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	<title>ICNOVA Calls Archives - ICNOVA</title>
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	<description>INSTITUTO DE COMUNICAÇÃO DA NOVA</description>
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	<title>ICNOVA Calls Archives - ICNOVA</title>
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	<item>
		<title>Conferência Internacional Dramaturgias da Performance</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 13:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
		<category><![CDATA[Events]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(English version below) 2 a 5 de dezembro de 2026, CAN NOVA FCSH/ MNACChamada para trabalhos &#124; Submissões até 15 de julho de 2026 O Grupo Performance &#38; Cognição do Instituto de Comunicação da NOVA, Universidade NOVA de Lisboa (ICNOVA-NOVA FCSH), em parceria com o Centro de Estudos Interdisciplinares, Faculdade de Letras da Universidade de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p><em>(English version below)</em></p>



<p><strong>2 a 5 de dezembro de 2026, CAN NOVA FCSH/ MNAC<br>Chamada para trabalhos | Submissões até 15 de julho de 2026</strong></p>



<p>O Grupo Performance &amp; Cognição do Instituto de Comunicação da NOVA, Universidade NOVA de Lisboa (ICNOVA-NOVA FCSH), em parceria com o Centro de Estudos Interdisciplinares, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC-CEIS20) promovem a Conferência Internacional <em>Dramaturgias da Performance.</em></p>



<p>A Conferência Internacional <em>Dramaturgias da Performance</em> surge dez anos após o <em>Simpósio Performance Arte Portuguesa: 2 ciclos para um arquivo,</em> que teve lugar no CCB, em Lisboa. Nesta última década,&nbsp; a performance arte ganhou reconhecimento histórico em contextos periféricos, tornando-se um operador central da cultura contemporânea a nível internacional — facto&nbsp; que tem sido descrito como a “era da performance” por autores como McKenzie (2001), Lepecki (2016) e&nbsp; Sennett (2025). Esta centralidade tem-se expandido, inscrevendo uma relação entre procedimentos de criação rastreáveis na arte da performance e dinâmicas do sentido geradas na relação dramatúrgica com diversos contextos disciplinares ou temáticos.&nbsp;</p>



<p>Pensámos as dramaturgias da performance a partir da barra oblíqua, <strong>/</strong>. Esta barra serve-nos como símbolo para sublinhar as extensões e, ao mesmo tempo, hibridizações das áreas que a performance tem abarcado. O sentido oblíquo serve também para dar conta das ambiguidades intrínsecas às dramaturgias da performance.&nbsp;</p>



<p>O que são ou o que podem ser as dramaturgias da performance? Como são construídas estas dramaturgias nas diversas áreas que convocam a palavra performance? Que diferenças e semelhanças apresentam? O termo dramaturgia é o mais adequado para todas as criações performáticas?</p>



<p>Perguntar “o que é a dramaturgia?” é uma questão que se apresenta cada vez mais frequente e é também de resposta cada vez mais escorregadia e imprecisa, num tempo em que o termo tem ganho cada vez maior <em>appeal.</em></p>



<p>Como nos dizem Anne Hamilton e Water Chon no seu livro <em>Dramaturgy: The basics </em>(Routledge 2023), na contemporaneidade, mais do que um texto ou mesmo uma prática, a dramaturgia é uma actividade ampla que “permite uma abordagem subjetiva de um tema e a sua análise numa perspectiva de 360º”. Dizem ainda estes autores que “o que está no coração da dramaturgia é o próprio coração”, permitindo-nos colocar questões importantes como “o que importa e por quê?” E “o que significa ser humano?” Por isso, mais do que uma ciência, a dramaturgia ou o papel dos dramaturgistas apresenta-se como uma sensibilidade criativa, especulativa e catalítica e ao mesmo tempo investigativa, laboratorial e problematizadora. Como referem ainda Georgelou, Protopapa e Theodoridou em<em> </em><em>The Practice of Dramaturgy Working on Actions in Performance </em>(Valiz 2016), com ou sem dramaturgos, a dramaturgia “envolve todos os que participam na concepção de um processo artístico”.</p>



<p>Por isso, a base da dramaturgia é questionar, muitas vezes em conjunto, assumir o papel do dramaturgista ignorante frente a um problema ou problemática, como salienta Bojana Cvejić em <em>The Ignorant Dramaturg </em>(Sarma 2010), e de forma colaborativa e participada fazer perguntas que impliquem e se relacionem com o mundo contemporâneo, assumindo, nas suas palavras, “incerteza”, “risco” e “ousadia”.&nbsp;</p>



<p>Esse processo implica hoje não só dinâmicas de entrelaçamento, tessitura e interconexão entre diferentes culturas, técnicas e meios, como referem Fischer-Lichte, Weiler e Jost em <em>Dramaturgies of Interweaving, Engaging Audiences in an Entangled World </em>(Routledge 2022),<em> </em>como implica conceitos como cidadania, democracia radical e agonística, posicionamento, responsabilidade, entre outros. No cruzamento com todos os&nbsp; sentidos conflituais e oblíquos, a performance inscreve-se entre vida e arte, enquanto Ágora, na contínua re-escrita performativa do corpo-arquivo-mundo.</p>



<p>A Conferência será um lugar de encontro entre oradores convidados (Keynote speakers), Workshops, Performances e Comunicações ou Conferências-Performances de diferentes vetores oblíquos das Dramaturgias da Performance.&nbsp;</p>



<p>O dia 2/12 será dedicado apenas a Workshops, alguns dos quais serão distribuídos pelos dias da Conferência de 3- 5/12. <strong>Em breve apresentaremos o programa dos workshops para inscrição complementar.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Chamada de propostas</h2>



<p>Convidamos investigadores e artistas a apresentar propostas de comunicação, conferência-performance, performances ou outros formatos (dentro da logística possível de conferência e dentro de um limite temporal de 15 minutos), em português ou inglês. Serão explorados nesta conferência, entre outros, os seguintes territórios conceptuais a partir dessa barra oblíqua:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Performance / Real e Ficção</li>



<li>Performance / Arquivos e Repertório</li>



<li>Performance / História</li>



<li>Performance / Reenactment</li>



<li>Performance / Ecologia</li>



<li>Performance / Tecnologia</li>



<li>Performance / Quotidiano</li>



<li>Performance / Participação</li>



<li>Performance / Fotografia</li>



<li>Performance / Vídeo</li>



<li>Performance / Política</li>



<li>Performance / Ritual</li>



<li>Performance / Metaperformatividade</li>



<li>Performance / Público</li>



<li>Performance / Som</li>



<li>Performance / Intimidade</li>



<li>Performance / Género</li>



<li>Performance / Cognição</li>



<li>Performance / Literatura e Narrativas</li>



<li>Performance / Coreografia</li>
</ul>



<p>Submissão de propostas: <a href="https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt">https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt</a></p>



<p><em>&#8212;- (English Version)</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Dramaturgies of Performance International Conference </em></strong><strong><em>/</em></strong></h2>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="553" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-1024x553.jpeg" alt="" class="wp-image-1006721" style="width:1260px;height:auto" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-1024x553.jpeg 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-300x162.jpeg 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-768x415.jpeg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-1536x829.jpeg 1536w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/DP_en-2048x1105.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Screenshot</figcaption></figure>



<p><strong>D</strong></p>



<p>The Dramaturgies of Performance International Conference takes place ten&nbsp;years after the Portuguese Performance Art Symposium: 2 cycles for an archive, held at the CCB in Lisbon. Over the past decade, a period in which performance art has gained historical recognition within peripheral contexts, performance has emerged as a central operator of contemporary international culture — a phenomenon described as the “age of performance” by authors such as McKenzie (2001), Lepecki (2016), and Sennett (2025). This centrality has expanded, establishing a relationship between traceable creative procedures in performance art and the dynamics of meaning generated through dramaturgical relations with diverse disciplinary or thematic contexts.</p>



<p>We think of performance dramaturgies as starting from the forward slash, /. This oblique bar serves as a symbol to emphasise the extensions and, at the same time, hybridisations of the areas that performance has encompassed. The oblique meaning also serves to account for the ambiguities intrinsic to performance dramaturgies.</p>



<p>What are, or what could be, performance dramaturgies? How are these dramaturgies constructed across the various fields that invoke the word &#8220;performance&#8221;? What differences and similarities do they exhibit across these areas? Is the term “dramaturgy” the most appropriate for all performative creations? Enquiring into the nature of dramaturgy is an increasingly frequent endeavour, yet the answer remains ever more elusive and imprecise at a time when the term has gained significant “appeal”. As Anne Hamilton and Walter Chon observe in Dramaturgy: The Basics (Routledge, 2023), in the contemporary era, rather than being merely a text or even a practice, dramaturgy is an activity that “allows for a subjective investment in a theme and its consideration across a 360º axis”. These authors further state that “what lies at the heart of dramaturgy is the heart itself”, allowing us to pose vital questions such as “what matters and why?” and “what does it mean to be human?” Therefore, rather than a science, dramaturgy — or the role of the dramaturg — presents itself as a creative, speculative, and catalytic sensibility; it is simultaneously investigative, laboratory-based, and problematising. As Georgelou, Protopapa, and Theodoridou suggest in The Practice of Dramaturgy: Working on Actions in Performance (Valiz, 2016), whether “with dramaturgs” or “without dramaturgs”, it involves all those who participate in the conception of an artistic process. Consequently, the foundation of dramaturgy lies in questioning, often collectively. It involves adopting the role of the “ignorant dramaturg” when faced with a problem or issue, as highlighted by Bojana Cvejić in The Ignorant Dramaturg (Sarma, 2010), and through collaborative and participatory means, asking questions that engage with the contemporary world, embracing what she terms “uncertainty”, “risk”, and “daring”.</p>



<p>Today, this process implies not only dynamics of interweaving, texture, and interconnection between different cultures, techniques, and media — as noted by Fischer-Lichte, Weiler, and Jost in Dramaturgies of Interweaving: Engaging Audiences in an Entangled World (Routledge, 2022) — but also concepts such as citizenship, radical and agonistic democracy, positioning, and responsibility. In their intersection with performance and its conflicting, oblique meanings, these concepts are re-inscribed between life and art as an Agora, within the continuous performative rewriting of the body-archive-world.</p>



<p>The International Conference on Dramaturgies of Performance is organised by the Performance &amp; Cognition Group of the Institute of Communication at NOVA University of Lisbon (ICNOVA-FCSH-UNL), in partnership with the Centre for Interdisciplinary Studies, Faculty of Arts, University of Coimbra (FLUC-CEIS20).</p>



<p>The Conference will be a meeting place for Keynotes, Workshops, Performances, and Communications, or Conference-Performances, from different oblique vectors of Performance Dramaturgy. December 2nd will be dedicated solely to workshops, with some workshops spread across the conference days from December 3rd to 5th.&nbsp;<strong>We will publish the workshop programme shortly to allow for further registration.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">CALL FOR PROPOSALS</h3>



<p>We invite researchers and artists to submit proposals for papers, lecture-performances, performances, or other formats (within the logistical constraints of the conference and limited to 15 minutes), in Portuguese or English. Drawing on the concept of the forward slash, this conference will explore, among others, the following conceptual territories:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Performance / Reality and Fiction</li>



<li>Performance / Archives and Repertoire</li>



<li>Performance / History</li>



<li>Performance / Reenactment</li>



<li>Performance / Ecology</li>



<li>Performance / Technology</li>



<li>Performance / Everyday Life</li>



<li>Performance / Participation</li>



<li>Performance / Photography</li>



<li>Performance / Video</li>



<li>Performance / Politics</li>



<li>Performance / Ritual</li>



<li>Performance / Metaperformativity</li>



<li>Performance / Audience</li>



<li>Performance / Sound</li>



<li>Performance / Intimacy</li>



<li>Performance / Gender</li>



<li>Performance / Cognition</li>



<li>Performance / Literature and Narratives</li>



<li>Performance / Choreography</li>
</ul>



<p>Proposal submission: <a href="https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt/">https://dramaturgiesofperformance.fcsh.unl.pt/</a></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chamada de propostas de números temáticos da RCL</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/chamada-propostas-numeros-tematicos-rcl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coordenação Editorial da revista&#160;de Comunicação e Linguagens/&#160;Journal of Communication and Languages&#160;(ISSN: 2183-7198),&#160;publicação científica do Instituto de Comunicação da NOVA da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, convida a comunidade académica, nomeadamente&#160;curadores, artistas, fotógrafos, colecionadores, investigadores e estudantes universitários, que tenham um interesse particular por temas da cultura contemporânea, das...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="vgblk-rw-wrapper limit-wrapper">
<p>A Coordenação Editorial da revista&nbsp;<em>de Comunicação e Linguagens/&nbsp;</em>Journal of Communication and Languages&nbsp;(ISSN: 2183-7198)<em>,</em>&nbsp;publicação científica do Instituto de Comunicação da NOVA da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, convida a comunidade académica, nomeadamente&nbsp;curadores, artistas, fotógrafos, colecionadores, investigadores e estudantes universitários, que tenham um interesse particular por temas da cultura contemporânea, das artes e tecnologias,&nbsp;processos de mediação e linguagens,&nbsp;a apresentarem&nbsp;<strong>propostas de Números temáticos</strong>&nbsp;a serem publicados no período entre 2027 e 2029.&nbsp;</p>



<p>Prazo:&nbsp;<strong>30 de junho de 2026</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Apresentação de propostas</strong></h2>



<p>A proposta de Números temáticos deverá conter os seguintes elementos:</p>



<p>1.1. Nome completo, grau académico, vínculo institucional, email, Orcid e resumo curricular (máximo 100 palavras) de todos/as o/a(s) editores;<br>1.2. Descrição e enquadramento da proposta, incluindo os seguintes elementos:<br>• título (português e inglês);<br>• resumo e&nbsp;<em>abstract</em>&nbsp;(até 600 caracteres);<br>• objetivos e enfoques pretendidos;<br>• justificação da relevância;<br>• referências bibliográficas relevantes sobre o tema (não mais que 10);<br>• lista de subtemas a serem desenvolvidos.</p>



<p><br>As propostas deverão ser enviadas em formato .doc ou .docx para o email <a href="mailto:icnovaeditorial@fcsh.unl.pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">icnovaeditorial@fcsh.unl.pt</a>  (Assunto: Proposta de Número RCL) até às 23h59min do dia 30 de junho de 2026.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Avaliação das propostas&nbsp;</strong></h2>



<p>2.1. As propostas recebidas serão analisadas pela Direção da revista de&nbsp;<em>Comunicação e Linguagens</em>&nbsp;tendo em conta os critérios:<br><br>• originalidade, principalmente em relação aos números anteriormente publicados na&nbsp;<em>RCL</em>;<br>• relevância e atualidade;<br>• clareza e coerência;<br>• abrangência da temática, de modo a permitir, inclusive, a diversidade nacional e internacional dos artigos;<br><br>2.2. Serão excluídas as propostas que não atenderem aos critérios acima descritos.&nbsp;<br>2.3. A Direção da revista ficará responsável pela avaliação de números e divulgação dos resultados até ao dia&nbsp;<strong>15 de setembro de 2026</strong>.</p>



<p>A call completa está disponível em <a href="https://revistas.fcsh.unl.pt/rcl/announcement/view/16" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://revistas.fcsh.unl.pt/rcl/announcement/view/16</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Sem-título-7-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1006633" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Sem-título-7-1024x1024.png 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Sem-título-7-300x300.png 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Sem-título-7-150x150.png 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Sem-título-7-768x768.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Sem-título-7.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Call Internacional / International Call</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/call-internacional-do-projecto-t-c-transcloud-performance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>T-C (Transcloud of Performance) Plataforma de performance entre Portugal, Brasil, África e Ásia Este projeto visa criar uma plataforma internacional de investigação e curadoria dedicada ao estudo das relações (in)comuns ou “subcomuns” que moldam a performance artística contemporânea em contextos transnacionais e pós-coloniais (Harney &#38; Moten 2025). Aborda uma lacuna crítica no panorama atual da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1006622" class="elementor elementor-1006622" data-elementor-post-type="post">
						<section class="elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-11443635 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="11443635" data-element_type="section" data-e-type="section">
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									<h2 class="plateau"><span style="background-color: #cdcdcd; color: #f47337;">T-C (Transcloud of Performance)
Plataforma de performance entre Portugal, Brasil, África e Ásia</span></h2>								</div>
				</div>
				<div class="elementor-element elementor-element-5349e74 elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="5349e74" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
				<div class="elementor-widget-container">
									<p>Este projeto visa criar uma plataforma internacional de investigação e curadoria dedicada ao estudo das relações (in)comuns ou “subcomuns” que moldam a performance artística contemporânea em contextos transnacionais e pós-coloniais (Harney &amp; Moten 2025). Aborda uma lacuna crítica no panorama atual da investigação: a ausência de um campo estruturado e comparativo que examine práticas performáticas que liguem Portugal, o Brasil e territórios africanos e asiáticos marcados por histórias coloniais e por um património cultural e linguístico comum, incluindo contextos em que o português se cruza com outras línguas indígenas autóctones.</p>
<p>Esta plataforma é simbolicamente concebida como uma “nuvem” que se move para diversas territorialidades num lugar heterotópico, no sentido foucaultiano, uma reserva de espaço flutuante para a imaginação. A “nuvem” sinaliza mobilidade, porosidade e infraestrutura digital, enquanto permite um ponto de vista crítico sobre passados assombrados (Traverso 2017) e futuros emergentes. O projeto opera, assim, na intersecção entre arquivo e repertório (Taylor 2003), memória e futuridade (Schneider 2011), performance e historiografia (Burke 2005). Reconhecendo que tanto a cultura como a língua portuguesa inscrevem heranças colonialistas, o nosso posicionamento é que devemos abraçar todas as vertentes da dinâmica e recriação da língua e, mais do que isso, pensar esta geografia como reveladora de um trânsito, uma nuvem de diferentes línguas, onde o português pode mesmo ser uma ausência.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Chamada para Projectos Artísticos:</h3>
<p>Como se reflete a performatividade da História (Burke 2005) nos trânsitos artísticos da cena contemporânea entre Portugal, Brasil, África e Ásia? Esta chamada para projetos artísticos tem por objetivo convocar artistas/curadores ou investigadores, destes diferentes territórios, a participarem numa plataforma de performance artística que se apresenta através da imagem metafórica de uma nuvem com formas diferenciadas &#8211; uma nuvem-jangada, uma nuvem-ponte, uma nuvem-estrada, uma nuvem-rede, uma nuvem-nuvem, sempre em transformação e em relação. Esta plataforma-nuvem pretende re-simbolizar as singularidades das trajetórias, temas e propostas dos artistas contemporâneos portugueses, brasileiros, africanos ou asiáticos que fazendo uso de linguagens da performance, através de abordagens transdisciplinares, da performatividade e do hibridismo, cruzam os limites deste amplo território cultural, onde se falaa língua portuguesa, ou esta ainda se faz presente nalgumas expressões linguísticas ou culturais, relacionando-se com os contextos internacionais da arte.</p>
<p>Este lugar (in)comum de partilhas pretende assim dar a conhecer, discutir, aprofundar e expandir os tracejados comuns e/ou incomuns, onde se articulam imaginários e legados históricos, procurando retirá-los, como referem Harney &amp; Moten, dos lugares subcomuns (“undercommom”) a que são muitas vezes remetidos.</p>
<h4 class="wp-block-heading">Como?</h4>
<p>(1) Através da apresentação de um projeto representativo do trabalho artístico ou de investigação, que contemple uma ou várias das seguintes questões:</p>
<p>Que novas performatividades híbridas e transculturais emergem de uma expansão da arte da performance, no contexto dos imaginários partilhados entre Portugal, Brasil, África e Ásia? Num cenário em que estas geografias se cruzam, misturam e se dissolvem em múltiplos lugares pelo mundo, que novos mapeamentos se produzem? Que opacidades lhes são inerentes? Quais são os seus espaços e tempos de visibilidade? Quais os seus temas, modos de operação e formas de receção? Que arquivos mobilizam, criam ou recriam?</p>
<p>De que forma estas práticas contribuem para descolonizar ou problematizar a cultura, o conhecimento, os corpos, os gestos, os rituais, as memórias e os objetos? O futuro que nelas se inscreve constitui uma continuidade do passado ou propõe novas ressignificações? Que performances emergem num tempo pensado como cíclico e espiral? Como se preservam e quais são as raízes, enquanto ativam as dinâmicas da globalização? Que hubris e nemesis as atravessam?</p>
<p>(2) O convite à apresentação de propostas visa a seleção por um júri, de um conjunto de projetos para integrar um ciclo internacional de seminários com edição online, bem como o seu posterior registo num website da plataforma em construção. Desta primeira call resultarão ainda um artigo científico e a edição de um número especial de uma revista indexada em open access.</p>
<p>O ciclo de seminários terá por base os tópicos apresentados abaixo:</p>
<p>(1) O Futuro do Ritual (reencenação, corporeidade e temporalidades espirais);</p>
<p>(2) A hibridez é o novo Esperanto? (performatividades transculturais)</p>
<p>(3) Representações (Des)coloniais (máscaras, objetos, documentos, monumentos);</p>
<p>(4) Geografias Artísticas de Portugal, Brasil, África e Ásia (uma ampla geografia para objetivos (in)comuns);</p>
<p>(5) Bienais e festivais, as ruas e a WWW (lugar para inscrição artística da arte performática).</p>
<p>As propostas devem ser submetidas aqui: <a href="https://forms.gle/QjsGxKMCsC7vzkXe6">https://forms.gle/QjsGxKMCsC7vzkXe6</a></p>
<p>Project e-mail: <a href="mailto:transcloud.performance@gmail.com">transcloud.performance@gmail.com</a></p>
<p>A call está aberta entre o dia 15 de maio e 30 de junho de 2026.</p>								</div>
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									<h2 class="plateau"><span style="background-color: #cdcdcd; color: #f47337;">T-C (Transcloud of Performance)<br />Plataform of performance betewen Portugal, Brasil, Africa and Asia<br /></span></h2>								</div>
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									<p>This project aims to create an international research and curatorial platform dedicated to the study of the (un)common or “subcommon” relationships that shape contemporary artistic performance in transnational and post-colonial contexts (Harney &amp; Moten 2025). It addresses a critical gap in the current research landscape: the absence of a structured and comparative field that examines<br />performance practices connecting Portugal, Brazil, and African and Asian territories marked by colonial histories and a shared cultural and linguistic heritage, including contexts where Portuguese<br />intersects with other autochthonous indigenous languages.<br />This platform is symbolically conceived as a “cloud” that moves to diverse territorialities in a heterotopic place, in the Foucauldian sense, a reserve of floating space for the imagination. The “cloud” signals mobility, porosity, and digital infrastructure, while simultaneously allowing for a critical point of view on haunted pasts (Traverso 2017) and emerging futures. The project thus<br />operates at the intersection of archive and repertoire (Taylor 2003), memory and futurity (Schneider 2011), performance and historiography (Burke 2005).<br />Recognizing that both Portuguese culture and language bear colonial legacies, our position is that we must embrace all aspects of the dynamics and recreation of the language and, more than that, consider this geography as revealing a transit, a cloud of diﬀerent languages, where Portuguese may even be absent.</p><h3 class="wp-block-heading">Call for Artistic Projects:</h3><p>How does the performativity of History (Burke 2005) reflect in the artistic transits of the contemporary scene between Portugal, Brazil, Africa, and Asia? This call for artistic projects aims to invite artists/curators or researchers from these different territories to participate in an artistic performance platform that presents itself through the metaphorical image of a cloud with differentiated forms &#8211; a cloud-raft, a cloud-bridge, a cloud-road, a cloud-net, a cloud-cloud, always in transformation and in relation. This cloud-platform intends to re-symbolize the singularities of the trajectories, themes, and proposals of contemporary Portuguese, Brazilian, African, or Asian artists who, using performance languages, through transdisciplinary approaches, performativity, and hybridity, cross the limits of this broad cultural territory, where the Portuguese language is spoken, or where it is still present in some linguistic or cultural expressions, relating to the international contexts of art.</p><p>This (un)common space for sharing aims to make known, discuss, deepen and expand the common and/or uncommon outlines where imaginaries and historical legacies are articulated, seeking to remove them, as Harney &amp; Moten refer to them, from the subcommon (“undercommon”) places to which they are often relegated.</p><h4 class="wp-block-heading">How?</h4><p>(1) By presenting a representative project of artistic or research work that addresses one or more of the following questions:</p><p>What new hybrid and transcultural performativities emerge from an expansion of performance art, in the context of shared imaginaries between Portugal, Brazil, Africa, and Asia? In a scenario where these geographies intersect, mix, and dissolve in multiple places around the world, what new mappings are produced? What opacities are inherent to them? What are their spaces and times of visibility? What are their themes, modes of operation, and forms of reception? What archives do they mobilize, create, or recreate?</p><p>How do these practices contribute to decolonizing or problematizing culture, knowledge, bodies, gestures, rituals, memories, and objects? Does the future inscribed in them constitute a continuity of the past or do we propose new resignifications? What performances emerge in a time conceived as cyclical and spiral? How are they preserved and what are their roots, while at the same time activating the dynamics of globalization? What hubris and nemesis run through them?</p><p>(2) The call for proposals aims at the selection by a jury of a set of projects to be included in an international cycle of seminars with online publication, as well as their subsequent registration on a website of the platform under construction. This first call will also result in a scientific article and the publication of a special issue of journal indexed on open access.</p><p>The seminar series will be based on the topics presented below:</p><p>(1) The Future of Ritual (reenactment, corporeality, and spiral temporalities);</p><p>(2) Is Hybridity the New Esperanto? (transcultural performativities);</p><p>(3) (De)colonial Representations (masks, objects, documents, monuments);</p><p>(4) Artistic Geographies of Portugal, Brazil, Africa, and Asia (a broad geography for (un)common<br />objectives);</p><p>(5) Biennials and festivals, the streets and the WWW (a place for the artistic inscription of<br />performance art).</p><p>Proposals should be submitted here: <a href="https://forms.gle/Egf4Jo2o5Eg1ApHp9">https://forms.gle/Egf4Jo2o5Eg1ApHp9</a><br />Project e-mail: <a href="mailto:transcloud.performance@gmail.com">transcloud.performance@gmail.com</a></p><p>The call will be open from May 15th to June 30th, 2026.</p>								</div>
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		<title>Media, Intimidade e Sexualidades: Perspetivas Críticas Contemporâneas</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/media-intimidade-e-sexualidades-perspetivas-criticas-contemporaneas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Trabalho de Género e Sexualidades da SOPCOM lançou a chamada para trabalhos da conferência internacional “Media, Intimidade e Sexualidades: Perspetivas Críticas Contemporâneas”, que terá lugar a 20 de maio de 2026, na Biblioteca de Jornalismo do Colégio de São Jerónimo, na Universidade de Coimbra. Organizada pelas coordenadoras do grupo, Inês Amaral (FLUC)...</p>
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<p>O Grupo de Trabalho de Género e Sexualidades da SOPCOM lançou a chamada para trabalhos da conferência internacional <strong>“Media, Intimidade e Sexualidades: Perspetivas Críticas Contemporâneas”</strong>, que terá lugar a <strong>20 de maio de 2026</strong>, na Biblioteca de Jornalismo do Colégio de São Jerónimo, na Universidade de Coimbra.</p>

<p>Organizada pelas coordenadoras do grupo, Inês Amaral (FLUC) e Camila Lamartine, a conferência propõe-se como um espaço de reflexão crítica sobre as intersecções entre media, intimidade e sexualidades, num contexto marcado pela digitalização da vida quotidiana, pela transformação das formas de sociabilidade e pela crescente reconfiguração das fronteiras entre o público e o privado.</p>

<p>Num panorama em que os media assumem um papel central na produção e circulação de discursos sobre o íntimo e o sexual, o encontro convida à apresentação de propostas que contribuam para uma análise situada e crítica destas dinâmicas. São particularmente incentivadas abordagens teóricas inovadoras, investigações empíricas rigorosas e perspetivas que questionem enquadramentos normativos e eurocêntricos, num campo ainda pouco explorado em Portugal.</p>

<p>Entre os temas sugeridos destacam-se as mediações tecnológicas da intimidade, as economias afetivas nos media, as sexualidades digitais e culturas de plataforma, a datificação das relações pessoais, os algoritmos e a governança da intimidade, bem como as transformações associadas às dating apps, influenciadores e performatividades do íntimo.</p>

<p>A chamada encontra-se atualmente encerrada. Consulte a programação completa.</p>

<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1006610 size-full" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Media-Intimidade-e-Sexualidades-8.png" alt="Programação de Media, Intimidade e Sexualidades" width="1080" height="1350" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Media-Intimidade-e-Sexualidades-8.png 1080w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Media-Intimidade-e-Sexualidades-8-240x300.png 240w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Media-Intimidade-e-Sexualidades-8-819x1024.png 819w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/Media-Intimidade-e-Sexualidades-8-768x960.png 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></figure>
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		<title>Media &#038; Jornalismo integra número especial inter-revistas</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/media-jornalismo-numero-especial-inter-revistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Media &#38; Jornalismo, editada pelo ICNOVA, associa-se a uma iniciativa editorial conjunta com as revistas Comunicação e Sociedade, Estudos em Comunicação e Observatorio (OBS*) para o lançamento de um número especial dedicado ao tema “Publicação Científica e Capitalismo Académico”, com publicação prevista para o primeiro semestre de 2027. A chamada para artigos propõe...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A revista <em>Media &amp; Jornalismo</em>, editada pelo ICNOVA, associa-se a uma iniciativa editorial conjunta com as revistas Comunicação e Sociedade, Estudos em Comunicação e Observatorio (OBS*) para o lançamento de um número especial dedicado ao tema <strong>“Publicação Científica e Capitalismo Académico”</strong>, com publicação prevista para o primeiro semestre de 2027.</p>



<p>A chamada para artigos propõe um debate alargado sobre as transformações estruturais que atravessam o sistema de produção e circulação do conhecimento científico, num contexto marcado pela crescente influência das Big Tech, pela aceleração da inteligência artificial e pela consolidação de regimes de avaliação baseados em métricas e indicadores bibliométricos.</p>



<p>Partindo de um diagnóstico partilhado pelas equipas editoriais das quatro revistas — todas publicadas por instituições universitárias públicas — a iniciativa sublinha as pressões crescentes sobre o ecossistema científico: a competição por financiamento, a centralidade dos rankings, a aceleração dos processos de publicação, a precarização das carreiras académicas e a crescente dependência de sistemas de avaliação quantitativa. Estas dinâmicas são analisadas como parte de um quadro mais amplo de “capitalismo académico”, no qual a investigação tende a ser orientada por lógicas de produtividade, impacto e utilidade imediata.</p>



<p>Neste contexto, a call abre espaço para contributos que interroguem criticamente estas transformações e explorem alternativas, incluindo modelos de publicação mais abertos e colaborativos, como os propostos por iniciativas como a DORA (Declaração de São Francisco sobre Avaliação da Investigação).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tópicos possíveis</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mercadorização da ciência e capitalismo académico;</li>



<li>Liberdade académica e autonomia universitária;</li>



<li>Formas de resistência cultural e organizacional;</li>



<li>Natureza e reconfiguração do conceito de reputação científica;</li>



<li>Políticas de ciência e de língua;</li>



<li>Rankings académicos e científicos;</li>



<li>Oligopólios e publicação científica;</li>



<li>Métricas, quantificação e impacto;</li>



<li>Políticas de acesso aberto e repositório;</li>



<li>Impacto da IA na escrita e revisão científicas;</li>



<li>Invisibilidade, enviesamento e desigualdade nas referências científicas</li>



<li>Big Tech, plataformização e ecossistemas de publicação;</li>



<li>Regimes algorítmicos de visibilidade e classificação;</li>



<li>Independência da investigação e agendas de inovação;</li>



<li>Avaliação da investigação, DORA e alternativas.</li>
</ul>



<p>Os artigos podem ser submetidos em português, espanhol ou inglês, com um limite de 8.000 palavras, e serão avaliados por uma equipa editorial inter-revistas. As submissões deverão ser realizadas entre <strong>20 de abril e 30 de setembro de 2026</strong>, sendo a publicação prevista para o primeiro semestre de 2027.</p>



<p>A iniciativa reforça o compromisso das quatro revistas com a promoção de uma reflexão crítica sobre as condições materiais, institucionais e políticas da produção científica contemporânea, incentivando uma discussão que ultrapasse métricas e classificações, e reforce a centralidade do pensamento crítico na investigação em comunicação.</p>



<p>Saiba tudo sobre esta chamada no site da Media &amp; Jornalismo: <a href="https://impactum-journals.uc.pt/mj/announcement/view/352">https://impactum-journals.uc.pt/mj/announcement/view/352</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="791" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cfp_poster-791x1024.png" alt="Poster da iniciativa conjunta da revista Media &amp; Jornalismo." class="wp-image-1006497" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cfp_poster-791x1024.png 791w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cfp_poster-232x300.png 232w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cfp_poster-768x994.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cfp_poster-1187x1536.png 1187w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cfp_poster-1583x2048.png 1583w" sizes="(max-width: 791px) 100vw, 791px" /></figure>
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			</item>
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		<title>IV Conferência Internacional Counter-Image</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/iv-conferencia-internacional-counter-image/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 15:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
		<category><![CDATA[Events]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(English version below) Como falar com(o) a terra? Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do umbral “Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de casa…”Ursula K. Le Guin, Ela...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1006486" class="elementor elementor-1006486" data-elementor-post-type="post">
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									<p><em><strong>(English version below)</strong></em></p><h2 class="wp-block-heading">Como falar com(o) a terra? Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do umbral</h2><p class="has-text-align-right">“Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de casa…”<br />Ursula K. Le Guin, Ela Tira-lhes os Nomes, 1985/2025 [trad. Liliana Coutinho]</p><p class="has-text-align-left">A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial- capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos 2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler 2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda) não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo estão a ser substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário), de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025), iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da terra). Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança” em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação (Krenak 2022).</p><p>“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre” sinaliza um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo, entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica: uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada), ela é também resistência, cosmopercepção e ritual.</p><p>A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme. Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto), mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para desnomear que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes de sínteses impossíveis.</p><p>Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter- Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a “desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem, reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que dialoguem com os seguintes eixos temáticos:</p><h2 class="wp-block-heading">1. Conhecimentos Situados</h2><p>Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre pesquisa e experiência vivida.</p><ul class="wp-block-list"><li>Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir</li><li>Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul</li><li>Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans</li><li>“Ecologias exílicas” (Marder 2023)</li><li>Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas</li><li>O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)</li><li>“Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias</li><li>Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie</li><li>Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas</li><li>Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder 2020)</li></ul><h2 class="wp-block-heading">2. Métodos para Desnomear</h2><p>Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que erodam o olhar extrativista e especista.</p><ul class="wp-block-list"><li>Desnomear como método filosófico-estético</li><li>Poéticas do silêncio e escuta profunda</li><li>Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui 2015)</li><li>Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e animais</li><li>Geo-estéticas (Coelho &amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019), incluindo</li><li>vulcânicas e das ervas ditas daninhas</li><li>Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes &amp; Garcia-Antón 2026)</li><li>Narrativas de relacionalidade e métodos multiespécie</li><li>Contracolonizar (Nêgo Bispo 2015)</li><li>Arte como laboratório de pensamento (e não como representação)</li><li>Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e anti-especistas</li></ul><h2 class="wp-block-heading">3. Visões do Umbral</h2><p>Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e alianças.</p><ul class="wp-block-list"><li>Epistemologias do umbral</li><li>“Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades submersas</li><li>Ecologia popular</li><li>Agência não-humana e a redistribuição do sensível</li><li>“Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing 2015)</li><li>“Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da beira-mar</li><li>Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa 2010)</li><li>Visões “ch’ixi” (Cusicanqui 2015)</li><li>“Alianças afetivas” (Krenak 2022)</li><li>“Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez 2024)</li></ul><h2 class="wp-block-heading">+DATAS IMPORTANTES</h2><p><strong>25 de maio | envio de propostas</strong></p><p><strong>30 de junho | notificação de aceitação</strong></p><p><strong>18-20 de novembro | conferência</strong></p><h3 class="wp-block-heading">Formatos de submissão:</h3><ol class="wp-block-list"><li>Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300 palavras</li><li>Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300 palavras</li><li>Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória descritiva até 300 palavras</li></ol><p>O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma biografia breve (até 100 palavras) para:</p><p>counterimageconference@fcsh.unl.pt</p><h2 class="wp-block-heading">Oradores principais:</h2><p>Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina)</p><p>Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia, Brasil)</p><h2 class="wp-block-heading">Organização:</h2><p>Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Liliana Coutinho (IHC, NOVA FCSH)</p><p>Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Sílvia Leiria Viegas (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><h2 class="wp-block-heading">Comité Científico:</h2><p>Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Cristiana Bastos (Instituto de Ciências Sociais)</p><p>Filippo Di Tomasi (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Isabel Stein (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Leila Lehnen (Brown University)</p><p>Luís Trindade (IHC, NOVA FCSH)</p><p>Margarida Brito Alves (IHA, NOVA FCSH)</p><p>Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>María Gloria Robalino (Washington University St. Louis)</p><p>Maria Teresa Cruz (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Marita Sturken (New York University)</p><p>Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Patrícia Martins Marcos (University of Oklahoma)</p><p>Patrícia Martinho Ferreira (Brown University)</p><p>Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Rui Gomes Coelho (Durham University)</p><p>Susanne Knittel (ICON, Utrecht University)</p><h2 class="wp-block-heading">Organização institucional:</h2><p>ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p>CIAC, Universidade do Algarve</p><p>Coordenação do CIAC:</p><p>Bruno Mendes da Silva</p><p>Mirian Tavares</p><h2 class="wp-block-heading">Comissão de Comunicação e Logística do CIAC:</h2><p>João Paulo dos Reis e Cunha (Gestão)</p><p>Juan Manuel Escribano Loza</p><p>Cobertura Fotográfica e Audiovisual:</p><p>João Paulo dos Reis e Cunha</p><h2 class="wp-block-heading">Desenho gráfico:</h2><p>Maura Grimaldi</p><h2 class="wp-block-heading">Apoio institucional:</h2><p>IHC, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p>ICON-Institute for Cultural Inquiry, Utrecht University</p><p><em>Este evento é financiado por fundos nacionais através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, no âmbito dos projetos: ICNOVA UID/5021/2025 (DOI:10.54499/UID/05021/2025) CIAC UID/04019/2025 (DOI:10.54499/UID/04019/2025) e UID/PRR/04019/2025 (DOI:10.54499/UID/PRR/04019/2025) IHC UID/04209/2025 (DOI: 10.54499/UID/04209/2025) e LA/P/0132/2020 (DOI: 10.54499/LA/P/0132/2020)</em></p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1006487 size-large aligncenter" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-724x1024.png" alt="" width="724" height="1024" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-724x1024.png 724w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-212x300.png 212w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_counter-image-2026-PT-768x1086.png 768w, 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Situated knowledges, unnaming methods, and visions from the threshold</h2><p class="has-text-align-right"><em>I could not chatter away as I used to do, taking it all for granted. My words now must be as slow, as new, as single, as tentative as the steps I took going down the path away from the house…</em></p><p class="has-text-align-right">Ursula K. Le Guin, “She Unnames Them,” <em>The New Yorker</em> (January 21, 1985)</p><p>The question “How to speak with(in) the earth?” is not a metaphor but a political, ontological, and epistemic imperative in the face of ecological collapse, the exhaustion of anthropocentric frameworks, and the representational models of the colonial-capitalist regime and its paradigm of territorial expansion and occupation—the plantation, whose logic of extraction, objectification, and extinction persists (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos 2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015; McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler 2008, 2016; Hartman 2007). The <em>Posts</em>—postcolonialism, postmodernism, posthumanism— we insist on using to make sense of a world yet to be overcome are being replaced by the prefix <em>Geo</em> (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp; Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). The “advent of the Geo,” Mary Louise Pratt (2025) points out, marks a shift in scale (from the global to the planetary), imaginary (from the political to the ecological), and temporality (from historical time to <em>deep time</em>—the geological). This shift implies questioning what we take for granted and adopting alternative ways of thinking and producing knowledge that Gabriela Milone and Franca Maccioni (2025) have described as “geo-logy” (the language of the earth) and “geo-graphy” (the writing of the earth). This also entails “speaking with the earth” rather than “about the earth” and in terms of “similarity” rather than “difference”—a “work of imagination” and “experimentation.” Emphasising subjectivation rather than objectification (Kopenawa 2010); prioritising fusion rather than occupation (Krenak 2022).</p><p>“How to speak with(in) the earth” is therefore inseparable from the question of how the earth has been constituted as object, resource, and image—a point addressed by Ursula K. Le Guin in <em>She Unnames Them</em> (1985). This short story explores the colonial impulse to name and identify, creating artificial boundaries, while at the same time urging us to find ways to speak with other creatures. Speaking “with” or “as” rather than “about” the earth signals an epistemological shift, requiring a rethinking of its naming, mediation, and representation. What if the earth were not the referent of discourse but its condition? What if the possibility of speaking with/as the earth opened a space between the individual and the multiple, between situated territory and planetary totality? This dialectic is methodological: a practice of “unnaming”—of eroding the semantics of objectification, extractivism, and extinction. If the earth has been mapped, renamed, and fenced in (and private property created), it is also resistance, cosmoperception, and ritual.</p><p>The 4th Counter-Image unpacks the earth not as theme but rather as onto-episteme. It focuses on <strong>situated knowledges</strong> rooted in territories, bodies, and relations that thrive within the cracks of colonialism and capital, rather than the universal, logocentric language that separates subject from object. It challenges the anthropocentric semantics of positivist science and its fictitious objectivity to instead promote <strong>unnaming methods</strong> that suspend colonial taxonomies, while enabling the soil, the fossil, the animal, the plant, the stone, the tree, the river, the mountain, the lichen, and the fungus to reveal their unique and interconnected existences. It rejects the pseudo scientific “view from nowhere,” favouring <strong>visions from the threeshold</strong>—those shaped from our grandmothers&#8217; porches or at dusk/dawn in dialectical, incandescent images of impossible syntheses.</p><p>Aiming to raise a host of questions rather than provide the answers, <strong>the 4th Counter-Image asks:</strong> what does it mean to think with/as the earth rather than about it? Is it possible to translate the language of the earth, animals, plants, and minerals? Is “unnaming” a philosophical-aesthetic method? How do threshold visions suspend extractive regimes of representation? What kind of artistic practices resist, reconfigure, or disrupt colonial regimes over the land? How to foster forms of belonging, care, and reparation towards a post-extractivist world? <strong>Anchored in Portugal’s Southern region of the Algarve, but broadening its connections to other territories, we invite</strong> <strong>researchers, artists, activists, and essayists</strong> to submit proposals engaging with the following thematic axes:</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>1. Situated Knowledges</strong></h2><p>How and what does the earth remember? This thread welcomes works grounded in relational compositions and geo-subjectivities that challenge the “view from nowhere,” as well as uncertainty, failure, and contradiction, encouraging the connection between research and lived experience.</p><ul class="wp-block-list"><li>“Terricidio” (Millán 2024) and <em>buen vivir</em></li><li>Artisanal epistemologies (Farago et al. 2025) and epistemologies of the South</li><li>Decolonial, anti-extractivist, ecofeminist, queer, and trans ecologies</li><li>“Exilic ecologies” (Marder 2023)</li><li>Indigenous and Afro-diasporic cosmopolitics</li><li>The <em>baldio</em> and the <em>quilombo/quilombismo</em> (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)</li><li>“Insurgent Archivings” (Biehl 2022) and counter-cartographies</li><li>Environmental struggles, their mourning, and multispecies justice</li><li>Critique of Linnaean taxonomies and biopolitics</li><li>Environmental histories, landscape politics, and “pyropolitics” (Marder 2020)</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>2. Unnaming Methods</strong></h2><p>If the act of naming is colonizing, how can unnaming promote relationality? This thread welcomes works on geo-semantics and methodological and pedagogical experiments that challenge extractivist and speciesist perspectives.</p><ul class="wp-block-list"><li>Unnaming as a philosophical-aesthetic method</li><li>Poetics of silence and deep listening</li><li>Walking as method and “seeing with the whole body” (Cusicanqui 2015)</li><li>Animal, mineral, and “fossil ontologies” (Castro 2023)</li><li>Geo-aesthetics (Coelho &amp; Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019), including volcanic and so-called weed aesthetics</li><li>“Liquid alliances” and aesthetics (Mendes &amp; Garcia-Antón 2026)</li><li>Narratives of relationality and multispecies methods</li><li>“Contracolonizar” (Nêgo Bispo 2015)</li><li>Art as a laboratory of thought (rather than representation)</li><li>Animist cinema and anti-extractivist and anti-speciesist visual assemblages</li></ul><h2 class="wp-block-heading"><strong>3. Visions from the Threshold</strong></h2><p>How to inhabit the threshold and move between worlds? This thread welcomes forms that transcend the dualistic principles of the Plantationocene/Capitalocene–the geo-choreographies that broaden affinities and alliances.</p><ul class="wp-block-list"><li>Epistemologies of the threshold</li><li>“Dark ecology” (Morton 2016), deep time, and submerged temporalities</li><li>Grassroots ecology</li><li>Non-human agency and the redistribution of the sensible</li><li>“Ruins of the Plantationocene/Capitalocene” (Tsing 2015).</li><li>“Interstitial zones” (Gomez-Barris 2017) and riverside and seaside knowledges</li><li>Dialectical images (Benjamin 1940) and “image-skins” (Kopenawa 2010)</li><li>“Ch’ixi” visions (Cusicanqui 2015)</li><li>“Affective alliances” (Krenak 2022)</li><li>“Florestania” (Krenak 2022) and “struggling with the forest” (Milanez 2024)</li></ul><p>The 4th International Counter-Image Conference will take place on <strong>November 18, 19, and 20 at the University of Algarve</strong> (Faro, Portugal). <strong>Abstracts are due May 25</strong>. Notification by June 30.</p><h3 class="wp-block-heading"><strong>Submission formats:</strong></h3><p>1. Papers (theoretical or empirical research): 300-word abstract</p><p>2. Artistic interventions (performances, poetry readings): 300-word description</p><p>3. Discussion circles, workshops, listening walks, affective cartographies: 300-word description.</p><p>These should be submitted with a short bio (100 words) to:  <a href="mailto:counterimageconference@fcsh.unl.pt">counterimageconference@fcsh.unl.pt</a>.</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Keynote speakers:</strong></h2><p>Gabriela Milone and Franca Maccioni (National University of Córdoba, Argentina)</p><p>Felipe Milanez (Federal University of Bahia, Brazil)</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Organization Committee:</strong></h2><p>Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, University of Algarve)</p><p>Liliana Coutinho (IHC, NOVA FCSH)</p><p>Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Sílvia Viegas (CIAC, University of Algarve)</p><p>Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle 3 / ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Scientific Committee:</strong></h2><p>Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Cristiana Bastos (Instituto de Ciências Sociais)</p><p>Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa Catarina)</p><p>Leila Lehnen (Brown University)</p><p>Margarida Brito Alves (IHA, NOVA FCSH)</p><p>Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Maria Teresa Cruz (NOVA FCSH)</p><p>Marita Sturken (New York University)</p><p>Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do Algarve)</p><p>Patrícia Martinho Ferreira (Brown University)</p><p>Patrícia Martins Marcos (University of Oklahoma)</p><p>Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA FCSH)</p><p>Rui Gomes Coelho (Durham University)</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Institutional organization:</strong></h2><p>ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p>CIAC, Universidade do Algarve</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Coordination CIAC:</strong></h2><p>Bruno Mendes da Silva</p><p>Mirian Tavares</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Communication and Logistics Commission CIAC:</strong></h2><p>João Paulo dos Reis e Cunha (Management)</p><p>Juan Manuel Escribano Loza</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Photographic and audiovisual coverage:</strong></h2><p>João Paulo dos Reis e Cunha</p><h2 class="wp-block-heading"><strong>Institutional Support:</strong></h2><p>IHC, FCSH, Universidade Nova de Lisboa</p><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1006597 size-large" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-724x1024.png" alt="Cartaz do Counter-Image 2026 em Inglês." width="724" height="1024" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-724x1024.png 724w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-212x300.png 212w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN-768x1086.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/05/cartaz_counterimage2026-EN.png 905w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p><figure class="wp-block-image size-large"></figure>								</div>
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			</item>
		<item>
		<title>III Jornadas de Ativismo Corporativo chegam a Barcelona</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/iii-jornadas-ativismo-corporativo-chegam-barcelona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
		<category><![CDATA[Events]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois das edições realizadas na Covilhã, na Universidade da Beira Interior, e em Lisboa, na NOVA FCSH, a 3.ª edição das Jornadas de Ativismo Corporativo realiza-se a 11 de junho de 2026, em Barcelona, na Universitat de Barcelona. Organizado em parceria entre o LabCom e o ICNOVA (contando com a participação do investigador Alexandre Duarte...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois das edições realizadas na Covilhã, na Universidade da Beira Interior, e em Lisboa, na NOVA FCSH, a 3.ª edição das Jornadas de Ativismo Corporativo realiza-se a 11 de junho de 2026, em Barcelona, na Universitat de Barcelona.</p>



<p>Organizado em parceria entre o LabCom e o ICNOVA (contando com a participação do investigador Alexandre Duarte na organização), o encontro ibérico terá formato híbrido (online, das 11h00 às 14h00, e presencial, das 15h00 às 20h00), reunindo académicos e profissionais em torno do tema <strong>“Empresas perante a policrise: marketing, governação e comunicação estratégica em transformação”</strong>.</p>



<p>Num contexto marcado por crise climática, tensões geopolíticas, polarização ideológica e crescente escrutínio público, as jornadas propõem uma reflexão aprofundada sobre o papel das organizações na esfera pública. Entre as questões centrais destacam-se o lugar do silêncio estratégico como forma de posicionamento, a distinção entre ativismo corporativo autêntico e oportunista, e os desafios de construção de legitimidade e coerência entre discurso e prática organizacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Eixos Temáticos</h2>



<p>O programa estrutura-se em quatro eixos temáticos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ativismo corporativo e policrise</strong>, analisando transformações recentes do fenómeno;</li>



<li><strong>Marketing, consumidor e cultura política</strong>, com foco na autenticidade e na relação marca-consumidor;</li>



<li><strong>Governação e coerência organizacional</strong>, explorando a integração do ativismo nas estruturas internas;</li>



<li><strong>Comunicação estratégica e legitimidade</strong>, abordando práticas como <em>corporate social advocacy</em> e relações cívicas.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Call for Proposals</h2>



<p>Para além do painel académico, que aceita propostas teóricas, empíricas e críticas, esta edição introduz um <strong>painel profissional</strong>, dedicado à apresentação de casos práticos de ativismo corporativo, incluindo campanhas, estratégias de posicionamento sociopolítico ou gestão do silêncio organizacional.</p>



<p>As propostas de comunicação encontram-se abertas até <strong>30 de abril de 2026</strong>, devendo incluir um resumo entre 700 e 900 palavras. A participação é gratuita e aberta a investigadores, profissionais e estudantes, em regime presencial ou online.</p>



<p>Estas jornadas afirmam-se como um espaço interdisciplinar de debate sobre comunicação estratégica, marketing e governação, em articulação com a agenda internacional de investigação sobre ativismo corporativo, num momento em que as empresas são crescentemente chamadas a posicionar-se perante desafios sociais e políticos complexos.</p>



<p>Saiba mais aqui: <a href="http://gaudere.net/activismo-pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">gaudere.net/activismo-pt</a></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2.png" alt="" class="wp-image-1006384" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2.png 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2-300x300.png 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2-150x150.png 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/04/III-Jornadas-de-Ativismo-Corporativo-2026-2-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<item>
		<title>Revista Interact #42: open call sobre Indústrias Criativas e IA</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/revista-interact-42-open-call-industrias-criativas-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Revista Interact nº 42 &#8211; Chamada para contributos https://revistainteract.pt Submissão de proposta: 8 de maio, 2026 Submissão da versão definitiva: 8 de junho, 2026&#160; Equipa editorial: Alice Sanches (ICNOVA), Diogo Ferreira (ICNOVA), Philipp Teuchmann (ICNOVA), Nathalia Silveira Rech (ICNOVA)&#160; &#160; Indústrias Criativas: entre produção e geração Por muito tempo se acreditou que o campo da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Revista Interact nº 42 &#8211; Chamada para contributos</strong></p>



<p><a href="https://revistainteract.pt">https://revistainteract.pt</a></p>



<p>Submissão de proposta:<strong> 8 de maio, 2026</strong></p>



<p>Submissão da versão definitiva: <strong>8 de junho, 2026</strong>&nbsp;</p>



<p>Equipa editorial: Alice Sanches (ICNOVA), Diogo Ferreira (ICNOVA), Philipp Teuchmann (ICNOVA), Nathalia Silveira Rech (ICNOVA)&nbsp; &nbsp;</p>



<p><strong>Indústrias Criativas: entre produção e geração</strong></p>



<p>Por muito tempo se acreditou que o campo da criatividade estaria consideravelmente protegido da crescente automação das sociedades. De forma geral, a centralidade da prática, da estética, assim como das ontologias que subjazem à arte, parecia conferir à criatividade uma imunidade necessária para que esta escapasse aos diversos impulsos automatizadores.&nbsp;</p>



<p><em>Indústria </em>e <em>cultura</em>: atrever-nos-íamos a dizer que o emparelhamento destes conceitos já não constitui, há muito, uma fonte de embaraço ou de sobressalto. Se atendermos ao que tem sido o rápido crescimento do peso do “sector criativo” nas nossas economias, a produção e distribuição em massa de objectos e experiências culturais afigura-se, cada vez mais, como um bem social. Todavia, um simples exercício genealógico bastaria para recordar que a “indústria da cultura” emerge na primeira metade do século XX como uma noção crítica da aplicação de processos de automação e racionalização ao domínio do estético. Daí que o célebre ensaio de Adorno e Horkheimer (1947) que cunha esse termo mereça hoje ser relido à luz dos últimos desenvolvimentos da chamada IA “generativa”: o que acontece à cultura quando os processos mais íntimos de “geração” do novo parecem já dispensar, ou apenas parasitar, a cognição e a sensibilidade humana?</p>



<p>Pensar actualmente as indústrias culturais e criativas é, pois, reconhecer o papel de vanguarda que as mesmas desempenham na intersecção de três factores relevantes na “criação de valor”, que são também três grandes “caixas negras” da cultura humana: a inteligência, a criatividade e a tecnologia. Se, como afirma Manovich (2017), ainda não podemos falar de uma cultura plenamente “dirigida por IA”, porque restam fases ou dimensões da produção artística por automatizar, certo é que os “criativos” do século XXI são inevitavelmente convocados a tomar uma posição face às potencialidades dos LLMs multimodais — surgindo práticas e éticas de trabalho que vão da adesão entusiástica à recusa total destas tecnologias. Os modelos da IA generativa, assentes na extração e processamento estatístico de dados em larga escala, determinam, portanto, o mais recente estádio de “hiper-industrialização” do sensível (Stiegler, 2004), integrando as economias da “atenção” (Crary, 2013; Citton, 2014), de “vigilância” (Zuboff, 2019) ou de “plataformização” (Srnicek, 2016) que os precedem — e que os preparam.</p>



<p>Certo é que as lógicas industriais do automático e do combinatório há muito acompanham a criatividade como sua sombra. Para além dos imperativos comerciais de Hollywood, a pro-gramática do estético por via do técnico conheceu no século XX várias concretizações, da vídeoarte às intervenções computacionais sobre a imagem, da música estocástica à literatura algoritmizada. Não se esgota, pois, na mais recente revolução da IA o conceito de uma arte maquínica.</p>



<p>Neste contexto, esta edição da revista <em>Interact </em>visa desafiar a opacidade das tecnologias, discursos e práticas mobilizadas na atual economia cultural e explorar criticamente as tendências de transformação das indústrias criativas. Pretende-se focar na industrialização das artes em geral e na IA generativa em particular, atendendo ao modo como esta redefine a agência e o lugar criativo do humano. Uma renovada crítica e análise das indústrias criativas torna-se crucial para caracterizar a condição cultural das sociedades contemporâneas, que se pautam por uma crescente tecnologização das artes e da criatividade.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tópicos de interesse da Interact 42:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Intermedialidade, pós-medialidade e hibridizações entre setores criativos;</li>



<li>Plataformização e relações de propriedade nas artes e cultura contemporâneas;</li>



<li>Imediação, remediação e hipermediação da cultura; </li>



<li>Tecnologias e economias da atenção;</li>



<li>Aplicação de IA na produção e na analítica da cultura;</li>



<li>Lógicas da criação e consumo distribuídos;  </li>



<li>Poéticas generativas e combinatórias;</li>



<li>O industrial e o artesanal na cultura digital;</li>



<li>Produção de conteúdo e expressão cultural;</li>



<li>Transformações no mercado de trabalho dos sectores criativos;</li>
</ul>



<p>Convidamos assim à contribuição para as diferentes secções da revista — Ensaio, Interfaces, Laboratório e Entrevista.&nbsp;</p>



<p>Cada proposta deve, num primeiro momento, incluir um título, um resumo que versa entre 150 e 450 palavras, uma breve nota biográfica (100 palavras) e a indicação da secção em que se enquadra. Para a secção “Laboratório” deverão ser também enviados um excerto do trabalho e ainda demais materiais que possibilitem a avaliação e contextualização da proposta.&nbsp;</p>



<p>As submissões devem ser enviadas<strong> </strong>até<strong> 8 de maio de 2026 </strong>para o e-mail do número 42: <strong>&nbsp;</strong><a href="mailto:interact.industriascriativas@gmail.com">interact.industriascriativas@gmail.com</a></p>



<p>Caso sejam aceites para publicação,<strong> </strong>a sua versão definitiva deverá ser enviada até <strong>8 de junho de 2026.</strong></p>



<p><strong>Sublinha-se </strong>que cabe aos editores a decisão de publicação ou rejeição das propostas submetidas.</p>



<p>Abaixo encontram-se descritas as <strong>várias secções </strong>da revista e as suas especificidades.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ensaio:</strong></h3>



<p>O ensaio é uma secção-chave do projeto da Interact, já que um dos seus objetivos principais é o de estimular o debate de ideias e dar a conhecer o pensamento de autores contemporâneos nas redes de informação. Os textos devem ter no máximo 16000 caracteres. Não usamos notas de rodapé. Também se desaconselham: bolds, cabeçalhos e o diferenciamento de fontes por tamanhos de letra. O ideal é fazer uso do mais rudimentar editor de texto. Ensaios podem possuir imagens.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Interfaces:</strong></h3>



<p>É objetivo desta secção afrontar duas lacunas importantes da atividade contemporânea da crítica no espaço da cultura portuguesa: a presença muito insuficiente da crítica cultural especializada na Internet. A crítica qualificada das artes e da cultura continua a estar, em grande medida,&nbsp; ausente do ciberespaço e extremamente fixada nos jornais e nas revistas da especialidade, continuando, mesmo depois de longos anos de transição digital, desconfiada de qualquer «cultura tecnológica». Esta secção dá atenção aos objetos culturais, às suas produções e ligações. Os textos não devem exceder 12000 caracteres, privilegiando-se o uso de elementos multimédia e hiperligações. Acolhem-se também o comentário e a recensão, assim como contributos que fazem coexistir a imagem e o texto na análise de objetos culturais, promovendo o diálogo entre o atual (agência desses objetos culturais) e o virtual (a Internet como lugar para a constituição de um espaço crítico).&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Laboratório:</strong></h3>



<p>Esta secção, concebida como mostra de trabalhos artísticos, é inteiramente livre no que respeita aos meios de expressão a utilizar (escrita, grafismo, vídeo, imagem digital, som, ensaio visual), aos temas e aos géneros, incentivando-se a experimentação das características próprias das tecnologias digitais. Diferindo, no entanto, da mostra de propostas documentais sobre os potenciais trabalhos. As propostas aqui apresentadas são da inteira responsabilidade dos respetivos autores, embora a sua implementação online possa resultar do trabalho conjunto com a equipa da Interact. O trabalho publicado poderá ser composto por um texto de apresentação que não deve exceder 8000 caracteres. Os trabalhos em vídeo e outros media temporais não devem ultrapassar 10 minutos, aproximadamente.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entrevista:</strong></h3>



<p>A natureza dos instrumentos de comunicação próprios do online oferece hoje a possibilidade de se realizar a entrevista sob formas diversas e extremamente flexíveis, mesmo à distância, permitindo contribuir para a divulgação, junto de um público mais alargado, de autores de qualidade nas áreas contemporâneas do pensamento, da cultura e da arte. Preferencialmente, e embora possam ser aceites outros formatos, a entrevista deverá ser gravada em vídeo, que será carregado para o canal do YouTube da revista. A edição será cuidada, acompanhada pela equipa editorial, e explicita as questões que abordam as autorias entrevistadas. No formato de vídeo não deverá ultrapassar os 25 minutos. A entrevista no formato textual (transcrita) poderá possuir imagens e hiperligações contextuais e não exceder os 16000 caracteres. Consideram-se autores os entrevistadores; a anteceder a entrevista propriamente dita deverá estar uma nota biográfica do(s) entrevistado(s), assim como uma apresentação do contexto da realização da entrevista.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Equipa editorial</strong>:</h2>



<p><strong>Alice Sanches</strong> é doutoranda em Ciências da Comunicação, com especialização em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, na NOVA FCSH e é membro do projeto IN&amp;OUT of the BOX. A sua investigação insere-se no campo da tecnoestética e da estética dos media, com particular foco nas relações entre epistemologia, práticas técnicas e cultura, bem como nas utilizações disruptivas da tecnologia.</p>



<p><strong>Diogo Ferreira</strong> é doutorando em Ciências da Comunicação, com especialização em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, na NOVA FCSH. Nesta mesma faculdade, foi professor assistente convidado das unidades curriculares de Teoria da Comunicação e de Economia Cultural e Indústrias Criativas, tendo também coeditado a Revista de Comunicação e Linguagens #56 (2022). É ainda cogestor do Projecto Exploratório IN&amp;OUT of the BOX: Exploring Emerging Technologies and Future Skills (FCT &#8211; ICNOVA), que pensa o impacto da transição digital e da aplicação de inteligência artificial generativa no sector das indústrias criativas.</p>



<p><strong>Philipp Teuchmann</strong> é doutorando em Ciências da Comunicação, com especialização em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, na NOVA FCSH. Concluiu em 2021 o mestrado na mesma área e instituição com uma dissertação intitulada «Da Operatividade Gráfica: o Diagramático em Três Exemplos da Arte Contemporânea».&nbsp; Integrou vários projetos – African-European Narratives, Photo-Impulse e&nbsp; IN&amp;OUT of the BOX – e escreveu artigos para publicações académicas nacionais e internacionais. Foi membro da equipa organizadora da conferência internacional Arts and Humanities in Digital Transition (2023) e coeditor da Revista de Comunicação e Linguagens #60-61 (2024). As suas áreas de interesse situam-se na teoria dos media e das técnicas culturais, semiótica e indústrias culturais contemporâneas.&nbsp;</p>



<p><strong>Nathalia Silveira Rech</strong> é doutoranda em Ciências da Comunicação, com especialização em Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, na NOVA FCSH, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Maria Teresa Cruz. Está associada ao grupo Cultura, Mediação e Artes do ICNOVA. É graduada em Comunicação Social pela PUCRS (2014) e mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP (2018), onde integrou o Grupo de Pesquisa Extremidades: redes audiovisuais, cinema, performance e arte contemporânea.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Cartaz.Interact.opencall.42--768x1024.jpeg" alt="Cartaz da chamada para a Revista Interact 42, sobre Indústrias Criativas e IA." class="wp-image-1006331" style="width:1260px;height:auto" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Cartaz.Interact.opencall.42--768x1024.jpeg 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Cartaz.Interact.opencall.42--225x300.jpeg 225w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/03/Cartaz.Interact.opencall.42-.jpeg 960w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>© imagem e cartaz por Alice Sanches</p>
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		<item>
		<title>Media &#038; Jornalismo &#124; Call for Papers – Construir a Audiência Algorítmica</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/media-jornalismo-call-for-papers-construir-audiencia-algoritmica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nuno Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Media &#38; Jornalismo abre uma chamada de artigos para o Vol. 26, Nº 49 (2026), dedicada ao dossiê “Construir a Audiência Algorítmica”, editado por Berta García Orosa, Inês Amaral e Noel Pascual Presa. A iniciativa procura reunir investigação original e empiricamente fundamentada sobre como as audiências são construídas nas esferas públicas digitais. O...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A revista <strong>Media &amp; Jornalismo</strong> abre uma chamada de artigos para o <strong>Vol. 26, Nº 49 (2026)</strong>, dedicada ao dossiê <strong>“Construir a Audiência Algorítmica”</strong>, editado por <strong>Berta García Orosa</strong>, <strong>Inês Amaral</strong> e <strong>Noel Pascual Presa</strong>. A iniciativa procura reunir investigação original e empiricamente fundamentada sobre como as audiências são construídas nas esferas públicas digitais.</p>



<p>O avanço de tecnologias como a <strong>inteligência artificial</strong> e o <strong>big data</strong> transformou a produção, distribuição e circulação da informação, influenciando a forma como os públicos são imaginados e moldados. Hoje, os algoritmos não apenas prevêem comportamentos, mas também estruturam a relação entre media e audiência, criando o conceito de <strong>“audiência algorítmica”</strong>, com implicações éticas, políticas e comunicacionais, incluindo enviesamentos, opacidade na seleção de conteúdos e desigualdades na representação pública.</p>



<p>O dossiê convida estudos que explorem estas transformações, incluindo o impacto da automatização no jornalismo, a personalização de conteúdos, a construção de comunidades e subscrições pagas, bem como os desafios para a confiança pública e a legitimidade jornalística na era digital.</p>



<p><strong>Temas sugeridos para artigos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Audiências políticas e dataficação</li>



<li>Jornalismo automatizado e distribuição personalizada de notícias</li>



<li>Enviesamentos algorítmicos e polarização</li>



<li>Transparência algorítmica e responsabilização</li>



<li>Segmentação ideológica e estratégias de direcionamento</li>



<li>Participação cívica em ambientes mediáticos automatizados</li>



<li>Ética, privacidade e governação dos dados</li>



<li>Novas formas de agência e performatividade das audiências</li>



<li>Audiências jovens e cultura das plataformas</li>



<li>Estudos de caso regionais e comparativos</li>



<li>Automatização de conteúdos</li>



<li>Pluralidade informativa</li>



<li>Câmaras de eco e bolhas informativas</li>



<li>Definição da agenda mediática e algoritmos</li>



<li>Transformação do poder mediático</li>



<li>Confiança nas fontes de informação algorítmica</li>



<li>Desinformação e fake news</li>



<li>Mecanismos de transparência e regulação</li>



<li>Literacia mediática</li>



<li>Campanhas de “astroturfing”</li>
</ul>



<p><strong>No ato da submissão, o/a autor/a deve indicar explicitamente o número da revista ao qual pretende submeter o manuscrito.</strong></p>



<p><strong><br>DATAS IMPORTANTES </strong><br><strong>Prazo de submissão de artigos</strong>: de 22 de janeiro a 30 de junho, 2026<strong><br>Período de publicação: </strong>edição contínua (Setembro a dezembro de 2026)</p>



<p>A&nbsp;<em>Media &amp; Jornalismo</em><em>&nbsp;</em>(RMJ) é uma revista científica com revisão por pares, indexada na Scopus e na Web of Science(Emerging Sources Citation). Cada artigo é avaliado por dois revisores, convidados previamente, com base nos critérios de qualidade, originalidade e relevância, em conformidade com os objectivos e o tema específico do número.</p>



<p>Os artigos podem ser submetidos em inglês, espanhol ou português.</p>



<p>Os manuscritos devem ser submetidos através do site da revista (<a href="https://impactum-journals.uc.pt/mj">https://impactum-</a><a href="https://impactum-journals.uc.pt/mj">journals.uc.pt/mj</a>). No primeiro acesso é necessário efectuar registo para submeter o artigo e acompanhar o processo editorial. Recomenda-se a consulta das Normas para Autores, das Condições de Submissão e da Política Editorial da revista.</p>



<p>Para mais informações:&nbsp;<a href="mailto:patriciacontreiras@fcsh.unl.pt">patriciacontreiras@fcsh.unl.pt</a></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="1006561" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/1MJ-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1006561" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/1MJ-1024x1024.png 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/1MJ-300x300.png 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/1MJ-150x150.png 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/1MJ-768x768.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/1MJ.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="1006559" src="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/2MJ-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-1006559" srcset="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/2MJ-1024x1024.png 1024w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/2MJ-300x300.png 300w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/2MJ-150x150.png 150w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/2MJ-768x768.png 768w, https://www.icnova.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2026/02/2MJ.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/media-jornalismo-call-for-papers-construir-audiencia-algoritmica/">Media &amp; Jornalismo | Call for Papers – Construir a Audiência Algorítmica</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/">ICNOVA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Call for papers: RCL nº 65 &#8220;Movimentos e Teorias do Cinema Radical Cinquenta Anos após o Encontro de Argel&#8221;</title>
		<link>https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/call-for-papers-rcl-no-65-movimentos-e-teorias-do-cinema-radical-cinquenta-anos-apos-o-encontro-de-argel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nathalia Rech]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 11:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ICNOVA Calls]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.icnova.fcsh.unl.pt/?p=1006007</guid>

					<description><![CDATA[<p>Editores: Rodrigo Brum e Maria do Carmo Piçarra&#160; Em dezembro de 1973, o Terceiro Encontro de Cineastas do Terceiro Mundo reuniu, em Argel, realizadores, críticos e trabalhadores culturais oriundos de África, Ásia e América Latina para refletir coletivamente sobre os desafios políticos, culturais e estéticos do cinema no contexto da descolonização e da cooperação transnacional...</p>
<p>The post <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/call-for-papers-rcl-no-65-movimentos-e-teorias-do-cinema-radical-cinquenta-anos-apos-o-encontro-de-argel/">Call for papers: RCL nº 65 &#8220;Movimentos e Teorias do Cinema Radical Cinquenta Anos após o Encontro de Argel&#8221;</a> appeared first on <a href="https://www.icnova.fcsh.unl.pt/en/">ICNOVA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Editores</strong>: Rodrigo Brum e Maria do Carmo Piçarra&nbsp;</p>



<p>Em dezembro de 1973, o Terceiro Encontro de Cineastas do Terceiro Mundo reuniu, em Argel, realizadores, críticos e trabalhadores culturais oriundos de África, Ásia e América Latina para refletir coletivamente sobre os desafios políticos, culturais e estéticos do cinema no contexto da descolonização e da cooperação transnacional entre os chamados países do Terceiro Mundo. Realizado na Argélia pós-independência — então um centro de solidariedade anticolonial e intercâmbio cultural internacionalista —, o encontro foi e continua a ser um marco na história dos movimentos cinematográficos radicais e da teoria do Terceiro Cinema.</p>



<p>Cinquenta anos depois, em dezembro de 2023, realizou-se um encontro, no Cairo, para revisitar esse evento histórico. O encontro, que decorreu na American University of Cairo, reuniu académicos, realizadores de cinema, professores universitários e arquivistas para refletir sobre o significado e o legado do encontro de Argel — particularmente em relação às lutas contemporâneas por práticas culturais contra-hegemónicas e à atual ausência de modelos de cooperação transnacional do Sul Global para apoiar e promover a cultura cinematográfica na África, Ásia e América Latina.</p>



<p>Esta edição da RCL visa dar continuidade e aprofundar as discussões iniciadas no Cairo e convida contribuições que revisitem, aprofundem ou abordem criticamente a reunião de 1973, os seus quadros teóricos e as suas ressonâncias atuais. Aceitamos artigos de investigação originais, reconstruções históricas, ensaios críticos e reflexões teóricas. Confira a <em>call</em> completa <a href="https://revistas.fcsh.unl.pt/rcl/announcement/view/10">aqui</a>.</p>



<p>Os artigos devem ser enviados até <strong>30 de junho de 2025.</strong></p>



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