Universidade NOVA de Lisboa. É ainda investigador no Núcleo de Estudos Urbanos e Socioambiental (NEUS), tendo desenvolvido investigação nas áreas da sociologia política, media digitais e comunicação política.</p>



<p>Aceda ao <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKDJYbTrgzyaGquVi9dvKucIKC4x8GT1WnKOCsyWJZpP-koQ/viewform">formulário de inscrição</a>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="1006364" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/NOVO-IG-Eventos-internos-819x1024.png" alt="Cartaz da comunicação &quot;Enquadramentos morais da “liberdade” no discurso político&quot;, de André Nascimento." class="wp-image-1006364" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/NOVO-IG-Eventos-internos-819x1024.png 819w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/NOVO-IG-Eventos-internos-240x300.png 240w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/NOVO-IG-Eventos-internos-768x960.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/NOVO-IG-Eventos-internos.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="1006366" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/PauloMendes-1-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1006366" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/PauloMendes-1-819x1024.png 819w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/PauloMendes-1-240x300.png 240w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/PauloMendes-1-768x960.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/PauloMendes-1.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
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		<item>
		<title>Ciclo “Conversas Pop” debate populismo, media e desinformação</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/ciclo-conversas-pop-debate-populismo-media-desinformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:16:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Observatório do Populismo para o Século XXI promove, ao longo de 2026, o ciclo Conversas Pop, um conjunto de debates que propõe discutir a expansão dos populismos contemporâneos a partir de obras recentemente publicadas em Portugal e no Brasil. A iniciativa procura analisar criticamente a forma como populismo, propaganda, polarização e desinformação se articulam...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Observatório do Populismo para o Século XXI</strong> promove, ao longo de 2026, o ciclo <strong>Conversas Pop</strong>, um conjunto de debates que propõe discutir a expansão dos populismos contemporâneos a partir de obras recentemente publicadas em Portugal e no Brasil. A iniciativa procura analisar criticamente a forma como <strong>populismo, propaganda, polarização e desinformação</strong> se articulam num ambiente mediático híbrido, marcado pela crescente intermediação de plataformas digitais e sistemas de recomendação algorítmica.</p>



<p>Partindo de livros recentes, o ciclo pretende refletir sobre os modos de formação da opinião pública e sobre os desafios colocados à <strong>resiliência das democracias</strong> num contexto em que a visibilidade, a atenção e o conflito são frequentemente moldados por lógicas mediáticas e tecnológicas.</p>



<p>O ciclo <strong>Conversas Pop</strong> inclui ainda duas sessões previstas para 2026:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>22</strong> <strong>de Abril –</strong> <em>Populismo e os media: como se constrói atenção, conflito e agenda num ecossistema de notícias e redes sociais</em>, com <strong>Miguel Carvalho</strong>, autor do livro &#8220;Por Dentro do Chega&#8221;, e a investigadora <strong>Rita Figueiras</strong>, </li>



<li><strong>Junho</strong> — <em>Polarização, desinformação e desordem informacional: a “nova regra do jogo” nas democracias digitais</em>, com <strong>Arthur Ituassu</strong>, a partir do livro <em>A Nova Regra do Jogo: Mídias Digitais, Política e Democracia</em>;</li>



<li><strong>Outubro</strong> — <em>Bernays automatizado: da propaganda clássica à propaganda algorítmica e persuasão invisível</em>.</li>
</ul>



<p>O ciclo pretende criar um espaço de debate público sobre o papel dos media e das tecnologias digitais na transformação da comunicação política contemporânea.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="1006353" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Conversas-POP_-livros-media-e-democracia-2-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-1006353" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Conversas-POP_-livros-media-e-democracia-2-683x1024.jpeg 683w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Conversas-POP_-livros-media-e-democracia-2-200x300.jpeg 200w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Conversas-POP_-livros-media-e-democracia-2-768x1152.jpeg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Conversas-POP_-livros-media-e-democracia-2.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>
</figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Lica realiza evento com Alexander Todorov</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/lica-realiza-evento-com-alexander-todorov/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Rech]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 11:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento ocorrerá, de forma on-line, dia 28 de janiero, às 17h. O tema será &#8220;The Idiosyncratic nature of evaluation.&#8221; É necessário se inscrever pelo e-mail: ambarreto@fcsh.unl.pt Alexander Todorov, professor de psicologia na Universidade de Chicago, estuda perceção, julgamento e tomada de decisão, usando métodos computacionais orientados por dados e IA generativa para modelar preferências...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O evento ocorrerá, de forma on-line, dia 28 de janiero, às 17h. O tema será &#8220;The Idiosyncratic nature of evaluation.&#8221; É necessário se inscrever pelo e-mail: ambarreto@fcsh.unl.pt</p>



<p>Alexander Todorov, professor de psicologia na Universidade de Chicago, estuda perceção, julgamento e tomada de decisão, usando métodos computacionais orientados por dados e IA generativa para modelar preferências humanas; investiga também as limitações das intuições estatísticas e o seu impacto nas decisões.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/12/Convidados-especiais-819x1024.png" alt="" class="wp-image-1006070" style="width:449px;height:auto" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/12/Convidados-especiais-819x1024.png 819w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/12/Convidados-especiais-240x300.png 240w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/12/Convidados-especiais-768x960.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2025/12/Convidados-especiais.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Aula aberta: “Do Sinal à Disrupção: Tendências, Labs e Estratégias para Criar Futuros” ocorre na NOVA FCSH</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/aula-aberta-do-sinal-a-disrupcao-tendencias-labs-e-estrategias-para-criar-futuros-ocorre-na-nova-fcsh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Rech]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.icnova.fcsh.unl.pt/?p=1006053</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 9 de dezembro, na NOVA FCSH, o ICNOVA/iNOVA Media Lab promoveu a aula aberta “Do Sinal à Disrupção: Tendências, Labs e Estratégias para Criar Futuros”, dinamizada por Ana Cecília B. Nunes e Ana Marta M. Flores, professoras e investigadoras que têm trabalhado no cruzamento entre pesquisa de tendências, inovação, cultura digital e transformação...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 9 de dezembro, na NOVA FCSH, o ICNOVA/iNOVA Media Lab promoveu a aula aberta “Do Sinal à Disrupção: Tendências, Labs e Estratégias para Criar Futuros”, dinamizada por Ana Cecília B. Nunes e Ana Marta M. Flores, professoras e investigadoras que têm trabalhado no cruzamento entre pesquisa de tendências, inovação, cultura digital e transformação organizacional.</p>



<p>As autoras publicaram em coautoria o livro “Inovação nas Indústrias Criativas” (AltaBooks, 2024), resultado de colaborações internacionais. A obra discute, de forma aplicada, como tendências e media labs podem catalisar criatividade, orientar a criação de novos produtos e processos e impulsionar transformações digitais em setores como media, indústrias criativas e outros segmentos. O livro propõe uma leitura prática sobre como organizações podem atuar de modo proativo, ofensivo e visionário, antecipando mudanças em vez de apenas reagir a elas.</p>



<p>A aula aberta parte dessa experiência comum para explorar como transformar sinais emergentes — tecnológicos, culturais ou comportamentais — em estratégias consistentes. A partir de ferramentas como o Trend Research Kit e o Media Lab Canvas, a sessão discute formas de estruturar processos contínuos de experimentação, inovação e criação de futuros possíveis, mostrando como labs e metodologias de foresight podem apoiar decisões mais informadas e sustentáveis.</p>



<p></p>
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