Culturas do Eu – Configurações da subjectividade2019-11-15T22:46:06+00:00

CULTURAS DO EU – CONFIGURAÇÕES DA SUBJECTIVIDADE

Maria Augusta Babo (Coord.)
Colecção: Livros ICNOVA
Ano de edição: 2019
ISBN: 978-972-9347-24-5 (Digital)
ISBN:978-972-9347-23-8 (Impresso)

Download PDF – 1,9 MB

Índice

PARTE I – A formação da subjectividade
1. As configurações do eu e os processos de subjectivação
2. O sujeito como discursividade
3. A linguisticidade do eu
4. Uma pragmática do sujeito
5. Identidade narrativa
6. Acontecimento e narrativa
7. Mito da interioridade
8. Considerações sobre a identidade à luz da alteridade
9. Filosofias da diferença
10. A querela sobre o sujeito entre a filosofia clássica e as filosofias críticas
Referências bibliográficas

PARTE II – Genealogia do cuidado de si
1. O cuidado de si na antiguidade
1.1 O Diálogo
1.2 A Leitura
1.3 A Escrita
1.4 A escrita de si em Marco Aurélio
1.5 A escrita epistolar

2. O cuidado de si na era cristã
2.1 A arte da palavra
2.2 O dispositivo confessional
2.3 Do segredo na confissão
2.4 Confissão como relação dialógica
2.5 Confissão como relação triádica
2.6 Discursivização da sexualidade
2.7 A confissão como instauração da culpa
Referências bibliográficas

PARTE III – Dispositivos de mediação
1. Dispositivos de reflexão
1.1 Da janela como transparência ao espelho como opacidade
1.2 Características catóptricas da imagem especular
1.3 O espelho como presença
1.4 O mito de Narciso
1.5 O Trompe l’oeil
1.6 O auto-retrato como representação do eu
1.7 Olhando o olhar no retrato
1.8 Dos specula medievais ao pensamento moderno
1.9 Desconstrução da reflexividade e introdução à retenção
1.10 Do espelho à fotografia: fixação e diferimento
1.11 O ponto de vista semiótico
1.12 A imagem fotográfica como desmembramento do corpo especular
1.13 Utilizações socioculturais da fotografia
1.14 Os limites da auto-representação
Referências bibliográficas

2. Dispositivos de extensão
2.1 Natureza e/ou Cultura
2.2 Fronteira animal/humano 159 2.3 Geneologia do bios 163 2.4 O corpo para a fenomenologia 165 2.5 O corpo enquanto pele
2.6 Para uma semiótica do corpo
2.7 O corpo a partir de uma pós-modernidade
2.8 O mito de Epimeteu
2.9 A Prótese como suplemento
2.10 Como mudar de corpo
2.11 O corpo híbrido das artes e da ciência
2.12 Da memória orgânica à memória inorgânica
2.13 A escrita como memória protésica
2.14 Da escrita ao arquivo
2.15 A escrita como extensão, prótese da memória – a autobiografia
2.16 A máquina antropomórfica como máquina ficcional
Referências bibliográficas

3. Dispositivos de inscrição
3.1 A inscrição da lei
3.2 A escrita autográfica
3.3 Uma semiótica da assinatura
3.4 A assinatura invade a imagem
3.5 Uma política do grafo
3.6 Uma fenomenologia do traço
3.7 A assinatura como ecceidade
3.8 Práticas autográficas e regimes de escrita
3.8.1 Os graffitis como street art
3.8.2 As tatuagens
Referências bibliográficas

NOTA DA AUTORA